segunda-feira, julho 25, 2005

A imaginação sem limites

Admirável Mundo Novo
Romance

Aldous Huxley

Uma daquelas obras marcantes. Que nos guia por uma sociedade única e misteriosa. Original e interessante. E se o último propósito do ser humano fosse condicionar-se ao máximo para ser feliz? E se a sociedade decidisse no papel e nas leis que, afinal, de facto, não somos todos iguais perante as regras impostas pela comunidade? E se nenhum de nós nascesse do ventre de uma mãe, aliás, a palavra mãe era nojenta e pornográfica, e a de pai apenas muito inconveniente?

E se todos os seres humanos tivessem de ter vários parceiros sexuais (poligamia obrigatória) – não haveria casamento (algo considerado ridículo)? Aliás, ter apenas um mesmo parceiro durante algum tempo seria muito mal visto e condenado, especialmente para pessoas com menos de 30 anos.

E se houvesse regras específicas na sociedade para criar seres humanos diferentes, alguns até que se chamariam semi-abortos? Haveriam divisões na constituição desses seres humanos, com divisões de inteligência, altura, cor de pele – tudo isso era realizado com pormenor cientifico em gigantescos edifícios. As pessoas seriam criadas em provetas, e teriam uma certa ternura por esses tubos de ensaio.

E se a solidão fosse proibida? E quem se sentisse só visto com desdém.

E se houvesse uma espécie de droga e medicamento, chamado soma, que colocaria as pessoas sempre felizes, quando algo de problemático acontecia?

Este é o mundo criado por Aldous Huxley, pouco antes de 1932, altura em que o livro foi publicado. Este mundo de inspiração serviu de força motora para pessoas como Jim Morrison. Mas neste mundo estas são as premissas, a história e enredo vai mostrar as falhas das várias sociedades, a nossa, vista com uma longitude difícil de imaginar, e a construção da sociedade do Nosso Ford, uma espécie de criador, humano e inspirado. Huxley vai ao ponto de imaginar os pormenores de criação cientifica em diversas castas e da fabulosa educação por hipnopedia, que traz a todos estes seres humanos diferentes de nós, condicionamentos que lhes ficam marcados para sempre. Uma educação impressionante e imaginativa, a fazer lembrar que o mundo mais evoluído pode ser como nunca o imaginámos, em vários aspectos.

Golfe de obstáculos
Cinema Sensorial

"Havia umas coisas chamadas pirâmides, por exemplo. E um homem chamado Shakespeare. Nunca ouviram falar dele, naturalmente… Tais são as vantagens de uma educação verdadeiramente cientifica. Havia, como já disse, uma coisa chamada cristianismo…»"

«Por amor de Ford!» ... «Ford me ajude».

ler o livro online aqui.
www.huxley.net
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Artigo sobre Huxley
Site português
A obra completa
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Conhecer Aldous Huxley
Aldous Leonard Huxley (July 26, 1894November 22, 1963) was a British writer who emigrated to the United States. He was a member of the famous Huxley family who produced a number of brilliant scientific minds. Best known for his novels and wide-ranging output of essays, he also published short stories, poetry, and travel writing. Through his novels and essays, Huxley functioned as an examiner and sometimes critic of social morés, societal norms and ideals, and possible misapplications of science in human life. While his earlier concerns might be called "humanist," ultimately, he became quite interested in "spiritual" subjects like parapsychology and mystically based philosophy, which he also wrote about. By the end of his life, Huxley was considered, in certain learned circles, a 'leader of modern thought'.

Later years

He started meditating and became a vegetarian. Thereafter, his works were strongly influenced by mysticism and his experiences with the hallucinogenic drug mescaline, to which he was introduced by the psychiatrist Humphry Osmond in 1953. Huxley's psychedelic drug experiences are described in the essays The Doors of Perception (the title deriving from some lines in a poem by William Blake) and Heaven and Hell. The title of the former became the inspiration for the naming of the rock band, The Doors. Some of his writings on psychedelics became frequent reading among early hippies.


Foto de 1960. Huxley nasceu em 1864 e morreu em 1963. Foto1 ; 2 ; 3 ; 4 ; 5 ;

The Doors of Perception is a 1954 book by Aldous Huxley detailing his hallucinatory experiences when taking mescaline. The title comes from a quote from William Blake:

"If the doors of perception were cleansed everything would appear to man as it is, infinite."
Based on this quotation, Huxley assumes that the human brain filters reality in order not to let pass all impressions and images, which would be unbearable to process. According to his view, drugs can reduce this filter, or "open these doors of perception," as he puts it metaphorically. In order to verify his theory, Huxley takes mescaline and writes down his thoughts and feelings. What he notices is that everyday objects lose their functionality and suddenly exist "as such." Space and dimension become irrelevant and the perception seems to be enlarged, overwhelming and at times even offending because the person is unable to cope with the enormous amount of impressions.

