Para quem quer descobrir e sentir. Quem quer conhecer outras formas de vida e de pensamento, melhor ou pior.
Quem = serEmot futuro.
O que interessa?
Tensões na mente de serEmot
quinta-feira, dezembro 29, 2005
domingo, dezembro 25, 2005
something about christmas time

[Há algo em mim que parece que já deu e ainda dá, numa pequena parte, um valor ao Natal como diz a seguinte estrofe da música de Bryan Adams. Mas a outra parte de mim, há já alguns anos bastante voluptuosa, vê o Natal com maior cepticismo, não só na questão do consumismo e prendas (que deixou de me fascinar e passou a irritar - hipocrisia e blah, blah) mas também noutras questões. A família é um aglomerado de pessoas complicado e, na minha em particular, parece existir factores como afastamento e ressentimentos antigos que complicam muitas situações. Custa ver isso no Natal, mas que é complicado, lá isso é. Continuo a ser o primeiro a "lutar" para que a minha familia se junte! Feliz dia 24 e 25 - e os outros também, pelo menos em momentos!]
Letra
There's something about Christmas time
something about Christmas time
that makes you wish it was Christmas every day
Christmas Time, Bryan Adams
sábado, dezembro 24, 2005
mais cedo ou mais tarde
são levadas pelo vento e o tempo.
Umas demoram mais tempo a apodrecer e a sair das árvores,
outras caem mal nascem. E o vento, tudo leva...
sexta-feira, dezembro 23, 2005
bom dia
But the fire is so delightful
And since we've no place to go
Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!
It doesn't show signsof stopping
And I've bought some corn for popping
The lights are turned way down low
Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!
When we finally kissgoodnight
How I'll hate going out in the storm!
But if you'll really hold me tight
All the way home I'll be warm
The fire is slowly dying
And, my dear, we're still goodbying
But as long as you love me so
Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!
quinta-feira, dezembro 22, 2005
ausências e mudanças
terça-feira, dezembro 20, 2005
segunda-feira, dezembro 19, 2005
18 till i die

O final de um ano é apenas uma altura simbólica em que se costuma colocar em perspectiva o passado e evidenciar as expectativas para mais três centenas de dias e pouco de vida, individual e na sociedade em que vivemos.
domingo, dezembro 18, 2005
coming soon, no orgasm
Lembrei-me disto quando estava a ver o filme Coming Soon (1999), na TVI, pela madrugada. Uma história engraçada, num filme em que Mia Farrow tem um papel pequeno. A protagonista é Bonnie Root.
O filme. Bonnie Root plays Stream, a senior at a prestigious prep school, and the last among her friends to lose her virginity. When it finally happens, she is under whelmed by the experience. This is an entertaining and intelligent film made by and for women.
Quotes: Stream Hodsell: Je veux l'orgasme. That means, I want an orgasm.
segunda-feira, dezembro 12, 2005
domingo, dezembro 11, 2005
bye natal

Está na hora da àrvore de Natal, em Nova Iorque. Vou tentar colocar as luzes de Natal no meu quarto - sem árvore - amanhã à noite. Não faço promessas.
jim morrison
Faces look ugly when you're alone
women seem wicked, when you're unwanted
domingo, dezembro 04, 2005
sábado, dezembro 03, 2005
opinar e partilhar
Não interessa como chegam lá, mas existem fortes possibilidades das pessoas erradas lerem os nossos pensamentos. Ou seja, não tarda, podemos estar a exprimir opinião sobre pessoas no trabalho, colegas de escola, amigos de longa data, ou pessoas que simplesmente não gostamos. Podemos também de falar daquilo que nos desagrada na nossa escola ou no nosso local de trabalho. Ao estarmos a expor-nos assim tanto, corremos o risco de poder ferir alguém, ou pior, ser mal interpretados por alguém.
Exemplo: mesmo que não fale de ninguém, só o facto de estar a expor pensamentos que tenho sobre a sociedade, a democracia, a falência da sociedade de consumo, podem levar a alguém a olhar-me com cepticismo ou o contrário, a gostar mais de mim. A verdade é que essas opiniões, nem sempre são a pessoa, são coisas que se pensam em determinada altura, que saem naturalmente, mas que não me fazem ser aquilo.
