sábado, maio 14, 2005

o que falta...



Chega a um ponto da vida que estamos velhos demais para sermos o que queremos da forma como queriamos e novos demais para desistir de tudo. É um período difícil à espera de resolução evidente. Que tal ganhar o Euromilhões?

domingo, maio 08, 2005

à descoberta do universo, à descoberta de vida



This image released by NASA Thursday May 5, 2005 shows the Sombrero galaxy. The galaxy, called Messier 104, is commonly known as the Sombrero galaxy because in visible light it resembles a broad-brimmed Mexican hat called a sombrero. The new Sombrero picture combines a recent infrared observation from NASA's Spitzer Space Telescope with a well- known visible light image from NASA's Hubble Space Telescope. The Sombrero is one of the most massive objects at the southern edge of the Virgo cluster of galaxies. It is equal in size to 800 billion suns. This spiral galaxy is located 28 million light-years away and is 50,000 light-years across. Viewed from Earth, it is just six degrees away from its equatorial plane. (AP Photo/NASA)

sábado, abril 30, 2005

comics



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não não e não nakupenda

É lamechas mas vi e achei piada... eheheh.

Como dizer “amo-te” em várias línguas
Albanês
Te Dua
Alemão
Ich liebe Dich
Árabe
Ana Ahebak (a um homem)
Árabe
Ana Ahebek (a uma mulher)
Bengali
Ami tomake bhalobashi
Berbere
Lakh tirikh
Bósnio
Volim te
Búlgaro
Obicham te
Checo
Miluji te
Chinês (cantonês)
Ngo Oi Lei
Chinês (mandarin)
Wo ie ni
Croata
Volim te
Dinamarquês
Jeg elsker dig
Espanhol
Te Amo
Estónio
Mina armastan sind
Filipino
Iniibig ako
Finlandês
Mina rakastan sinua
Flamengo
Ik zie u graag
Francês
Je t’aime
Gaélico
Tha gradh agam ort
Grego
S’ agapo
Havaiano
Aloha I’a au oe
Holandês
Ik hou van jou
Húngaro
Szeretlek
Italiano
Ti amo
Islandês
Ég elska thig
Maltês
Inhobbok
Norueguês
Jeg elsker deg
Romeno
Te Ador
Russo
Ya vas lyublyu
Sueco
Jag älskar dig
Swahili
Nakupenda
Taitiano
Ua here vau Ia oe
Turco
Seni seviyorum
Zulu
Mena tanda wena

sexta-feira, abril 29, 2005

on the verge of spontaneous combustion



Existem muitas vidas espalhadas pelo mundo. Biliões e biliões delas. Engraçado como olhamos para as vidas de pessoas com muito sucesso, com fãs e conhecidas pelo mundo fora com a perspectiva: eles são mesmo felizes. Mesmo aqueles que não têm vidas muitos instáveis e não são alvo do assédio dos pappazzis têm uma felicidade talvez não muito diferente da dos comuns dos mortais. Constituida por pequenos momentos que não assim tão fantásticos quanto isso... Surgiu-me esta ideia depois de ouvir um post de audioblog no blogue do actor e realizador David Duchovny. Que, por acaso, é muito bom mesmo. Tenho dito, nem sempre bem, mas já disse...

sexta-feira, abril 15, 2005

spread the love vibration


No leitor de cd´s está: Josh Rouse.

A minha nova descoberta, graças à prenda dos meus primos. O album chama-se 1972.
Um nome sugestivo e que apetece.
The Smooth Sounds of Josh Rouse. São de factos sons suaves que nos balenciam o corpo perante um ritmo cadente e agradável, sem ser exuberante.
Batidas fortes mas que não perturbam as letras bem estruturadas, que facilmente ficam no ouvido e que falam dos assuntos mais comuns. A alegria, o amor. Sentimentos Sunshine (o nome de uma das músicas). Engraçado como não parece um autor típico norte-americano mas é bem enraizado nas cultura americana que o rodeia. Fruto de uma cidade pequena e pouco exuberante. Ele também é assim. O CD inclui um DVD que é o reflexo de Josh Rouse. Muito terra a terra e simples. Mais anti vedeta ainda do que David Fonseca - que pode autodenominar-se disso mas tem traços de vedeta. O album traz magia e alegria aos ouvidos e à mente.
É como ler um livro. Estamos a imaginar nas nossas esperanças e memórias locais e sensações bonitas. É um album positivo que nos eleva sob a poeira do dia a dia. Muito bem construido e puro mesmo. Faz lembrar um pouco o português Gomo pela alegria constagiante das canções. Sonoridade extraordinária que usa com facilidade e mestria vários sons que ajudam ao trabalho final. Se fica bem um bom assobio, ele aparece lá, se fica bem as palmas a acompanhar, estão também lá.
Uma boa descoberta que cativa e convence. Ficam os sons e as letras.