Huxley, Aldous, "The Doors of Perception". (HTML file format).

Site sobre o livro


Aldous Huxley

segunda-feira, julho 18, 2005

janela aberta para a reflexão



Foto de Gordon Mitchell.

reminiscências recentes

Justiça. O mundo é, de facto, um local injusto e que nos perturba em vários aspectos. Mesmo as coisas mais materiais podem perturbar-nos bastante. No meu caso perturbam mais quando são muito utilitárias, e a minha vida muda considerávelmente com a falta de determinado bem material. É frustrante, revoltante e mete nojo mesmo. Agora, sempre que venho de viagem da minha base central, Caldas da Rainha, para minha base emprestada, Lisboa, não consigo deixar de pensar no dia em que alguém me roubou e minha pequena mota. Um investimento grande que significou sacrificios. Não consigo deixar de pensar nesta injustiça que me fizeram, sem motivo que eu considere válido.

quinta-feira, julho 14, 2005

where are the feast we were promised



O descanso para a vida. A paragem cria tiva. O desespero mental. Quem se sente a parar, a estagnar, só pode estar a passar ao lado da vida. Tudo pode ser encontrado, mas a adversidade é um inimigo poderoso. Encosta-nos à cadeira de embalar da vida. Aquela que não se importa, nos ignora e é lenta. Aquela que mata a vivacidade. Momento a momento estamos a envelhecer. Porque não aproveitar o tutano da vida, se não temos mais nenhuma?
A feast of friends.

domingo, julho 10, 2005

mudanças emotenses

O template deste blog já estava muito ultrapassado e até criava alguns problemas, por isso, mudei definitivamente o aspecto gráfico do dito cujo. Os temas continuam a ser os mesmos: assuntos e pensamentos introspectivos ou de inspiração celeste. Será? Talvez.

Os objectivos do blog mantêm-se, uma forma do seremot expor algumas ideias pessoais, neste cantinho que pretende manter-se bem sossegado e introspectivo...

sábado, julho 09, 2005

moon of sorrow

in a night of warmth, i seek the sleep, that langly gets far away from me. Moon of sorrow, please let me find the way to dreams. make them strong, make them inspired. i seem to know you. it´s all right. all your pain is here. let go. sorrow. no connection. please chase me to the valley of sheets, but make them comfort my lose mind. go to dreams. go to death. moon of sorrow, lead me now, and i will follow.

the beginning of something as peaceful as mutated. the change of a lifeline...
moon... the morning is near

quinta-feira, junho 30, 2005



É tão frustrante quando nos roubam algo tão útil quanto um meio de transporte - roubaram-me a minha motinha. Um investimento que se perdeu por completo, devido a um crime... estou revoltado e bem deprimido...
Yamaha Cygnus X.

sábado, junho 25, 2005

Willy Mason

Uma recente descoberta proporcionada pela SIC Mulher. Willy Mason. É uma melodia diferente do habitual, uma voz melosa e calma, um forma de cantar original e uma letra deslumbrante.

Oxygen
I wanna be better than oxygen

So you can breathe when you're drowning and weak in the knees
I wanna speak louder than Ritalin
For all the children who think that they've got a disease
I wanna be cooler than t.v.
For all the kids that are wondering what they are going to be
We can be stronger than bombs
If you're singing along and you know that you really believe
We can be richer than industry
As long as we know that there's things that we don't really need
We can speak louder than ignorance
Cause we speak in silence every time our eyes meet.

On and on, and on, and on it goes
The world it just keeps spinning
Until i'm dizzy, time to breathe
So close my eyes and start again anew.


I wanna see through all the lies of society
To the reality, happiness is at stake
I wanna hold up my head with dignity
Proud of a life where to give means more than to take
I wan't to live beyond the modern mentality
Where paper is all that you're really taught to create
Do you remember the forgotten America?
Justice, equality, freedom to every race?
Just need to get past all the lies and hypocrisy
Make up and hair to the truth behind every face
That look around to all the people you see,
How many of them are happy and free?
I know it sounds like a dream
But it's the only thing that can get me to sleep at night
I know it's hard to believe
But it's easy to see that something here isn't right
I know the future looks dark
But it's there that the kids of today must carry the light.

On and on, and on, and on it goes
The world it just keeps spinning
Until i'm dizzy, time to breathe
So close my eyes and start again anew.


If i'm afraid to catch a dream
I weave your baskets and i'll float them down the river stream
Each one i weave with words i speak to carry love to your relief.

I wanna be better than oxygen
So you can breathe when you're drowning and weak in the knees
I wanna speak louder than Ritalin
For all the children who think that they've got a disease
I wanna be cooler than t.v.
For all the kids that are wondering what they are going to be
We can be stronger than bombs
If you're singing along and you know that you really believe
We can be richer than industry
As long as we know that there's things that we don't really need
We can speak louder than ignorance
Cause we speak in silence every time our eyes meet.

