Para quem quer descobrir e sentir. Quem quer conhecer outras formas de vida e de pensamento, melhor ou pior.
Quem = serEmot futuro.
O que interessa?
Tensões na mente de serEmot
sexta-feira, março 16, 2007
tão boa de ouvir
A música é tão boa de ouvir.
Estamos sozinhos connosco próprios. Podemos entreter a vista, mas a mente viaja para outros lugares. Um pouco como um sonho reflexivo e introspectivo. Talvez por isso goste, profundamente, de ouvir música ao dormir. Na escuridão de um quarto isolado. No meio do nada e no centro de tudo. Permito-me imaginar sensações, sonhos, tensões e rancores que me transportam no tempo e na memória, na minha vida e na de outros.
É refrescantemente alegre e deprimente, dependendo das vezes e dos lugares, dos estados de espírito e das sensações do que nos rodeia e, especialmente, do que o tom e as palavras nos dizem. Curioso como uma letra pode significar tanto mais se for cantada de uma forma diferente e mais intensa. Acabo de ouvir a música Best of You, cantada ao vivo no álbum Skin and Bones, dos Foo Fighters. A música é acústica e calma, a voz é de metal e de rancor e agressividade. A intensidade emocional é brutal e envolve-me num sentimento demasiado estranho para estranhar.
9-12-2006
Estamos sozinhos connosco próprios. Podemos entreter a vista, mas a mente viaja para outros lugares. Um pouco como um sonho reflexivo e introspectivo. Talvez por isso goste, profundamente, de ouvir música ao dormir. Na escuridão de um quarto isolado. No meio do nada e no centro de tudo. Permito-me imaginar sensações, sonhos, tensões e rancores que me transportam no tempo e na memória, na minha vida e na de outros.
É refrescantemente alegre e deprimente, dependendo das vezes e dos lugares, dos estados de espírito e das sensações do que nos rodeia e, especialmente, do que o tom e as palavras nos dizem. Curioso como uma letra pode significar tanto mais se for cantada de uma forma diferente e mais intensa. Acabo de ouvir a música Best of You, cantada ao vivo no álbum Skin and Bones, dos Foo Fighters. A música é acústica e calma, a voz é de metal e de rancor e agressividade. A intensidade emocional é brutal e envolve-me num sentimento demasiado estranho para estranhar.
9-12-2006
quarta-feira, março 14, 2007
ser ser que partilha
Porque é que como ser humano, ou seremot, temos a necessidade, tenho a necessidade, de contar situações do meu dia, da minha vida, do que me incomoda ou suscita curiosidade a alguém?
Porquê?
Porquê?
o poder das palavras e das primaveras que passam
Estás próximo dos 26 emot. É uma data, um número, uma primavera, uma idade como outro qualquer. Facilmente te questionas, para onde foi o tempo. Para onde foram os 23, 24, 25... Para onde... Há um ano atrás estavas angustiado e destinado a mudar, rapidamente, de vida. Um ano depois está angustiado e mais resignado - o pior que se pode estar. Com variações entre momentos bons e outros mais frustrados. Promessas de mudança? Para quê? Ou se vai mudando, ou não... não interessa estar a falar ou prometer isso, até porque as palavras e o seu significado vão perdendo sentido e valor - embora continuam a ser veículos para criar guerras, ódios e também amores e paixões.
sexta-feira, março 09, 2007
quinta-feira, março 08, 2007
evolução humana
Quando damos muito a nossa opinião, percebemos as diferenças que temos de pessoas que conhecemos. A opinião de uma pessoa sobre um qualquer assunto em particular parece mudar a percepção dos outros dessa mesma pessoa. Curioso também como as pessoas ganham perspectivas muito particulares (normalmente corporativistas) quando entram em determinada classe, profissão ou associação. Correctas ou erradas, sentem-se afectadas quando falam nessa mesma classe. Faz parte da evolução da vida, parece-me, pelo menos da maioria.
domingo, março 04, 2007
sábado, março 03, 2007
diário da morte ao dentista VIII
Quando existe uma dor interna a que alguns incultos denominam: dor de dentes; perco a paciência por tudo e por nada, falo pouco, só saem as palavras estritamente necessárias, e de uma forma bem mais categórica e taciturna - para não dar aso a mais conversas. Não há espaço para chatos, conversa de circunstância, incompetentes, burros, choninhas e tarados... Acabou-se o gajo simpático, transfiguro-me em alguém bem mais agressivo dentro da minha passividade desejada.