quarta-feira, abril 13, 2005

é um extra


The Gossips. Norman Rockwell.

Na vida temos sempre que recriar. Recriarmo-nos a nós mesmo na maior parte das vezes. Temos de o fazer, se queremos ter saúde mental. Recriar is the way to be. Porquê apenas criar? Bora re-criar. É um extra... claro está.




A Fonte, Ingres, 1856

sábado, abril 09, 2005

as primaveras da minha vida



Toda a gente diz "Parabéns!", quando alguém faz anos. Ou pelo menos é suposto dizer-se. Sai um grande sorriso na maior parte das vezes, como se fosse um acontecimento acabado de acontecer... e salta a pergunta mais habitual: "Então, sentes-te mais velho? hein?" OU "Como é ter mais uma primavera?" --- ao que por vezes respondo e na maior parte das vezes me apetece responder: "Por acaso nem tinha pensado que estava a envelhecer, mas obrigado por me teres lembrado..."


Fazer anos na primavera é muito agradável. Hoje está um dia estupendo. Sol. Céu limpo. Muita energia no ar e nem está muito calor, o que é refrescante. É um dia de Primavera típico, apesar de não estar a chover [Abril águas mil]. Recordo-me de não me recordar e de me contarem de que nasci num dia em que choviam aguaceiros breves, com alguns raios de sol pelo meio. Típico de Abril, portanto. Eram 18h25, consta da minha certidão de nascimento. Em retrospectiva o dia de anos ganha alguma importância, não só por ter nascido neste dia mas porque existem reminiscências fortes sobre os vários dias de anos que já tive. Foram 24 autênticas Primaveras. A maior parte delas não me recordo. Mas muitas tenho memórias vivas e que me põem em contacto com várias fases da minha vida. Já houve aniversários muito planeados, pouco planeados, muito maus e bastante bons. Mas também existiram muitos completamente banais. Em qualquer um deles dedico algumas horas, ou alguns minutos a PARAR. Tento parar a minha vida um pouco. Fico sempre algo frustrado quando faço isso, ou não fosse um pessimista por natureza. É mesmo assim. Para mim isso sim são os aniversários. As Primaveras da Vida são assim, às vezes.

A reflecção e retrospectiva. Devem ser momentos em que passamos sozinhos, isolados nem que seja por breves instantes. Nos dias de aniversário, por vezes, é agradável sentirmos que temos várias pessoas próximas. Mas nem sempre. Outras vezes parece um dia cínico. Olá, não nos vemos há meses e parabéns, boa vida. Uhmmmmmmm. Dá que pensar. A vida é cínica nuns momentos, e não cínica nesses mesmos momentos em que, simplesmente, temos outra disposição.

It ain´t a party, if you can come around. É normal a família mais próxima vir à minha casa materna. Sempre foram momentos que preservei na minha memória com grande alegria, muito pela exuberância, à vontade e proximidade com os meus primos. Já tive festas muito porreiras em família. Ultimamente as festas perderam a magia de outros tempos. Já não têm o mesmo significado nem metade da alegria. Aliás, as prendas são outra das coisas a que falta a magia inicial.

Prendas. Já não se recebem prendas especiais ou surpreendentes. Já não se recebem tantas prendas nem com tanto impacto. Receber-se-ia praticamente nenhumas caso não houvesse uma pequena festa, que serve praticamente para se dar mais uns euros, mais umas meias, mais qualquer coisa que até pode servir para a casa... doméstica [BRRRK, a pior prenda... BRRRRK]. Enfim. Ce la vie.