On and on, and on, and on it goes
The world it just keeps spinning
Until i'm dizzy, time to breathe
So close my eyes and start again anew

Willy Mason

sexta-feira, junho 24, 2005

spontaneous combustion



Pardon me while I burst.....

A decade ago, I never thought I would be,
At twenty three, on the verge of
spontaneous combustion
. Woe-is-me. But I
guess that it comes with the territory; an
ominous landscape of
never ending calamity
I need you to hear, I need you to see that I have
had all I can take and
exploding seems like a definite possibility
to me.
So pardon me while I burst into flames.
I've had enough of the world, and its people's mindless games.
So pardon me while I burn and rise above the flame.
Pardon me, Pardon me...Don't ever be the same.

Not two days ago, I was having a look in a book and
I saw a picture of a guy
fried up above his knees
I said, "I can relate," cause' lately I've been thinking
of combustication
as a welcomed vacation from
the burdens of the planet earth.
Like gravity hypocrisy and the perils of being in 3-D...
But thinking so much differently.
Pardon me while I burst into flames.
I've had enough of the world and its people's mindless games.
So pardon me while I burn and rise above the flame.
Pardon me, Pardon me...Don't ever be the same.

Pardon me while I burst into flames.
Pardon me, Pardon me, Pardon me.

So pardon me while I burst into flames.
I've had enough of the world and its people's mindless games.
So pardon me while I burn and rise above the flame.
Pardon me, Pardon me... Don't ever be the same.

sexta-feira, junho 10, 2005

todos diferentes, todos satisfeitos


A vida tem destas surpresas agradáveis. Sexta-feira é um bom dia para comprar o jornal Público porque temos o Y (por vezes demasiado exagerado nas bandas escolhidas) e ainda o Inimigo Público (que tem aparecido com uma publicidade da Frize a imitar artigos do jornal satírico algo exagerados).

Mas, ainda bem que há pessoas diferentes de mim. Esta hora de almoço, quando me dirigia para a banca dos jornais para comprar a Premiere (e estava a considerar comprar o Público, mas como ando em contenção de custos estava reticente), uma senhora na casa dos 40 anos comprou o Público mesmo à minha frente. Com muito cuidado abre o jornal antes de pagar, tira de lá o Y e o Inimigo Público e pede à empregada para mandar os suplementos para o lixo - um crime! Ora, aqui o "eu" sugere de imediato ficar com aqueles dois (empecilhos para a senhora) principais motivos para comprar o jornal à sexta-feira. A senhora deu-me os jornais com todo o gosto e ainda sorriu. Eu sorri ainda mais, sabendo agora que haver pessoas diferentes de mim pode ser MUITO POSITIVO. Há alegrias que não têm preço...

Por falar nisso, só espero tornar-me excêntrico esta noite ao vencer o primeiro prémio do Euromilhões: cerca de 32 milhões de euros - 6 milhões e quatrocentos mil euros.

segunda-feira, junho 06, 2005

o amor e a tv



Porque é que esta posição não só é agradável como é muito recorrente para parte da humanidade, sempre com a companheira, tv, que durante horas nos faz passear pela vida dos outros e alheia da nossa própria vida, quando em demasia...

Novidade serEmot: Fotolog da Flickr, basta seguir o link - http://www.flickr.com/photos/seremot/

janela


De Edward Hopper.

domingo, junho 05, 2005

ao deitar


Foto: seremot; data: Abril.

Quando a noite pesa no olhar, e o pensamento fica nublado como o luar esta visão é das últimas antes de se entrar no mundo dos sonhos. A mesa de cabeceira é um conceito fascinante e incute um ritual cativante, no que diz respeito ao acto de dormir. Mas como o acto de dormir, quase sempre (menos na morte) pressupõe o acto de acordar, esta pequena mesa é também o objecto do ritual do acordar.


Elementos fundamentais na mesa de cabeceira:
- Luz.
- Um caderno e caneta (ideias, sonhos e imaginações devem ser registados ou serão para sempre perdidos).
- Um ou dois livros interessantes e, se possível, distintos.
- Mini-aparelhagem para nos poder acompanhar no caminho para os sonhos e dar a informação do dia ao acordar.
- Despertador: fundamental para acordar.
- Vela de cera: para poder dar um ambiente e cheiro muito agradável e também inspirador, no seu misticismo, para acompanhar a noite e os sonhos.


Lembrete para recordar a necessidade de acordar...

terça-feira, maio 31, 2005

sexta-feira, maio 27, 2005

bom dia?