Dou um exemplo mais concreto. Eu começo a dizer umas coisas sobre a sociedade que aparentam ser comunistas - mesmo não o sendo -, tenho um patrão que odeia comunistas. O meu patrão pensa que sou comunista. Logo o meu patrão começa a pensar ver-se livre de mim.
As situações de opiniões sobre pessoas e acontecimentos são as mais flagrantes. Quando falamos de alguém temos de ter consciência, que ao publicarmos na internet, existe sempre a hipótese de a pessoa em questão ler o que escrevemos. Enfim, é um panóplia de hipóteses que fazem deste meio tão interessante, ao mesmo tempo perigoso.
Recordo perfeitamente de estar a trabalhar num local - lá estou eu a ser vago para não haver identificação com o local em questão - e de uma colega desse mesmo trabalho, que também é blogger, aconselhar-me a não falar da empresa em que trabalhava no meu blog. Um conselho que me pareceu estranho na altura, mas que fez perfeito sentido um pouco mais tarde. Um conselho que nunca mais esqueci. Obrigado Ana.
quinta-feira, dezembro 01, 2005
adoro o frio!

Suíça na foto. Fascínio ou não, adoro o frio... faz-me valorizar o calor. Um novo corte de cabelo, curto, no inverno, faz gelar facilmente as orelhas. O vento gelado passa dupla frieza nas zonas laterais, mais curtas... faz-nos sentir vivos. É uma sensação fresca e boa... quando não em demasia e volta a dar utilidade a camisolas quentes, casacos luvas e gorros bem quentinhos.
Porque não gostar do frio se é ele que permite saborear o prazer do calor matinal do vale dos lençóis.
Curioso como a água dentro de uma garrafa de plástico está tão fresca à temperatura ambiente, no meu quarto. Mais um pormenor dos dias de frio que se têm sentido.
ESTAMOS EM DEZEMBRO! Passou mais um ano, estou perto de atravessar mais um Natal. Passou tão rápido. Parece. É horrível pensar que já estamos em Dezembro... Resignação.
all for one
Pergunta a ávida mente ao actor de todos os últimos anos. Ninguém sabia, nem queria saber, apenas ele, nem ele. Nada estava perdido, muita coisa fora encontrada.
sábado, novembro 26, 2005
letra do dia
You can't manufacture a miracle
The silence was pitiful - that day
And love is getting too cynical
Passion's just physical - these days
You analyse everyone you meet
But get no sign - the loving kind
Every night you admit defeat
And cry yourself blind
If you can't wake up in the morning
'Cause your bed lies vacant at night
If you're lost, hurt, tired or lonely
Can't control it - try as you might
May you find that love that won't leave you
May you find it by the end of the day
You won't be lost, hurt, tired and lonely
Something beautiful will come your way
The DJ said on the radio
Life should be stereo - each day
And the past that cast the unsuitable
Instead of some kind of beautiful
You just couldn't wait
All your friends think you're satisfied
But they can't see your soul, no, no, no
Forgot the time feeling petrified
When they lived alone
If you can't wake up in the morning
'Cause your bed lies vacant at night
If you're lost, hurt, tired or lonely
Can't control it - try as you might
May you find that love that won't leave you
May you find it by the end of the day
You won't be lost, hurt, tired and lonely
Something beautiful will come your way
(It'll come your way)
(It'll come your way) Some kind of beautiful
(It'll come your way) Some kind of beautiful
(It'll come your way) Some kind of beautiful
(It'll come your way)
All your friends think you're satisfied
But they can't see your soul, no, no, no
Forgot the time feeling petrified
When they lived alone
If you can't wake up in the morning
'Cause your bed lies vacant at night
If you're lost, hurt, tired or lonely
Can't control it - try as you might
May you find that love that won't leave you
May you find it by the end of the day
You won't be lost, hurt, tired and lonely
Something beautiful will come your way
You won't be lost, hurt, tired and lonely
Something beautiful will come your way
Robbie Williams
adeus, não afastes os teus olhos dos meus
O que fazer? Numa aldeia - digo eu - alguém perguntaria de imediato se poderia ajudar, o que se passa... Na cidade a anomia social que as aulas de geografia ensinaram, e que eu me mostrei algo relutante em acreditar, parece tomar conta da maior parte das pessoas. Vejo isso acontecer todos os dias. Ou então o oposto, pessoas a meterem-se nos assuntos e na vida dos outros quando não devem: velhos nos autocarros da Carris. Parecemos cada vez mais desintegrados da nossa condição humana, à medida que ficamos cada vez mais integrados na vida urbana. Vamos ficando mais "embrulhados" na rotina morosa, nos tempos mortos imensos, que não sabemos já olhar à volta, ver as coisas boas e as coisas más.