It´s my birthday and i cry if i want to. Voltando atrás no tempo recordo-me de alguns aniversários onde os 'dediquei' a outras pessoas que não a mim mesmo. Uns de uma forma enamorada, outros de uma forma de saudade. Saudade pelo meu bisavô João, que nasceu no dia 9 de Abril - o mesmo que eu - no ano de 1902 e morreu em 1989. Enamoro por algumas raparigas que por quem senti diversos tipos de encanto. Paixão platónica. Paixonetas e paixões profundas. Enfim. Recordo-me do meu 11.º aniversário que foi cuidadosamente planeado para a vinda de uma rapariga especial. Um passeio pelo pinhal e colinas selvagens perto de casa também cuidadosamente planeado. Todos os passos planeados. Nessa ocasião percebi que isso não resulta... Essa fase da minha vida tinha muitas semelhanças nos amores com os filmes de Jeunet Amelie e Um Longo Domingo de Noivado.

«Se chegar primeiro que aquele carro àquele beco ela gosta de mim e vai correr tudo bem», fazia esses pequenos testes comigo próprio constantemente. E acreditava neles. Durante vários anos seguintes fiz isso. Para muitas coisas. Inclusivé testes.
«Se aquela bolota cair em cima de mim vou ter boa nota.» São momentos que ainda hoje acontecem. A diferença é que não só são raros, como já não acredito neles, apesar de ainda fazer. É a esperança humana ao seu mais alto nível.

Nunca me hei-de esquecer de quando fiz 9 anos. Que mais não seja porque fazia 9 anos no dia 9. Só isso já era motivo para achar aquele momento especial e único. E era único de facto.



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Há pessoas que trazem a boa disposição atrás delas. Uma coisa impressionante. cativam. Colocam uma sala a cantar de forma alegre e entusiasta, até os mais velhos e cisudos. É agradável e até gosto, mas não sou bem assim, apenas muito esporadicamente e mesmo de forma rara. --- O filme A Namorada do Meu Melhor Amigo e a parte em especifico da personagem de Rupert Everett fez-me pensar nisto.

sábado, abril 02, 2005

cheiro de terra molhada



14h14. Acordo com a cabeças a andar às rodas, não literalmente (acho eu). Ouço o barulho forte da chuva a cair junto à minha janela. Está tudo muito escuro para esta hora do dia. Levanto-me com algum sacrificio. Abro a porta do quarto. Tudo muito escuro e com ausência total e completa de vida, humana ou de qualquer outra espécie. Vou à janela. Chove abundantemente. O cheiro de terra molhada invade o meu espirito. Que cheiro bom. Verdadeiro e agradável. Cheira a realidade temperada. Realidade deliciosa. Mas é um dia feio e mau. Na rua continua a não exister viva alma.

Acho que estou sozinho no mundo. Entrei numa outra dimensão onde não existem outras pessoas. Não vejo ninguém. Nem carros, nem pessoas, nem barulho - exceptuando o da chuva. Passo pelo estendal, tiro uma camisola encharcada que foi surpreendida pela chuva. Deixo cair uma mola no chão. Agacho-me e caio no chão como uma criança. OK. Ainda estou a meio a dormir. Estou num estado alterado em que a minha cabeça não consegue orientar o meu corpo convenientemente. Talvez um treino puxado no dia anterior e o corpo dorido não ajude.

Sinto-me bem sozinho no mundo. Não há mais ninguém, portanto não há mais expectativas. Mais desejos. Mais empregos. Mais sociedade. A sociedade sou eu, ou seja, não há. O que fazer? É a questão mais preemente. Talvez se arranje uma aventura bem mais interessante... do que tem sido a minha vida nos últimos tempos. Bem mais emocionante. Bem mais digna de entretenimento - filme, série... enfim... . O único senão é que não há mais ninguém. Também não se pode partilhar feitos, tristezas e tudo o resto. Oh well. Vou experimentar. Nem que seja pelos próximos minutos.
Talvez vá sonhar sobre isto. Seria um mundo fascinante a explorar.
O que fariam as pessoas se mais ninguém estivesse olhar para elas? Aquelas que são mais excêntricas e gostam de se mostrar aos outros não teriam ninguém a quem se mostrar. Talvez ficassem mais pacatas. Aquelas que são timidas e só revelam mais as suas loucuras no interior dos seus quartos talvez levassem esse interior para o meio das ruas, agora que não há razões para ser timido. Enfim...

