terça-feira, janeiro 23, 2007

papo-seco com maminho

Benfica, Capital do Papo-Seco com Maminha.
comentário a este post:
O BA (aka Bryan Adams) também é grande fã dos papo-secos com maminha portugueses. Diz que adorava na infância, quando viveu cá uns quantos anos - era Cascais e não Benfica (se calhar havia por lá também).
Lá pelas Caldas da Rainha city também já não vejo os fantásticos papo-secos com maminha (a maminha dupla é o trunfo maior) há vários anos. Enfim. Ao menos o Nestum continua bem vivo e num mercado, supermercado e hipermercado ao pé de si...

Acabei de comer Nestum Figo (o fruto, não o jogador de futebol, felizmente!). Antes de deitar até que sabe bem. Até porque está muuuuito frio.

Prazeres. Amanhã de manhã são os belos dos cereais estaladiços. Ainda sou homem de Estrelitas! Com muito gosto.

domingo, janeiro 14, 2007

marilyn

inferno

Recordo-me de ter feito numa aula de português, algures no 8º ou 9º ano, uma pequena representação do Auto da Barca do Inferno. Coube-me o papel de Parvo - não poderia ser mais apropriado. Embora fosse muito difícil, adorei decorar aquele diálogo, especialmente o calão ofensivo e antigo. Tinha um certo encanto e graciosidade. Memórias literárias.

sexta-feira, janeiro 05, 2007

deus

O ano de 2007 já começou e custa a acreditar que o tempo tenha passado tão depressa. Era só para avisar o planeta que 2007 é o meu ano. Todos os outros que queriam ficar com ele vão ter de esperar por um ano seguinte - que os anteriores já estão esgotados.

terça-feira, dezembro 26, 2006

fall

Idealization of life. Creation of barriers. Breakdown of thought.

magic candle

Quando nos dispersamos muito. Quando não nos concentramos mais em determinada área e andamos perdidos em várias... sem rumo definido corremos o risco de ser e fazer pouco do que gostamos, dar pouco de nós próprios. É preciso arriscar. Eu preciso de arriscar. Mas, para isso, é preciso começar e não parar. Não dispersar. Não quebrar. Eu não tenho o que é preciso... se calhar. Versão pessimista emotense.
Bem-vindos.

segunda-feira, dezembro 25, 2006

ironia

"Ironia, verdadeira liberdade. És tu que me livras da ambição do poder, da escravidão dos partidos da veneração da rotina, do pedantismo das sciencias, da admiração das grandes personagens, das mistificações da política, do fanatismo dos reformadores, da superstição d'este grande universo, e da adoração de mim mesmo."

in As Farpas - citação de P.J. Proudhon

domingo, dezembro 24, 2006

incubus



7am...
The garbage truck beeps as it backs up
And I start my day thinking about what I’ve thrown away...
Could I push rewind?
All the credits rolled in signifying the end
But I missed the best part
Could we please go back to the start?
Forgive my indecision

Then again, then again, then again,
You’re always first when no one's on your side...
Then again, then again, then again,
The day will come when I want off that ride

11am
By now you would think that I would be up
But my bed sheets shade the heated choices I made....
What did I find?
I never thought I could want someone so much
Cause now you’re not here
And I’m knee deep in my own fear
Forgive my indecision...
I am only a man...

Then again, then again, then again,
You’re always first when no one’s on your side...
Then again, then again, then again,
The day will come when I want off that ride

12 pm and my dusty telephone rings...
Heavy head up from my pillow, who could it be?
I hope its you... there... ooooooohh....

Then again, then again, then again,
You’re always first when no one’s on your side...
Then again, then again, then again,
The day will come when I want off that ride

quarta-feira, dezembro 13, 2006

i see things [v.5]


I See Things [v.5]
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l. on the balcony overlooking the meadow....[v.2]


o ex-presente



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lunatic


lunatic
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one girl's celluloid dream


one girl's celluloid dream
Originally uploaded by DrJoanne.

dangerous dreamer


dangerous dreamer
Originally uploaded by DrJoanne.

cervo


cervo
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o middle


o middle
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quem é?


espionage as enjoy
Originally uploaded by espionage.

quinta-feira, novembro 30, 2006

lembra-te

[É curioso e ao mesmo triste pensar que só comecei a procurar poemas de Mário Cesariny agora, que morreu há dias. Encontrei este que me pareceu fascinante e intenso. Tem alma.]



lembra-te

Lembra-te
que todos os momentos
que nos coroaram
todas as estradas
radiosas que abrimos
irão achando sem fim
seu ansioso lugar
seu botão de florir
o horizonte
e que dessa procura
extenuante e precisa
não teremos sinal
senão o de saber
que irá por onde fomos
um para o outro
vividos

Mário Cesariny

quarta-feira, novembro 29, 2006

lembrar dos pormenores

Às vezes apetece escrever aquilo que fazemos, especialmente de manhã (altura de maior anomia), que mais não seja para nos lembrarmos, agora ou depois, que o fizémos - e não me refiro, propriamente, a coisas importantes da nossa vida.

estes e aqueles dias

Por estes dias não me sinto. Tudo passa e eu não sinto. Faço muito e continuo a não sentir - salvo pequenas excepções. Sinto-me pequenino. Insignificante e preso. Agarrado e limitado. Perturbado e sem forças para sentir. Exprimir. Sair. Mudar. Viver.

sábado, novembro 25, 2006

so alone

I’m so alone
Nobody knows my passed
I’m so revolted
Nobody knows why
I’m so bored
Nobody sees me
Im reborn
Nobody’s there

quarta-feira, novembro 15, 2006

antigo e curioso



Ver a partir do minuto e 30 segundos.



1980.



Christmas Time.



This Time.



Don't you know that tears ar not enough.



It's a House Arrest.



Entrevista.



When the night comes.



Entrevista MTV 1994.

quarta-feira, novembro 08, 2006

tempo

O tempo passa mais depressa. É essa a sensação que tenho tido nos últimos dois anos. Torna-se difícil ver a vida passar assim, sem anunciar que vai passando. Sem fazer-se notar nem se explicando. Quero parar o tempo e a vida. Meditar e recomeçar. Gritar e revitalizar uma vida moribunda.


Trova do vento que passa

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
Manuel Alegre

quinta-feira, novembro 02, 2006


rains drops keep falling on my head

Por mais inconveniente que seja apanhar uma "molha" - ser apanhado sem chapéu de chuva nem casaco protector numa situação de chuva intensa na rua -, também consigo de ver coisas boas, mesmo quando vou encharcado pelas ruas. É simples... uma "molha" é tão natural quanto a sua sede, tal como o anúncio dizia. Depois, é diferente e inesperado e, apesar de estarmos numa sociedade já muito civilizada (seja lá isso o que for), quando chove e estamos na rua todos estamos a ser afectados pela mesma coisa. Há alguns que correm, a fugir da chuva - desgraçados. Outros, normalmente rapazes e jovens, que andam descontraídamente a apanhar a valente chuvada com determinação e coragem. É puro e parece que lava muita coisa. Se viram alguém de casaco de ganga, com um poster enrolado por dentro do casaco, e um panfleto de um filme de animação por cima da cabeça... era eu. Não imaginas o que o braço me começou a doer, mas consegui evitar 5 grandes pingas de água...