O Garfield diz, está dito. Há manhãs que é mesmo assim! Hoje acordei cedo, não trabalho (trabalhei ontem, feriado). E depois de dois dias de sol fantástico e um dia de praia na Costa da Caparica - que nunca muda, continua com as más condições e agora está em obras constrangedoras - hoje está a chover, está frio e tempo nublado. Estranho. So be it.

quarta-feira, maio 25, 2005

praia



Praia sejas bem-vinda. É um sitio fantástico para se estar. Hoje em dia já podemos estar com relativa facilidade online em plena praia. Claro que é preciso ter dinheiro para tal, basta um Vodafone Mobile Connect Card e um bom portátil. A praia também é um meio muito agradável depois de não se estar há algum tempo a saborear areia, ondas e sol. Passado algum tempo também pode cansar.

domingo, maio 22, 2005

tv dependente


Não ter cabo (televisão) é uma desilusão. A televisão generalista está cada vez mais uma mistela pegajosa e mal cheirosa (m*rda), especialmente no prime time. Não se encontra nada de jeito. É impressionante. Ao fim de semana passam à tarde algumas séries que cativam, CSI, Perdidos, Alias, enfim. Mas por outro lado é costume apostar-se em filmes familiares/infantis que já passaram na tv dezenas de vezes. Podem funcionar para aquilo a que se propõe, mas quando se repete passado tão pouco tempo e de forma tão sistemática está-se a passar um atestado de "parvez" ao espectador. Não estamos propriamente a falar de filmes complexos, onde mais um visionamento pelo filme permite descobrir coisas totalmente novas. Não. São muito simples e servem um propósito limitado, daí repetir tão frequentemente é constrangedor.

Depois há a programação nocturna. Estamos perante uma bandeja de variedade muito limitada. Num sábado à noite, como é hoje e esta noite caímos na tristeza de ter uma novela, que eu considero um grande flop em vários níveis, na RTP1. Uma produção portuguesa e brasileira mas muito muito fraca. Na A Dois, temos a salvação, pelo menos para o meu tipo de gosto nesta altura da minha vida. Hoje fui presenteado com um documentário cativante e pertinente, totalmente espanhol e totalmente sobre Portugal. Desde a infância do Rei Juan Carlos em Cascais ao 25 de Abril. Uma perspectiva muito sóbria, correcta e interessante. Quase viciante, o que não é muito normal neste tipo de documentários. Na SIC temos uma programação que considero de qualidade, mas que atinge um determinado público onde eu não incluo. O K7 pirata escapa. Tem apontamentos engraçados o Francisco Menezes é muito cómico e o Nilton às vezes dá uma para a caixa. As telenovelas seguinte, parecem-me de qualidade, a qualidade Globo, mas dispenso. Na TVI temos outra novela, desta feita da vida irreal. Os breves instantes que passei pelo canal no meu habitual zapping - com quatro canais é frustrante - vi pedaços de uma discussão épicamente ridicula. Lili Caneças e uma figura assexuada, pseudo-social e pseudo-pessoa tinham uma discussão sobre protagonismo, como é óbvio. Sem pés nem cabeça. Enfim.
Numa noite como esta resta esperar pela madrugada, quando passam uns filmes aceitáveis e séries, às vezes, muito boas. Acabei de ver um anúncio do Six Feet Under. Segunda, na A Dois. Não posso esperar. Muito bom. Até o meu pai diz que gosta!

Na leitor de cd´s vou-me maravilhando com Josh Rouse, acho que estou viciado...

Na memória recordo-me perfeitamente, no que diz respeito à tv, da iniciativa das produções fictícias em inserir na RTP1 pedaços de poesia ao vivo lida por actores conhecidos em meios e de formas interessantes. Nuno Artur Silva é um dos meu heróis. Vi-o recentemente na festa do jornal Público, e estive para lhe apresentar algumas ideias. Se tivesse sozinho tinha ido. É ele um dos criadores do É Cultura, estúpido!, e é ele o criador desta deliciosa ideia de colocar apontamentos de poesia, durante alguns minutos, caídos de "pára-quedas" em prime-time. É uma ideia que já me tinha ocorrido, tenho de admitir. Vê-la na televisão causa-me muita satisfação, por achar um conceito maravilhoso, e alguma tristeza, por já me ter passado pela cabeça isso mesmo - não, ele não me copiou a ideia.
Há uns anos, tive um programa numa rádio local na minha cidade natal, que fazia todas as semanas à sexta-feira e vinha de propósito às Caldas para fazê-lo.
No inicio estava a substituir uma pessoa num programa já existente. Mas depois tive maior liberdade e criei o "60 minutos à abrir!". Era um programa de rádio, com muitas limitações, mas repleto de informação. Às 19h começava com uma entrada triunfal, uma música a abrir, já não me lembro qual era. Depois apresentava-me, dizia o conteúdo do programa e, se seguida punha uma música para desanuviar. Depois lia noticias nacionais, de seguida punha mais uma música e vinham as internacionais. Mais uma música e regressávamos com o Espaço Poesia, onde lia um poema de um autor português (na maioria das vezes), com musica inicial dos X-files, e depois uma mais suave. Vinha a publicidade, que não tinha nada a ver. Depois tinha as notícias locais, mais uma música - antes das músicas dava informações sobre bandas e concertos, e mais para o final vinha o espaço das sugestões para o fim-de-semana, incluindo cinema. Para terminar em beleza vinha o Espaço Poesia.
Nem sempre conseguia cumprir este programa tal e qual, fosse por problemas técnicos, demasiada publicidade da meia-hora, ou falta de tempo para organizar bem as coisas. Normalmente só tinha umas duas horas para preparar isto tudo antes, num computador muito lento... Foi uma experiência interessante, embora tenha melhorado muito mais a minha dicção na rádio quando estive na TSF. Memórias.