Um solitário mundo a explorar... num sonho perto de ti, serEmot.





quinta-feira, março 31, 2005

À descoberta da Galáxia



Arches star cluster appears from deep inside the hub of our Milky Way Galaxy. Although hidden from our direct view, the massive cluster lies 25,000 light-years away and is the densest known gathering of young stars in our galaxy. The illustration is based on infrared observations with the Hubble Space Telescope and with ground-based telescopes, which pierced our galaxy's dusty core and snapped images of the luminous cluster of about 2,000 stars. Some of the brightest blue stars in this illustration are among the most massive stars astronomers found with the Hubble telescope, weighing about 130 times more than our Sun. The bright reddish object at upper right is the center of our galaxy, residing 100 light-years away from the Arches cluster. EPA/Artist's Concept/NASA

sábado, março 26, 2005



Boa páscoa.
Got chocolate? : A man stands next to a giant Easter egg made by Belgian chocolate-maker Guylian in a bid to establish a new world record in Sint-Niklaas. (AFP/BELGA/Lieven Van Assche)

domingo, março 20, 2005

chuviscos de primavera



O meu irmão diz hoje à minha mãe: "Oh mãe aconteceu um milagre, está a chover!?!"

A chuva voltou para acalmar a seca. É sempre agradável quando algo desse género acontece, só nas grandes cidades é que não dá muito jeito. E para quem se desloca de mota - o meu caso - também não.

Esta noite a televisão premeia-nos com um excelente filme: Apocalipse Now Redux. São 200 minutos do cinema de Francis Ford Coppola. A banda sonora é fantástica. Passa do misterioso e inspirador Jim Morrison - The Doors - ao clássico Wagner.

quarta-feira, março 02, 2005

quinta-feira, fevereiro 17, 2005

Ártico, tão belo e tão frágil



A zona do Ártico cheia de neve, natureza em estado bruto e beleza está-se a tornar rapidamente na lixeira dos químicos do planeta, anunciou ontem o Fundo Mundial para a Natureza. «Esta é uma catástrofe para o Ártico e para a Terra», disse uma das responsáveis pelo estudo.

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

swim to the snow, fly throw the skies



Expedição de uma vida... REVOLUCIONA A VIDA. A TUA.

veggie, want some?

Hoje entrei num restaurante vegetariano perto do trabalho. A pausa de almoço era diminuta e lá fui eu à aventura. Pensei para comigo mesmo: «vou comer qualquer coisa saudável». Entrei e nas primeiras mesas só vi mulheres, ok, tudo bem, pensei. Chego perto do balcão são uams seis funcionáriAS, todas mulheres. Olho para a sala interior vejo que estou a ser observado... são dezenas de mesas apenas e só com mulheres. Havia um único membro do sexo masculino, eu. Começaram a olhar todas para mim, como se fosse um extraterrestre...
Estou habituado a estar rodeado de muitas mulheres. No emprego, na universidade a minha turma era constituida por 80% de mulheres. Mas esta foi uma cena surreal. E um gajo que só queria comer comida saudável teve de ir comer na Pizza Hut em frente. Tá mal. Ah pois que tá mal.

Ou não. Eheh.

sexta-feira, fevereiro 11, 2005

if we meet again



Sim, exactamente o que estavas a pensar, isto é a cidade de Dresden, na Alemanha, ao final do dia de ontem. Pareceu-me bonito. Não. Errado. Não fui eu que tirei a foto, aliás, eu não sou propriamente muito viajado, bem pelo contrário. Se bem que gostaria de ser. Enfim.