PS: Esta manhã fui ao dentista, aquele mesmo que me colocou o dente a doer. Como ainda tinha a gengiva ligeiramente inchada (o milagroso Aulin ainda não tirou tudinho), ele não me pôde por o parafuso de 2,5 cm dentro da gengiva, e a prótese do dente... oh que pena. Sinto um misto de alegria (por não sentir uma viga entrar-me pela raiz do dente a adentro) e tristeza por ser mais uma semana difícil a saber que deve culminar com essa viga a entrar-me pelo dente a dentro. Ui!
PS: Esta manhã fui ao dentista, aquele mesmo que me colocou o dente a doer. Como ainda tinha a gengiva ligeiramente inchada (o milagroso Aulin ainda não tirou tudinho), ele não me pôde por o parafuso de 2,5 cm dentro da gengiva, e a prótese do dente... oh que pena. Sinto um misto de alegria (por não sentir uma viga entrar-me pela raiz do dente a adentro) e tristeza por ser mais uma semana difícil a saber que deve culminar com essa viga a entrar-me pelo dente a dentro. Ui!
quinta-feira, março 01, 2007
diário da morte ao dentista VII
Excruciante. A palavra define bem a dor de dentes. Depois de ontem ter sofrido como tudo durante o trabalho, lá consegui, à segunda ida à farmácia, comprar os medicamentos certos, depois de uma farmacêutica me ter enganado ao início da manhã. Com drogas que desconhecia mas que todos, aparentemente, conhecem (como Clonix e Aulin) fiquei meio dopado durante o resto do dia. Hoje sinto-me apenas mal disposto do estômago, e às 4h30 da manhã descobri que a minha gengiva inchou como tudo... jasux.
Quando se tem dor de dentes não se vive, substém-se de todas as formas possíveis.
Dificilmente consegue-se chegar a casa e ler, ou estar à frente do computador, ou até ver tv descansado. Dói e mói.
Quando se tem dor de dentes não se vive, substém-se de todas as formas possíveis.
Dificilmente consegue-se chegar a casa e ler, ou estar à frente do computador, ou até ver tv descansado. Dói e mói.
terça-feira, fevereiro 27, 2007
diário da morte ao dentista VII
Quando temos dor de dente não há outra hipótese: a vida só pode ser uma merda.
Passei a noite em claro, a gemer com dores na cama, deitado de todas as formas possíveis, sentado de todas as formas possíveis. A circular pelo quarto, de um lado para o outro. A tomar comprimidos Benuron que deixaram de resultar, e a emporcar whiskey para adormecer o dente (o que não adormeceu nem o dente nem a mim). Dormi um pouco já quase às 8 da manhã. Enfim. Estou que não posso.
Depois de ter parado de doer desde quarta-feira. Tal como há uma semana atrás (parece um ciclo vicioso), esta segunda voltou a doer como tudo. Porquê?! Porquê?! Porquê?!!!
Passei a noite em claro, a gemer com dores na cama, deitado de todas as formas possíveis, sentado de todas as formas possíveis. A circular pelo quarto, de um lado para o outro. A tomar comprimidos Benuron que deixaram de resultar, e a emporcar whiskey para adormecer o dente (o que não adormeceu nem o dente nem a mim). Dormi um pouco já quase às 8 da manhã. Enfim. Estou que não posso.