quinta-feira, maio 19, 2005

may the force be with me and mine



Será que lá chegaremos? As barreiras da imaginação sonhadora são tão altas que é totalmente impossível a qualquer humano realizá-las, que mais não seja por necessitar da multiplicação de uma pessoa noutras pessoas e, quem sabe, estar simultaneamente em vários locais.

"Cause I don´t wanna miss a thing". Diz a canção. Talvez seja por isso, todos estes anseios a saltitar de poiso em poiso e insatisfeitos. Mas dentro da impossibilidade existem metas alcançáveis, que tal chegar até elas? Dificil? Mas viável.

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Lembras a cor das árvores no Outuno. A cor do céu no fim do Verão. Recorda do cheiro das folhas a cair sobre o chão. Das milhares de folhas que divertem no parque da cidade, logo ali tão perto das Faianças de Bordallo Pinheiro. Folhas e mais folhas. Folhas sem parar. Correr dando chutos nelas, projectando-as para a frente, caminhando sobre o futuro, que morava logo ali. Pensa nas folhas, no sitio onde vêm as castanhas...

sábado, maio 14, 2005

o que falta...



Chega a um ponto da vida que estamos velhos demais para sermos o que queremos da forma como queriamos e novos demais para desistir de tudo. É um período difícil à espera de resolução evidente. Que tal ganhar o Euromilhões?

domingo, maio 08, 2005

à descoberta do universo, à descoberta de vida



This image released by NASA Thursday May 5, 2005 shows the Sombrero galaxy. The galaxy, called Messier 104, is commonly known as the Sombrero galaxy because in visible light it resembles a broad-brimmed Mexican hat called a sombrero. The new Sombrero picture combines a recent infrared observation from NASA's Spitzer Space Telescope with a well- known visible light image from NASA's Hubble Space Telescope. The Sombrero is one of the most massive objects at the southern edge of the Virgo cluster of galaxies. It is equal in size to 800 billion suns. This spiral galaxy is located 28 million light-years away and is 50,000 light-years across. Viewed from Earth, it is just six degrees away from its equatorial plane. (AP Photo/NASA)

sábado, abril 30, 2005

comics



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não não e não nakupenda

É lamechas mas vi e achei piada... eheheh.

Como dizer “amo-te” em várias línguas
Albanês
Te Dua
Alemão
Ich liebe Dich
Árabe
Ana Ahebak (a um homem)
Árabe
Ana Ahebek (a uma mulher)
Bengali
Ami tomake bhalobashi
Berbere
Lakh tirikh
Bósnio
Volim te
Búlgaro
Obicham te
Checo
Miluji te
Chinês (cantonês)
Ngo Oi Lei
Chinês (mandarin)
Wo ie ni
Croata
Volim te
Dinamarquês
Jeg elsker dig
Espanhol
Te Amo
Estónio
Mina armastan sind
Filipino
Iniibig ako
Finlandês
Mina rakastan sinua
Flamengo
Ik zie u graag
Francês
Je t’aime
Gaélico
Tha gradh agam ort
Grego
S’ agapo
Havaiano
Aloha I’a au oe
Holandês
Ik hou van jou
Húngaro
Szeretlek
Italiano
Ti amo
Islandês
Ég elska thig
Maltês
Inhobbok
Norueguês
Jeg elsker deg
Romeno
Te Ador
Russo
Ya vas lyublyu
Sueco
Jag älskar dig
Swahili
Nakupenda
Taitiano
Ua here vau Ia oe
Turco
Seni seviyorum
Zulu
Mena tanda wena

sexta-feira, abril 29, 2005

on the verge of spontaneous combustion



Existem muitas vidas espalhadas pelo mundo. Biliões e biliões delas. Engraçado como olhamos para as vidas de pessoas com muito sucesso, com fãs e conhecidas pelo mundo fora com a perspectiva: eles são mesmo felizes. Mesmo aqueles que não têm vidas muitos instáveis e não são alvo do assédio dos pappazzis têm uma felicidade talvez não muito diferente da dos comuns dos mortais. Constituida por pequenos momentos que não assim tão fantásticos quanto isso... Surgiu-me esta ideia depois de ouvir um post de audioblog no blogue do actor e realizador David Duchovny. Que, por acaso, é muito bom mesmo. Tenho dito, nem sempre bem, mas já disse...

sexta-feira, abril 15, 2005

spread the love vibration


No leitor de cd´s está: Josh Rouse.