Engraçado como paisagens como estas, que são características de uma cidade, se podem parecer a milhares e milhares de cidades espalhadas pelo mundo fora. Talvez seja porque as cidades do mundo estão, de facto, muito parecidas umas com as outras. As culturas esbatem-se desde há muito tempo, apesar do que é mais antigo ainda inspirar mais identidade cultural de um local em particular. Queen Mary, she´s my friend. But i believe, i go see her again. Nobody as to guess, baby can be blessed, so she finally sees, that she´s like all the rest. She takes, just like a woman. Yes she makes love, just like a woman. Ohh, but she hackes just like a woman, but she breaks, just like a little. J.Buckley.

warum, liebe Vatson?

Porque é que todos temos sonhos de seguir um qualquer percurso. De ter esperanças em fazer determinadas coisas. Uma coisa parece clara, os nossos sonhos são na generalidade influenciados pelo que vemos e ouvimos, pela forma como as coisas nos aparecem no dia a dia, por norma, na televisão.

Nada está perdido, tudo pode ser encontrado. Diz o serEmot optimista, aquele que quer seguir, sonhar e conseguir algo mais. Reconhecimento. Uma oportunidade para dar tudo o que está cá dentro.
Caluda. Diz o serEmot pessimista. Aquele que perdura mais, que tenta procurar uma realidade sombria. Aquele que reprime e se apercebe que não muito cá dentro para dar. Aquele que pára e não continua para mais...

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Lembra-te de continuar. Há que lutar e nunca parar, nunca calar, mas abraçar os sonhos, as esperanças, as expectativas.

segunda-feira, fevereiro 07, 2005

"02 Janeiro 2004
Uma flôr, pequena mas forte

Hoje é dia 2 de um novo ano. E eu...
Quero muita coisa. Uma delas tornou-se ser jornalista. Redescobri mais uma vez que se calhar até tenho algum jeito para a coisa. Gosto também. Importante não? Possivelmente. A ideia de que não vou chegar lá está cada vez mais presente. Não por falta de vontade, mas por dificuldade na área e de não me querer sujeitar a alguma coisa que realmente não gosto, dentro da área.
Apesar de estar mais direccionado para jornalismo, que mais não seja em formação, gostava muito de tocar no mundo cinematográfico, que simplesmente me fascina. Realizar, coordenar, filmar, imaginar um pedaço de cinema, o meu cinema, seria algo que me daria gosto. Participar num filme que achasse que valesse a pena, actuando, seria algo que gostava de fazer.
Ideias e gostos que me foram surgindo ao longo de 22 anos de vida e vários anos na instituição escolar.
O prazer de contribuir com muito de mim numa curta-metragem, de fazer uma reportagem radiofónica sobre uma peça de teatro... diferente (Alma em Lisboa) para a TSF, de fazer um destaque sobre segurança de Portugal no Euro 2004 para o Público, são coisas que não só parecem boas, como são boas para mim...
Da mesma forma que um trabalho sobre Jim Morrison para a faculdade, ou sobre o pintor José Malhoa são outras coisas que sabem muito bem fazer.

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Lembra-te das passagens de anos... alegres." - por serEmot


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[Mais de um ano depois são muitas as contrariedades, alguns os prazeres e poucas as conquistas. Pelo menos para um serEmot pessimista nato. Nada estará completo até tu lutares mais por ti. Sem perturbações.]

Recorda-te das passagens de ano duas e três semanas após o dia 31 de Dezembro... repete!

Have you ever felt lost?

Have you ever felt lost?
In an ocean full of sorrow
In an ocean all alone
Does your head speaks with a tone
Or just disperse without a trace

You may be with your soul,
but you soul is not available
just too hard to be at able
to go on with your dreams

sexta-feira, fevereiro 04, 2005

BA on the rocks


Bryan Adams tocou ontem à noite em Vigo, na Galiza (Espanha), depois de na terça-feira ter estado no Porto e domingo e segunda em Lisboa. Mais um pavilhão cheio!
Foto: EPA/SALVADOR SAS

PS: Hoje vi uma critica um pouco estúpida n´A Capital ao senhor BA. Há críticas que reflectem apenas e só preconceitos inúteis e sem sentido, muitas vezes de quem menos se espera.
Seria impossível esquecer o teu rosto,
o teu olhar, as tuas esperanças, o teu suspirar,
sinto-me perdido quando não te encontro
rendido e aturdido quando estás perto
o horizonte longínquo diz-me:
nada está perdido, encontrei o amor, em Joana...

serEmot para um concurso da RTP

Mudar de vida


Há músicas que são manifestamente boas, e gostamos. Melhor é quando, para além de possuirem uma letra fantástica, tem tanto a ver um momento actual, uma experiência pela qual estamos a passar. É o meu caso actualmente.
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"Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar

Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens...que ser
assim?...


Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver


Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar"

Mudar de Vida,
António Variações


por onde? save me

sábado, janeiro 29, 2005

hipopotamo


Ali vai um hipópotamo bebé a nadar ao lado da mãezinha, no zoo de Berlim. Yo. Hipopotamo, sabe nadar yeah.

Quer dizer, o rabo da mãe está muito virado para aqui, só espero que rabo de hipopótamo não saiba PEIDAR! Brrk....

days of the old school yard

É normal sentirmo-nos frustrados por não conseguirmos superar as nossas limitações, ou por queremos mais do que conseguimos. Mas parece que custa ver pessoas que estão próximas de nós conseguirem algo com que ambicionávamos bastante. Custa. Mas nem por isso temos de ficar com inveja, ciúme ou rancor. Faz parte da vida seguir em frente, procurar e buscar o que pensamos que queremos, mesmo quando as escolhas que nos aparecem pela frente nem sempre são as que idealizámos.

Nada como lutar. Só é pena eu me lamentar e não procurar com vontade e dedicação um melhor lugar para ficar.

Blahs. Remember the days of the old school yard, we used to laugh a lot.

quinta-feira, janeiro 27, 2005

sexta-feira, janeiro 21, 2005

como encontrar a sapiência virginal

Calma. Como encontrar a sapiência de uma criança, que está a descobrir tudo. Que fervilha em sonhos e ideias. Como encontrar as ideias FANTÁSTICAS que tinhamos quando éramos crianças...

quarta-feira, janeiro 19, 2005

por onde?


strange days have found us


Ora aí está um bom título para um livro. Ora aí está algo que me recorda que não correr está na ordem do dia para mim. Não fazer exercício, desporto, competição está completamente a inundar a minha vida. É que, de facto, não tenho tempo, companhia, paciência, dinheiro para estar a fazer exercício, como tanto gostaria.

serEmot em repouso físico e STRESS mental. Como é que se passa de uma situação flat, para uma situação in the crisp of the wave? É complicado meu caro serEmot. Talvez seja preciso um pouco mais audácia e decisões estratégicas e repentinas! Que tal tomá-las? Uhmmm. Não me parece. Porque é que não me parece?!?! O corpo pede. A mente pede. Como diz o Variações: "Quando a cabeça, não tem juízo, o corpo é que paga...!!"
"Se o que tens para dizer não é melhor do que o silêncio, cala-te!"*
Calei-me.


*citação de Miguel Sousa Tavares - Livro fabuloso: Não Te Deixarei Morrer David Crocket.
Eu poderia dizer: não te deixarei morrer serEmot;
talvez sejas tu que me deixas morrer.

"Once
I Had a Little Game
I liked to crawl back in my brain
I think you know the game I mean
I mean the game called 'go insane'

Now you should try this little game
Just close your eyes forget your name
Forget the world, forget the people
And we'll erect a different steeple.

This little game is fun to do.
Just close your eyes, no way to lose.
And I'm right here, I'm going too.
Release control, we're breaking through. " Jim Morrison

domingo, janeiro 16, 2005

sábado, janeiro 15, 2005

Six Feet Under


É incrivel como uma série de televisão nos consegue tocar. Bem lá dentro do nosso âmado. Em aspectos diferentes e importantes. Seinfeld é uma série de culto, que via quando estava no meu segundo ano de faculdade, e me deitava às 3h da manhã para poder vê-la.

Sete Palmos de Terra. (2) Tenho passado os meus serões de sábado a acompanhar dois episódios seguidos, que passam na A Dois. Série fantástica que tem uma capacidade de surpreender fascinante. Aqui estamos a ver vidas de pessoas que, embora aparentemente não tenham nada a ver connosco, acabam por estar relacionadas com a nossa vida em tantos sentidos e formas. A vida é-nos apresentada com esperanças, frustrações, situações embaraçosas, amizade, união e discussão familiar, homossexualidade, morte, infidelidade, morte, depressões, vida, problemas mentais, indecisões pré-universitárias. Enfim. Um sem número de situações e personagens apaixonantes em tantos sentidos. É cativante e até pedagógico, pelo menos para mim.