As pessoas nas cidades parecem cada vez mais afastadas da realidade que circunda à sua volta, incapazes de ajudar alguém que precisa de ajuda. Claro que existem excepções, felizmente. Mas as desilusões vão fazendo com que as pessoas mais atentas e capazes de ajudar comecem a desistir. Ou porque ajudaram e ainda foram, depois, maltratadas verbalmente, ou porque foram assaltadas pela sua boa vontade ou distracção. Na cidade não convém sermos distraídos, especialmente com as nossas coisas. Corremos o sério risco, andando de transportes públicos, de ficarmos sem telemóveis, carteiras, entre outros objectos, que algum gatuno agarrou indevidamente. Ou pior: ficarmos sem o nosso transporte, se calhou estarmos no local errado à hora errada, como pode exemplo, motas... [it happen to me!].
A anomia social parece tomar conta do mais resistente dos seres, se não for totalmente é parcialmente. Já não aceitamos com tanto bom grado, os folhetos publicitários, não damos esmolas - ou teriamos de dar de cinco em cinco minutos [há quem dê].
Somos um produto manipulado constantemente: Seja no valor especulativo que pagamos pelas casas no centro ou periferia de uma grande cidade - valores exorbitantes quando existem milhares de prédios vazios e abandonados em Lisboa; Seja naquilo que compramos e ao preço que compramos, tudo manipulado pelas máquinas de marketing das empresas, que procuram vender produtos a outros produtos, nós.
Somos produtos criados por um sistema caduco de democracia, de organização de cidades, de publicidade excessiva e agressiva. Para um qualquer lugar em que nos viramos numa cidade como Lisboa existem outdoors, publicidades enormes, que circundam tudo e todos. É-lhes impossível escapar. Não há nada para aprender neles... apenas tentativas de nos convencer a não esquecer uma determinada marca, que ganha tanto dinheiro com aquilo que compramos, que se dá ao luxo de gastar mais uns milhões em nos inundar com publicidade, na expectativa de nos fazer comprar em massa um produto - mesmo que não seja necessário para o nosso bem estar. O convencimento está feito. Cansa viver na cidade. Não admira que tantos saiam dela. Claro, as vantagens também são boas... a cultura, arte, as instituições, o movimento. O controlo político também está lá...
Banda sonora do post:
"We all live in this democracy
Th_ought
It's not that clear who's the enemy
There's nothing here to learn"
David Fonseca - Bu_urn

escuridão citadina
Um conto de Glauber Ramos de França Lima.
"Atravesso a rua. Ainda não é noite, mas os postes já começam a iluminar. As pessoas normais preferem a claridade, sentem-se mais seguras assim. Não eu. Para mim, a luz é uma incómoda visita, uma intrusa que, sem pedir licença, adentra a sala da minha consciência, mexe nas gavetas do velho armário de memórias e coloca à vista todos os meus defeitos e fraquezas.
O lado oposto é sombreado por um conjunto de fícus e mangubeiras irregularmente dispostos. As árvores deviam ser podadas com mais frequência, é verdade. Porém, mesmo que seja obrigado a inclinar-me para desviar dos galhos mais baixos, ainda acho que tal desleixo seja útil, pois evita que qualquer pessoa do lado oposto reconheça quem esteja passando por aqui.