A minha nova descoberta, graças à prenda dos meus primos. O album chama-se 1972.
Um nome sugestivo e que apetece.
The Smooth Sounds of Josh Rouse. São de factos sons suaves que nos balenciam o corpo perante um ritmo cadente e agradável, sem ser exuberante.
Batidas fortes mas que não perturbam as letras bem estruturadas, que facilmente ficam no ouvido e que falam dos assuntos mais comuns. A alegria, o amor. Sentimentos Sunshine (o nome de uma das músicas). Engraçado como não parece um autor típico norte-americano mas é bem enraizado nas cultura americana que o rodeia. Fruto de uma cidade pequena e pouco exuberante. Ele também é assim. O CD inclui um DVD que é o reflexo de Josh Rouse. Muito terra a terra e simples. Mais anti vedeta ainda do que David Fonseca - que pode autodenominar-se disso mas tem traços de vedeta. O album traz magia e alegria aos ouvidos e à mente.
É como ler um livro. Estamos a imaginar nas nossas esperanças e memórias locais e sensações bonitas. É um album positivo que nos eleva sob a poeira do dia a dia. Muito bem construido e puro mesmo. Faz lembrar um pouco o português Gomo pela alegria constagiante das canções. Sonoridade extraordinária que usa com facilidade e mestria vários sons que ajudam ao trabalho final. Se fica bem um bom assobio, ele aparece lá, se fica bem as palmas a acompanhar, estão também lá.
Uma boa descoberta que cativa e convence. Ficam os sons e as letras.

quarta-feira, abril 13, 2005

é um extra


The Gossips. Norman Rockwell.

Na vida temos sempre que recriar. Recriarmo-nos a nós mesmo na maior parte das vezes. Temos de o fazer, se queremos ter saúde mental. Recriar is the way to be. Porquê apenas criar? Bora re-criar. É um extra... claro está.




A Fonte, Ingres, 1856

sábado, abril 09, 2005

as primaveras da minha vida



Toda a gente diz "Parabéns!", quando alguém faz anos. Ou pelo menos é suposto dizer-se. Sai um grande sorriso na maior parte das vezes, como se fosse um acontecimento acabado de acontecer... e salta a pergunta mais habitual: "Então, sentes-te mais velho? hein?" OU "Como é ter mais uma primavera?" --- ao que por vezes respondo e na maior parte das vezes me apetece responder: "Por acaso nem tinha pensado que estava a envelhecer, mas obrigado por me teres lembrado..."


Fazer anos na primavera é muito agradável. Hoje está um dia estupendo. Sol. Céu limpo. Muita energia no ar e nem está muito calor, o que é refrescante. É um dia de Primavera típico, apesar de não estar a chover [Abril águas mil]. Recordo-me de não me recordar e de me contarem de que nasci num dia em que choviam aguaceiros breves, com alguns raios de sol pelo meio. Típico de Abril, portanto. Eram 18h25, consta da minha certidão de nascimento. Em retrospectiva o dia de anos ganha alguma importância, não só por ter nascido neste dia mas porque existem reminiscências fortes sobre os vários dias de anos que já tive. Foram 24 autênticas Primaveras. A maior parte delas não me recordo. Mas muitas tenho memórias vivas e que me põem em contacto com várias fases da minha vida. Já houve aniversários muito planeados, pouco planeados, muito maus e bastante bons. Mas também existiram muitos completamente banais. Em qualquer um deles dedico algumas horas, ou alguns minutos a PARAR. Tento parar a minha vida um pouco. Fico sempre algo frustrado quando faço isso, ou não fosse um pessimista por natureza. É mesmo assim. Para mim isso sim são os aniversários. As Primaveras da Vida são assim, às vezes.

A reflecção e retrospectiva. Devem ser momentos em que passamos sozinhos, isolados nem que seja por breves instantes. Nos dias de aniversário, por vezes, é agradável sentirmos que temos várias pessoas próximas. Mas nem sempre. Outras vezes parece um dia cínico. Olá, não nos vemos há meses e parabéns, boa vida. Uhmmmmmmm. Dá que pensar. A vida é cínica nuns momentos, e não cínica nesses mesmos momentos em que, simplesmente, temos outra disposição.

It ain´t a party, if you can come around. É normal a família mais próxima vir à minha casa materna. Sempre foram momentos que preservei na minha memória com grande alegria, muito pela exuberância, à vontade e proximidade com os meus primos. Já tive festas muito porreiras em família. Ultimamente as festas perderam a magia de outros tempos. Já não têm o mesmo significado nem metade da alegria. Aliás, as prendas são outra das coisas a que falta a magia inicial.