Sinopse:
"Sete Palmos de Terra", da autoria de Allen Ball, o mesmo argumentista de "American Beauty", considerada a melhor série de televisão de 2002 e premiada com dois Globos de Ouro, continua no nosso convívio em mais uma série de novos episódios.
Teve um estrondoso êxito nos Estados Unidos e noutros países desde que começou a ser exibida.
Como diz o Washington Post, "Sete Palmos de Terra", incita a uma devoção compulsiva. "Sete Palmos de Terra", é uma série dramática que nos dá uma visão trági-cómica da vida e da morte segundo a perspectiva de uma família americana disfuncional de Pasadena, que possui e dirige uma agência funerária.
"Sete Palmos de Terra" é uma série estranha, densa, profunda e cruzada por uma interessante dose de humor negro.
"Sete Palmos de Terra" fala-nos sobre a vida, apesar de tratar de morte e é brilhantemente escrita e interpretada. [Já está disponível o DVD!!]

Duração: 60 Minutos
Autoria: Allen Ball
Produção: Allen Ball e Robert Greenblat
Realização: Miguel Artete e Daniel Attias
Com: Peter Krause, Michael C. Hall, Frances Conroy, Lauren Ambrose, Freddy Rodriguez, Mathew St. Patrick, Rachel Griffiths

NOTÍCIA
Ball faz funeral a 'Sete Palmos de Terra'
Alan Ball vai pôr um ponto final na série de culto de que é argumentista e produtor, Sete Palmos de Terra. Ball confirmou à BBC que a quinta e última temporada entra em fase de produção na próxima semana. «Se a série é sobre algo, é precisamente sobre o facto de tudo ter um fim», resumiu Ball.

Produzida pela HBO, Sete Palmos de Terra ganhou vários prémios, entre os quais dois Globos de Ouro e seis Emmy, e colecciona uma imensa legião de fãs. A produtora confirmou a morte anunciada da série, mas não diz quando vão ser emitidos os derradeiros episódios.
«Vou sentir saudades de tantos talentosos argumentistas, equipa, actores e vou estar sempre grato à HBO por nos permitir e encorajar a contar a história que concebemos», disse Ball à BBC.
Para além de Sete Palmos de Terra, a HBO Internacional produz séries como Os Sopranos e Sexo e a Cidade.
Sete Palmos de Terra conta a história de uma família de agentes funerários de Pasadena, na Califórnia. Os fãs portugueses podem ver a segunda temporada da série (que a 2: já passou) na Fox, a partir das 21.30 do próximo sábado.

Crítica do Público a Sete Palmos de Terra:
Algures por entre milhões de vivendas, está Chandler à beira da sua piscina com candidatos ao "franchise" do seu negócio piramidal Beauty Vision. No alpendre-gineceu, as mulheres comentam como Chandler é belo: é um adónis perfeito no corpo e no negócio, que sela ali mesmo com um aperto de mão um contrato de "franchise" antes de se lançar à piscina num mergulho perfeito. Não sai dela com vida. Traumatismo craniano. Como Adónis, morre jovem.
E com dívidas. Não deixa dinheiro que chegue para pagar o caixão, muito menos o funeral. Ficamos a saber que o morto era outro, Adónis "renasce" noutra verdade. Nate Fisher, da Fisher & Sons, aceita da viúva incrédula um pagamento do serviço em prestações. Assim começa o 2º episódio de Six Feet Under (Sete Palmos de Terra, RTP2, segundas-feiras). Assim - com uma morte qualquer e um cadáver para tratar - começam todos os episódios.
Nate, o irmão Dave, a mãe Ruth e a irmã Claire são o núcleo de Sete Palmos de Terra. A Fisher & Sons, empresa funerária algures em L.A., também sofreu uma enorme perda. O chefe da família e do negócio, Nathaniel Fisher, morreu violentamente quando ia ao aeroporto buscar Nate para a Consoada. (O 1º episódio, que a RTP não mostrou, começa com essa morte estruturadora da série.)
ver o resto



Outras séries muito boas são Angels in America, 24, Sopranos... entre outras.

sexta-feira, janeiro 14, 2005

Irritante. Quando se está hiperactivo... quer-se fazer, escrever tudo. E o computador fica incrivelmente lento. Pedaços de magia perdem-se, talvez. Muito irritante. Energia desperdiçada.
Aqui fica um post do blog da M. (que não conheço): Pouco de Céu e que me pareceu adequado.