O chão é assentado por um conjunto de pedras mal encaixadas, deixando perigosos espaços que não raro levam ao tropeço e à queda os novatos que por aqui transitam. Não corro esse perigo. Conheço cada buraco, cada fenda do tortuoso caminho, deixando-me conduzir diversas vezes com os olhos fechados. Contudo, respeito-o profundamente. E ele, a mim. Difere o lado claro pelo calçamento impecável, inclusive com aclives para deficientes físicos. No lado claro, comunhão. Lado escuro, solidão.
As pessoas que preferem o lado escuro pertencem a duas classes principais: os fotofóbicos e os noctívagos. Fotofóbicos são aqueles que por algum motivo de foro íntimo não suportam a luminescência natural e artificial. São os chamados vampíricos. Certa vez, ao passar pelo caminho, cruzei com uma jovem que me fitou profundamente por alguns segundos. Seu rosto era pálido e inexpressivo. Entretanto, sua áurea era de morte, e se a morte possui qualquer espécie de face, certamente assemelhar-se-á demasiadamente ao rosto daquela garota. Assim, fazem parte desse grupo as pessoas dotadas de extrema feiura - na maioria das vezes tal conceito reside somente na psique do indivíduo, mas encontra-se tão arraigado que acaba por levar essas pessoas a um estado extremo de reclusão - que encontram na escuridão o abrigo e o conforto contra um mundo o qual cada vez mais cultua a estética do corpo e celebra a ignorância da alma.
Com relação aos noctívagos: estes sim são os verdadeiros donos da escuridão. Alimentam-se dos restos da noite. Ganham forma quando se fecham as lojas e diminui o ritmo do trânsito. Compreendem os mendigos de qualquer espécie, as prostitutas, os travestis, os artistas anónimos, como é o caso dos malabaristas de sinais, os ébrios eventuais e os poetas lunares. Dignamente, vendem suas misérias para sobreviver. A mãe nocturna é o seu abrigo, seu fundamento existencial. Sem ela, padecem à míngua. A prostituta e o travesti não poderiam vender o sexo senão sob o estigma da discrição e do anonimato. Os mendigos, principalmente as mulheres com crianças de colo ou grávidas, aproveitam a calma nocturna como meio de sensibilizar mais facilmente os motoristas. Assim também actuam os malabaristas e tantos outros artistas dessa qualidade, os quais aproveitam o poder de contemplação que a noite exerce. O ébrio quebra garrafas e grita loucamente sem ser censurado. E os poetas buscam no submundo a inspiração para seus versos existenciais de amor e solidão.
"A noite dissolve os homens...". A noite, a escuridão. Diluído, singro caminhos, passo desapercebido, sem qualquer espécie de incómodo. Um ou outro ainda me encaram nos olhos, mas logo caio no esquecimento. A própria existência é um grande esquecimento, um andar de alma sem corpo. Ainda ontem lembrei que precisava de sapatos novos. Para quê? Se os velhos apertam, paciência. A vida é isso, um imenso sacrifício."
sexta-feira, novembro 25, 2005
hold still for a moment, till u find me
Neste momento, ora dia 24/25 de Novembro de 2005 (chiça, o ano está quase a terminar!!), tenho um belo caderno funcional, de argolas preto, claro está!
Ideias voam por aí...
Por isso mesmo (por elas voarem por aí), a maior parte das minhas ideias para posts mais originais/pessoais, comentários sobre o mundo que me rodeia e filosofias gratuitas surgem na rua, fora de casa. Infelizmente "apanho" ou passo para o papel muito poucas dessas ideias que me aparecem na mente nos momentos mais impróprios. Ou porque na altura não deu jeito escrever, ou porque deu preguiça...
Outra das deficiências que aponto a ti, serEmot, é pegares tão poucas vezes nesse mesmo caderno para o observares e passares para blogs ou para a tua vida algumas das ideias, conselhos, propostas de trabalho, que acabas por apontar lá. Escrevo bem mais no caderninho, do que leio o que escrevo - ou concretizo o que escrevo.
Só cerca de 15% do que anda pelo caderno conhece a luz do dia. Ora, é um desperdício de ideias!