Depois de ter parado de doer desde quarta-feira. Tal como há uma semana atrás (parece um ciclo vicioso), esta segunda voltou a doer como tudo. Porquê?! Porquê?! Porquê?!!!
domingo, fevereiro 25, 2007
sábado, fevereiro 24, 2007
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
formiga e cigarra
É intrigante ver a relação entre um casal de velhos tradicionalistas. O marido espera no sofá pelo almoço. Quando não dá nada de jeito na televisão, levanta-se, mete as mãos nos bolsos, e anda a passear pela casa. Passa pela cozinha, onde vê a mulher a fazer a comida. Manda uma boca do tipo "Está quase Maria?". Ao que ela responde "Ainda falta um pouco Manel". Ele faz uma cara de desagrado, coça a barriga (ou mesmo as bolsas testiculares), e recolhe-se para o sofá. Apetece-lhe ao velho uma fatia de bolo. Chega à cozinha, a Maria está atrapalhada com os tachos e panelas, mas ele chega-se ao pé do bolo, na bancada, olha para ele com gula, e diz: "Maria, serve-me aqui uma fatia do bolo, vá lá, quero petiscar antes do almoço". Maria a Manel vivem em conjunto há uns 35 anos, aparentam ser felizes... Será esta a relação perfeita? Claro... e daí...
let me just be
it´s raining, again... let me stay in bed, free and no worries or obligations. Thank you
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
dói-me a alma
Hoje doeu-me a alma, motivada pela dor de dentes, mas em grande parte por um estado de espírito de alguém que simplesmente estava mal disposto...
terça-feira, fevereiro 20, 2007
diário da morte ao dentista VI
Melhorzito hoje. Continua a doer. O Benuron ajudou de manhã, quando acordei às 7h20 com dor de dentes insuportável e que não permitia continuar o sono de beleza. Desde daí não tomei mais - a dor não tem estado tão intensa. Enfim, relato de um jovem à beira de um ataque de dor de dentes.
diário da morte ao dentista V
Bendito Benerun, que vieste em meu auxílio, qual Anjo (Angel-A) que me retirou de tormentas que pareciam intermináveis e dignas de um inferno sem fim. Já não me dói tanto. Que dure para todo o sempre... assim espero. O Benerun é a maior criação da humanidade, benditos sejam! Melhor do que o whiskey, para a dor de dentes. Para a dor de cornos é capaz de ser melhor o whiskey. Obrigado senhores, vós que criaram este bemfeitos medicamente chamado Benerun. Torna tudo bene. Aleluia Benerun. Obrigado também à pessoa que me sugeriu o sagrado medicamento e ao outro benfeitor que me disponibilizou de imediato, neste final de noite, o bendito Benerun. Que o Benerun queira que o dente se mantenha sem grandes doses de dor durante muito tempo. Amén.
(assim pude ver o delicioso filme francês Angel-A, ou melhor, acabar de ver...)
(assim pude ver o delicioso filme francês Angel-A, ou melhor, acabar de ver...)
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
o cúmulo
Tentar alimentar-me com uma brutal dor de dentes e a rádio começa a passar Et Si Tu N'exist Pas, de Joe Dassin. Não. Não!!!!!!!!!!!!
diário da morte ao dentista II
Parece que estou, permanentemente, sentado na cadeira do dentista. Dói... não consigo comer... quase. Nem consigo saborear seja o que for já. Meto dentro da boca por obrigação.
diário da morte ao dentista
Dói!!! Ai! Mãezinha... dá porrada no dentista mau. Muito mau. Dói-me tanto. E depois de tanto whiskey para adormecer a dor, já estou com uma tosga das antigas. Ui.
dente doente
Poucas dores são tão chatas quanto a dor de dentes. Não estamos bem para fazer nada, para nos concentrarmos, para dormir, para comer, para ler, seja para o que for. Dói e mói. Dói e vai doendo. Rói e vai roendo a paciência. É por esta altura que fico com ódio ao simpático dentista que nunca mais termina o serviço, que vai adiando o sofrimento final. Questiono-me mesmo se haveria necessidade de maltratar tanto o meu dente, ao ponto de trazer sofrimento onde não existia sofrimento. E nunca mais termina o serviço. Dói e remói. Vou buchechar com whiskey para ver se a adormece a dor (soluções da infância que pareciam resultar).