Prendas. Já não se recebem prendas especiais ou surpreendentes. Já não se recebem tantas prendas nem com tanto impacto. Receber-se-ia praticamente nenhumas caso não houvesse uma pequena festa, que serve praticamente para se dar mais uns euros, mais umas meias, mais qualquer coisa que até pode servir para a casa... doméstica [BRRRK, a pior prenda... BRRRRK]. Enfim. Ce la vie.

It´s my birthday and i cry if i want to. Voltando atrás no tempo recordo-me de alguns aniversários onde os 'dediquei' a outras pessoas que não a mim mesmo. Uns de uma forma enamorada, outros de uma forma de saudade. Saudade pelo meu bisavô João, que nasceu no dia 9 de Abril - o mesmo que eu - no ano de 1902 e morreu em 1989. Enamoro por algumas raparigas que por quem senti diversos tipos de encanto. Paixão platónica. Paixonetas e paixões profundas. Enfim. Recordo-me do meu 11.º aniversário que foi cuidadosamente planeado para a vinda de uma rapariga especial. Um passeio pelo pinhal e colinas selvagens perto de casa também cuidadosamente planeado. Todos os passos planeados. Nessa ocasião percebi que isso não resulta... Essa fase da minha vida tinha muitas semelhanças nos amores com os filmes de Jeunet Amelie e Um Longo Domingo de Noivado.

«Se chegar primeiro que aquele carro àquele beco ela gosta de mim e vai correr tudo bem», fazia esses pequenos testes comigo próprio constantemente. E acreditava neles. Durante vários anos seguintes fiz isso. Para muitas coisas. Inclusivé testes.
«Se aquela bolota cair em cima de mim vou ter boa nota.» São momentos que ainda hoje acontecem. A diferença é que não só são raros, como já não acredito neles, apesar de ainda fazer. É a esperança humana ao seu mais alto nível.

Nunca me hei-de esquecer de quando fiz 9 anos. Que mais não seja porque fazia 9 anos no dia 9. Só isso já era motivo para achar aquele momento especial e único. E era único de facto.



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Há pessoas que trazem a boa disposição atrás delas. Uma coisa impressionante. cativam. Colocam uma sala a cantar de forma alegre e entusiasta, até os mais velhos e cisudos. É agradável e até gosto, mas não sou bem assim, apenas muito esporadicamente e mesmo de forma rara. --- O filme A Namorada do Meu Melhor Amigo e a parte em especifico da personagem de Rupert Everett fez-me pensar nisto.

sábado, abril 02, 2005

cheiro de terra molhada



14h14. Acordo com a cabeças a andar às rodas, não literalmente (acho eu). Ouço o barulho forte da chuva a cair junto à minha janela. Está tudo muito escuro para esta hora do dia. Levanto-me com algum sacrificio. Abro a porta do quarto. Tudo muito escuro e com ausência total e completa de vida, humana ou de qualquer outra espécie. Vou à janela. Chove abundantemente. O cheiro de terra molhada invade o meu espirito. Que cheiro bom. Verdadeiro e agradável. Cheira a realidade temperada. Realidade deliciosa. Mas é um dia feio e mau. Na rua continua a não exister viva alma.

Acho que estou sozinho no mundo. Entrei numa outra dimensão onde não existem outras pessoas. Não vejo ninguém. Nem carros, nem pessoas, nem barulho - exceptuando o da chuva. Passo pelo estendal, tiro uma camisola encharcada que foi surpreendida pela chuva. Deixo cair uma mola no chão. Agacho-me e caio no chão como uma criança. OK. Ainda estou a meio a dormir. Estou num estado alterado em que a minha cabeça não consegue orientar o meu corpo convenientemente. Talvez um treino puxado no dia anterior e o corpo dorido não ajude.

Sinto-me bem sozinho no mundo. Não há mais ninguém, portanto não há mais expectativas. Mais desejos. Mais empregos. Mais sociedade. A sociedade sou eu, ou seja, não há. O que fazer? É a questão mais preemente. Talvez se arranje uma aventura bem mais interessante... do que tem sido a minha vida nos últimos tempos. Bem mais emocionante. Bem mais digna de entretenimento - filme, série... enfim... . O único senão é que não há mais ninguém. Também não se pode partilhar feitos, tristezas e tudo o resto. Oh well. Vou experimentar. Nem que seja pelos próximos minutos.
Talvez vá sonhar sobre isto. Seria um mundo fascinante a explorar.
O que fariam as pessoas se mais ninguém estivesse olhar para elas? Aquelas que são mais excêntricas e gostam de se mostrar aos outros não teriam ninguém a quem se mostrar. Talvez ficassem mais pacatas. Aquelas que são timidas e só revelam mais as suas loucuras no interior dos seus quartos talvez levassem esse interior para o meio das ruas, agora que não há razões para ser timido. Enfim...