Tenho ideias para programas de tv, sketches, para textos humorísticos, para textos de suícido (belo paradoxo, hein), para programas de rádio e para muitas outras coisas.
Ainda sobre o desperdício de ideias, convém esclarecer que as minhas ideias mais brilhantes, para tudo, desde a ciência à literatura, passaram na minha infância e adolescência.
Como na altura não escrevia praticamente nada do que pensava, perderam-se para TODO O SEMPRE! Restam pequenos pedaços desse serEmot júnior neste serEmot actual, resta-me aproveitar os pequenos bocados que ainda existem... [claro que esta ideia pode muito bem ser pouco real, visto que as ideias brilhantes que pareciam brilhantes em pequeno, podem valer pouco para mim agora].
Vi recentemente o filme Proof - Entre o Génio e a Loucura. Uma das perspectivas que mais me espantou no filme, foi a personagem de Anthony Hopkins, Robert, um velho matemático brilhante, que era também louco. No final da sua vida passou alguns anos a escrever 103 cadernos, repletos de teorias. Ele próprio achava as suas novas teorias geniais, um dos seus alunos achava que deveria haver ali qualquer coisa de genial e, por isso, pôs-se a pesquisar todos os cadernos, na esperança de encontrar uma teoria genial nos cadernos do velho professor. As milhares de teiorias e ideias que o velho matemático tinha escrito não passavam de ideias sem qualquer nexo: sobre o quotidiano, sem qualquer interesse matemático e muito, muito pouco interesse humano...
Conclusão: muitas vezes escrevemos ardentemente um qualquer assunto, apaixonados pelo que dizemos, que não vemos que talvez não seja nada de especial.
Já me aconteceu por diversas vezes - e a ti, serEmot - estar a rever um post antigo, ou uma ideia antiga num dos blocos, e sentir que aquilo que digo não tinha tanto interesse quanto pensava que tinha.
Mas também já me aconteceu o contrário, felizmente. Já li textos antigos que já nem me lembrava que existiam e sentir uma nostalgia emocionante, ou um sentimento de ter escrito algo com valor que na altura até nem dei tanto valor...
É engraçado pensar nisto, é também uma perda de tempo...
Mas o que é a vida? Não será uma perda de tempo bem grande? Estamos sempre a perder tempo, ou não estivéssemos a caminhar para o fim, momento a momento - diz o pessimista dentro de mim.
00h49. Marca o relógio do computador. 00h52, marca o relógio de pulso que removo sempre que chega a qualquer lugar - recordo que fiz isso mesmo, por instinto, numa entrevista com o David Fonsec. 00h51 marca o relógio do telemóvel (do principal). 1h22 marca o relógio da mesa de cabeceira, aquele com o qual raramente consigo acordar.
Isto quer dizer, bonita e singelamente, boa noite ao serEmot que há em ti! A cama por ti e por mim espera. Como será o dia de amanhã? Como será o acordar?
Banda sonora do post:
Who are you? Who are you?
Pergunta o David Fonseca na primeira música do novo album, que estou novamente a ouvir.
In this little town
Cars they don't slow down
The lonely people here
Into ther lonely hearts
Passa com uma melodia ternurenta e que é o mote para uma das minhas músicas preferidas, com um dueto impressionante entre o David e a Rita: Hold Still.
quinta-feira, novembro 24, 2005
o que estou a fazer
Dou mais uma dentada na bela da maça!
Continuo: Após a sandes (eu chamo assim, será sande? caguei), muito trabalho se seguiu, trabalho num novo blog do trabalho. Entro fora de horas e ainda como uma fatia de bolo de chocolate - também da "máquina". Eram 20h46, estava na hora de ir embora, depois de ter feito trabalho de outros. Para apanhar o inconstante autocarro tive de ir a correr. Vejo-o a chegar. não vou chegar a tempo!! [que significa mais uma hora de espera], corro que nem um desalmado... lá consegui chegar a tempo e entrar nos bus desvairado e quase sem fôlego. Alguma mal disposição da corrida inesperada... mais um dia triste nos 39 minutos que ainda demorei a chegar a casa. Uma passagem pelo Residence, para ver o que pairava no cinema serviu para animar um pouco. Já tinha visto todos os filmes, menos um... chegado a casa... net. Estúpido! diria a minha mãe... e não só. Sou viciado. Mas sabe bem poder conferenciar com amigos via messenger e expor a parva da minha vida aqui! Não sei bem porquê - ou sei mas não vou entrar por aí!