sábado, fevereiro 17, 2007
sábado, fevereiro 10, 2007
o coveiro dentista
Idas ao dentista podem ser tão dolorosas quanto introspectivas. É uma forma estranha de nos colocar em contacto com a realidade, aquela que nos mostra o quão humanos e mortais somos. Ter alguém a perfurar uma das nossas cavidades dentais pode facilmente colocar a nossa vida em perspectiva. Uma broca num dente mostra-nos que aquele dente e cavidade respectiva não vai durar para sempre. Em breve não seremos nada mais do que uma carcaça velha e à espera da terra. Incrível como uma ida ao dentista pode suscitar esta consciência estranha e que parece estar apagada a maior parte do tempo.
Para a semana vão colocar-me um parafuso pelo dente adentro. Ui. Até me já está a doer!!
Para a semana vão colocar-me um parafuso pelo dente adentro. Ui. Até me já está a doer!!
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
chamar nomes
Um jogo de futebol serve para bem mais do que ver um jogo de futebol. Um jogo de futebol visto no estádio serve bem mais do que sentir o calor humano, a energia de milhares de pessoas concentrados e torcedoras, o cheiro do relvado e a competição à sua superifície. Um jogo de futebol no estádio serve para dar aso à imaginação que mais não seja para soltar o mojo acumulado e inventar novos nomes, para chamar a quem está no campo, só pelo gozo disso mesmo.
voU nasceR de novO
Vou gritar até não poder mais, aos ouvidos de quem não queira ouvir. Vou pregar partidas cruéis e maquiavélicas, a todos os que se atravessarem no meu caminho - e àqueles que não se atravessarem também. Vou insultar e espezinhar um amigo. Vou lamber e morder um teu gato, e o meu também. Vou fritar o teu cão, o meu não. Vou fornicar a tua avó, e a minha também. Vou cagar no teu ouvido, e no meu também. Vou criar um mar de chamas, a consumir a humanidade. Vou chacinar um grupo de cães humanos. Vou. Vou. Vou. Vou criar um novo blogue digno de um diabo, o verdadeiro. Shiu, é segredo.
sábado, fevereiro 03, 2007
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
nome próprio
Cresci e comecei a trabalhar numa empresa. Passei de ser chamado pelo meu nome próprio ou por uma alcunha inventada durante a faculdade, para começar a ser chamado pelo meu último nome. Agora, quando não me conhecem dizem o meu nome profissional completo - que até é pequeno -, quando me conhecem têm tendência a tratar-me pelo meu último nome.
Para ser sincero irrita-me um pouco. Sempre pensei que só o meu pai era conhecido pelo seu último nome, nunca pensei que me viessem a tratar apenas por isso, mesmo quando já há confiança de trabalho. Foi algo que me surpreendeu quando passei a trabalhar numa empresa.
Por tudo isto, cheguei à conclusão que o melhor é ter um último nome profissional composto - com mais do que uma palavra. Se me chamasse Ricardo Araújo de Pereira, por exemplo, dificilmente haveria alguém que já me conhecia e me trataria por Araújo de Pereira. Por exemplo: "Ó Araújo de Pereira, como vai isso?" Não. Não me parece muito provável, até porque seria um desperdício de palavras bastante significativo - a verificar pela quantidade de vezes que, nos últimos tempos, chamam pelo meu nome.
Para ser sincero irrita-me um pouco. Sempre pensei que só o meu pai era conhecido pelo seu último nome, nunca pensei que me viessem a tratar apenas por isso, mesmo quando já há confiança de trabalho. Foi algo que me surpreendeu quando passei a trabalhar numa empresa.