Um solitário mundo a explorar... num sonho perto de ti, serEmot.





quinta-feira, março 31, 2005

À descoberta da Galáxia



Arches star cluster appears from deep inside the hub of our Milky Way Galaxy. Although hidden from our direct view, the massive cluster lies 25,000 light-years away and is the densest known gathering of young stars in our galaxy. The illustration is based on infrared observations with the Hubble Space Telescope and with ground-based telescopes, which pierced our galaxy's dusty core and snapped images of the luminous cluster of about 2,000 stars. Some of the brightest blue stars in this illustration are among the most massive stars astronomers found with the Hubble telescope, weighing about 130 times more than our Sun. The bright reddish object at upper right is the center of our galaxy, residing 100 light-years away from the Arches cluster. EPA/Artist's Concept/NASA

sábado, março 26, 2005



Boa páscoa.
Got chocolate? : A man stands next to a giant Easter egg made by Belgian chocolate-maker Guylian in a bid to establish a new world record in Sint-Niklaas. (AFP/BELGA/Lieven Van Assche)

domingo, março 20, 2005

chuviscos de primavera



O meu irmão diz hoje à minha mãe: "Oh mãe aconteceu um milagre, está a chover!?!"

A chuva voltou para acalmar a seca. É sempre agradável quando algo desse género acontece, só nas grandes cidades é que não dá muito jeito. E para quem se desloca de mota - o meu caso - também não.

Esta noite a televisão premeia-nos com um excelente filme: Apocalipse Now Redux. São 200 minutos do cinema de Francis Ford Coppola. A banda sonora é fantástica. Passa do misterioso e inspirador Jim Morrison - The Doors - ao clássico Wagner.

quarta-feira, março 02, 2005

quinta-feira, fevereiro 17, 2005

Ártico, tão belo e tão frágil



A zona do Ártico cheia de neve, natureza em estado bruto e beleza está-se a tornar rapidamente na lixeira dos químicos do planeta, anunciou ontem o Fundo Mundial para a Natureza. «Esta é uma catástrofe para o Ártico e para a Terra», disse uma das responsáveis pelo estudo.

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

swim to the snow, fly throw the skies



Expedição de uma vida... REVOLUCIONA A VIDA. A TUA.

veggie, want some?

Hoje entrei num restaurante vegetariano perto do trabalho. A pausa de almoço era diminuta e lá fui eu à aventura. Pensei para comigo mesmo: «vou comer qualquer coisa saudável». Entrei e nas primeiras mesas só vi mulheres, ok, tudo bem, pensei. Chego perto do balcão são uams seis funcionáriAS, todas mulheres. Olho para a sala interior vejo que estou a ser observado... são dezenas de mesas apenas e só com mulheres. Havia um único membro do sexo masculino, eu. Começaram a olhar todas para mim, como se fosse um extraterrestre...
Estou habituado a estar rodeado de muitas mulheres. No emprego, na universidade a minha turma era constituida por 80% de mulheres. Mas esta foi uma cena surreal. E um gajo que só queria comer comida saudável teve de ir comer na Pizza Hut em frente. Tá mal. Ah pois que tá mal.

Ou não. Eheh.

sexta-feira, fevereiro 11, 2005

if we meet again



Sim, exactamente o que estavas a pensar, isto é a cidade de Dresden, na Alemanha, ao final do dia de ontem. Pareceu-me bonito. Não. Errado. Não fui eu que tirei a foto, aliás, eu não sou propriamente muito viajado, bem pelo contrário. Se bem que gostaria de ser. Enfim.

Engraçado como paisagens como estas, que são características de uma cidade, se podem parecer a milhares e milhares de cidades espalhadas pelo mundo fora. Talvez seja porque as cidades do mundo estão, de facto, muito parecidas umas com as outras. As culturas esbatem-se desde há muito tempo, apesar do que é mais antigo ainda inspirar mais identidade cultural de um local em particular. Queen Mary, she´s my friend. But i believe, i go see her again. Nobody as to guess, baby can be blessed, so she finally sees, that she´s like all the rest. She takes, just like a woman. Yes she makes love, just like a woman. Ohh, but she hackes just like a woman, but she breaks, just like a little. J.Buckley.

warum, liebe Vatson?

Porque é que todos temos sonhos de seguir um qualquer percurso. De ter esperanças em fazer determinadas coisas. Uma coisa parece clara, os nossos sonhos são na generalidade influenciados pelo que vemos e ouvimos, pela forma como as coisas nos aparecem no dia a dia, por norma, na televisão.

Nada está perdido, tudo pode ser encontrado. Diz o serEmot optimista, aquele que quer seguir, sonhar e conseguir algo mais. Reconhecimento. Uma oportunidade para dar tudo o que está cá dentro.
Caluda. Diz o serEmot pessimista. Aquele que perdura mais, que tenta procurar uma realidade sombria. Aquele que reprime e se apercebe que não muito cá dentro para dar. Aquele que pára e não continua para mais...

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Lembra-te de continuar. Há que lutar e nunca parar, nunca calar, mas abraçar os sonhos, as esperanças, as expectativas.