AI o LUME!!! - fim do post
Banda sonora do post:
I got a love that no love can break. Diz o melodioso David Fonseca, na música Our Hearts Will Beat As One do novo album do David, que ouço na minha aparelhagem. Bom som! Animado e mexido.
So don't you go and be the best
there's no one running, this ain't a test
(...)
If this is the place to start
The go, follow your heart
Ouço na música seguinte do David: The Longest Road. Mais calma e também melodiosa.
terça-feira, novembro 22, 2005
mais nada por hoje
Lembras a chegada a casa, após uma noite repleta de intensidades, alegrias e desilusões, algumas também. Apilhar as prendas, uma a uma. Fazer o inventário mental e material. Ver em quanto estávamos mais enriquecidos, na mente de uma noite bem passada e inspirada, na maravilha que descobriste nas prendas e nos bens materiais e no que eles poderiam significar. Estava tudo a nascer, estava tudo a crescer. Naqueles momentos. As idades mudam e o espiríto torna-se diferente, as emoções diferentes, a forma como olham para ti é diferente e... nunca mais será a mesma.
Não há nada para aprender... será? Apenas para experienciar, saborear e... recordar com saudade.
Boa noite serEmot. Estamos contigo nesta noite, tentaremos estar contigo logo pela manhã, daqui a pouco. O vale dos lençóis espera por mim. Tu esperas por ele e... como se estivesses numa nuvem, vais dar risinhos de excitação de quem está num meio tão aconchegante, protegido de tudo o que é exterior, que nos afaga as memórias e os sentidos.
Mais um dia. Mais uma noite. Mais algumas palavras. Música no leitor. Computador ligado. Mais nada, por hoje - quem sabe... para sempre.
momentos... quentes

domingo, novembro 20, 2005
quinta-feira, novembro 17, 2005
time isn´t on your side
Amsterdam
Come on, oh my star is fading
And I swerve out of control
If I, if I'd only waited
I'd not be stuck here in this hole.
Come here, oh my star is fading
And I swerve out of control
And I swear I waited and waited,
I've got to get out of this hole
But time is on your side
It's on your side now
Not pushing you down and all around
It's no cause for concern
Coldplay
ironia
Now if you need me
Call me
No matter where you are
No matter how far
Don't worry baby
Just call out my name
I'll be there in a hurry
You don't have to worry
'Cause baby, there ain't no mountain high enough
Ain't no valley low enough
Ain't no river wide enough
To keep me from getting to you, babe
Remember the day
I set you free
I told you, you could always count on me, darling
And from that day on
I made a vow
I'll be there when you want me
Some way, some how
Supremes
terça-feira, novembro 15, 2005
revolta
Adeus mundo que me viste crescer desde os 18 anos! Olá mundo que sempre desejei conhecer e que sempre me fascinou pela impossibilidade de lhe fugir.
domingo, novembro 13, 2005
profundezas da vida

TheMarkR
Angule of life. Creator of Life brings creation to the world. Creator of Life isn't willingly do prolongue is own life. What gives life?
con fusion
hurt. no sorrow. no mercy.
creator of life on the move to a life breakdown
he's not nervous. he's just disappointed.
in pain. in sorrow.
god!!! why have you left me
why you don't seem to exist to me
why nobody cares
why nothing makes sense
this society; this life; this pain,
this way of being.
BeingEmot sucks as it never sucked before.
There's no returning to the early years,
there's no return to the time
where all was made possible
Sorrow. No erection
Resignation. so much sorrow, so much hurt.
Nothing is, Nothing was, Nothing will be...
Is Death a way of expression?
All is well, says the young boy inside of him.
He was young, got a big will,
a big flame that was on
the verge of running out forever
or fadding away... slowly
Deeply. Not willingly
Goodbye...