Por tudo isto, cheguei à conclusão que o melhor é ter um último nome profissional composto - com mais do que uma palavra. Se me chamasse Ricardo Araújo de Pereira, por exemplo, dificilmente haveria alguém que já me conhecia e me trataria por Araújo de Pereira. Por exemplo: "Ó Araújo de Pereira, como vai isso?" Não. Não me parece muito provável, até porque seria um desperdício de palavras bastante significativo - a verificar pela quantidade de vezes que, nos últimos tempos, chamam pelo meu nome.
xpto zzdo
"Boa tarde, era possível falar com XPTO ZZDO?"
"Bom dia, daqui fala XPTO ZZDO, do OOPDO, para falar com..."
"Boa tarde, fala XPTO ZZDO, queria saber se..."
"Olá, é XPTO ZZDO, do OOPDO. Tenho algumas perguntar para lhe fazer sobre..."
"- Era possível falar com JHOP? - Quem devo anunciar? - É XPTO ZZDO. - E de que empresa? - Da OOPDO. - Vou passar... ah, e qual é o assunto? - Fazer marcação de..."
Estou farto do meu nome. É definitivo. Pretendo vendê-lo ou dá-lo a uma instituição de caridade - se o quiserem. Estão constantemente a chamar-me por ele - o primeiro e o último - e estou constantemente e ter de o utilizar para me identificar. Dezenas de vezes todos os dias. Há alguns em que acho que chegam a ser centenas de vezes em que ou eu utilizo o nome ou alguém o utiliza por mim. É angustiante. Só de pensar que houve uma altura da minha vida em que até gostava do raio do nome. Tem dias.
"Bom dia, daqui fala XPTO ZZDO, do OOPDO, para falar com..."
"Boa tarde, fala XPTO ZZDO, queria saber se..."
"Olá, é XPTO ZZDO, do OOPDO. Tenho algumas perguntar para lhe fazer sobre..."
"- Era possível falar com JHOP? - Quem devo anunciar? - É XPTO ZZDO. - E de que empresa? - Da OOPDO. - Vou passar... ah, e qual é o assunto? - Fazer marcação de..."
Estou farto do meu nome. É definitivo. Pretendo vendê-lo ou dá-lo a uma instituição de caridade - se o quiserem. Estão constantemente a chamar-me por ele - o primeiro e o último - e estou constantemente e ter de o utilizar para me identificar. Dezenas de vezes todos os dias. Há alguns em que acho que chegam a ser centenas de vezes em que ou eu utilizo o nome ou alguém o utiliza por mim. É angustiante. Só de pensar que houve uma altura da minha vida em que até gostava do raio do nome. Tem dias.
sábado, janeiro 27, 2007
pressa
Quando estamos cheios de pressa os segundos parecem ter um espaçamento temporal diferente à medida que vão passando, lentamente. Somos incapazes de estar em paz. Se formos a correr, tentamos correr um pouco mais para poupar segundos. De transportes públicos, olhamos pela janela fazendo força mental para que o semáforo fique verde. Para que o velhote da frente se despache ou vire na próxima à direita. Para que o peão se despache a passar a passadeira. Para que o condutor do autocarro esteja com pressa de ir para casa e abuse na condução.
São pormenores que contam na mente de quem vai com pressa. Quem vai de carro tem a mesma sensação, só que possivelmente tem tendência a chatiar-se ainda mais. Acelerar com veemência, fazer sinais de luzes (se for parvo).
Ter pressa é uma das condições da vida para que nos sintamos mais vivos. Se estamos com pressa só podemos estar mesmo vivos.
São pormenores que contam na mente de quem vai com pressa. Quem vai de carro tem a mesma sensação, só que possivelmente tem tendência a chatiar-se ainda mais. Acelerar com veemência, fazer sinais de luzes (se for parvo).
Ter pressa é uma das condições da vida para que nos sintamos mais vivos. Se estamos com pressa só podemos estar mesmo vivos.
sexta-feira, janeiro 26, 2007
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