Fabrica de sonhos
Um dia, quando finalmente crescer e me vir confrontada com a triste realidade de que os príncipes não existem e o Pai Natal se resume a um estratégico golpe de publicidade, vou criar a minha FABRICA DE SONHOS. Vou, passo a passo, construí-los e moldá-los. Dar-lhes magia, música e encanto. Vou colori-los de todas as cores e vou voar. Vou sossegar o meu coração junto de estrelas mágicas, nuvens voadoras e circos da lua e do sol. Vou fazer o meu tempo e preenchê-lo de cheiros, sabores, momentos e instantes. Vou semear sorrisos, desenhar afectos e colher abraços. Vou denunciar a felicidade e prender o amor.
in Pouco de Céu

Onde está o festim, que nos prometeram?



Alguém me disse num certo dia de Janeiro, que no Inverno costuma chover. Alguém tem visto chuva?

Eu não. As bonitas e calmas Caldas da Rainha e a poluída e caótica Lisboa não têm visto precipitação. Para o comum dos citadinos é bem bom. Nada de chapéus de chuva, de dias com um trânsito impossível (ele já é por natureza, nas horas de ponta, quase impossível), ruas alagadas, etc. Para a natureza, a agricultura e até para o ser humano na generalidade e na sua essência é prejudicial. Enfim. Chove ou não chove, eis a questão...

"Mais uma coisa: obrigado oh senhor pela luz branca e ofuscante, obrigado oh senhor pela luz branca e ofuscante. Uma cidade ergue-se do mar, eu tenho uma dor de cabeça de divisões, de onde o futuro sou eu."
Jim Morrison

terça-feira, janeiro 11, 2005

Bom dia, serEmot!!



Bom DIA! É tão bom acordar cedo!
Especialmente para uma pessoa como eu, que se não estiver a trabalhar de manhã, tem dificuldades para acordar cedo, e depois sente-se frustrado. Sim, também sabe bem dormir até tarde, mas para mim é muito raro (visto que também é habitual). Prefiro acordar de manhã cedo, mesmo quando não aproveito a manhã como queria. Enfim, vou deitar-me um pouco mais... ihih.

Nada como experimentar o caloroso ninho durante uma manhã, sentir a protecção. Querer que não haja mais nada que não aquilo. Um problema: sentirmo-nos inúteis pode ser muito desencorajador e desmotivante. Não aconselho.

serEmot sleeps in his nest.

cascata venezuelana, mundo perdido


Sugestão do dia. Ir a uma bonita cascata, tomar um banho bem frio e dar uns quantos mergulhos.

segunda-feira, janeiro 10, 2005

Ano ano ano ano ano ano ano... são vários e não param para nós!

2005. O inicio do ano poder ser uma altura de esperança, novas expectativas. Tudo é o mesmo, mas temos consciência que deixámos passar o tempo. Deixámos coisas para trás, ganhámos outras. Este ano não foi propriamente uma altura positiva para mim. Alguma desilusão e frustração não deixam fazer alguma mossa e quando se faz pouco, e a vontade não é muita tudo parece nublado.
Melhores dias virão... afinal, é um novo ano. Este é o primeiro post do ano, todos falam na primeira qualquer coisa do ano...
Para mim, uma boa passagem de ano é aquela que é a duplicar!
Faz-se uma e passado uma ou duas semanas faz-se outra, para estar com outras pessoas com quem não estivémos e dar novo fôlego logo passado duas semanas. Recordo-me quando fiz isso há cerca de três anos, foi muito bom e só não repeti porque poucos normalmente alinham nesta pequena originalidade (se é que há originalidade nisso.....)