Para quem quer descobrir e sentir. Quem quer conhecer outras formas de vida e de pensamento, melhor ou pior.
Quem = serEmot futuro.
O que interessa?
Tensões na mente de serEmot
quinta-feira, junho 14, 2007
quarta-feira, junho 13, 2007
processos cerebrais
O trabalho pode ser lixado. Há dias em que chegamos a casa com a clara sensação que contribuimos, hoje, em muito para um possível derrame cerebral. O cérebro parece ressentir-se, a nível de fluxo sanguíneo, de um final de dia com mistura de stress e concentração. Se fosse nos Estados Unidos poderia processar os meus patrões...
terça-feira, junho 12, 2007
amanhã há mais
Acabado de chegar a casa, depois de ter saído das Caldas da Rainha, esta manhã, o cansaço e desilusão invade o corpo e a mente. Foi um dia de stress, desmotivação, curso e futebol. Comer mal e pouco e andar pouco falador (excepto no curso, que hoje soube mesmo bem). Há dias assim. Não ajuda ter dormido umas cinco horas.
Amanhã há mais, ouvi dizer.
Amanhã há mais, ouvi dizer.
sem força para continuar
Hoje apeteceu-me desistir. Completamente e inequivocamente. Sem dar explicação. O desânimo tem destas coisas. Talvez amanhã pense diferente. Não acredito que pense muito melhor...
sábado, junho 09, 2007
felicidade é...
Chegar a casa, da praia, e poder deliciar-me, com o meu bro, na piscina do nosso contentamento. Curioso como uma piscina de compra, com um tamanho razoável, mas mesmo assim pequeno, consegue dar tanta alegria e entusiasmo num dia como este, de algum sol. Um sábado especial.
Estes momentos de família, num fim-de-semana alegre, também me fazem lembrar a família ausente e que costumava ser presença constante nestas alturas. Os Ramalhos (eu também sou Ramalho), estão em grande número em França, actualmente. A minha prima Judite (que partilha o primeiro e último nome com a minha mãe), o meu tio Zé e tia Peta. O meu primão André está de férias (um mês inteiro) na Costa Rica, onde foi em busca do amor, e a minha prima Ana ainda por cá anda. Falta ainda a minha prima Maria Betânia e os meus tios Júlio e Teresa, Vítor e Regina. E ainda os meus avôs Horácio e Graça, bisavó Augusta e bisavôs João e Edviges (ambos já falecidos há vários anos).
Sempre que estou à procura de nomes para argumentos venho aqui a esta bela lista, a lista familiar.
remember, remember, the days of esplanada
Memórias da Esplanada. De um momento da vida curioso e agradável. Na faculdade existiram muitas pessoas e muitos mundos, mas o da Esplanada foi um dos especiais.
prophecy that came true
Houve uma altura da minha vida em que ouvi este álbum e esta música em particular e pensei se se iria concretizar esta espécie de profecia relativamente a uma pessoa. A música era tão simples e agradável, quanto complicada e intensamente dramática... mas sabia bem ouvir e dava uma certa felicidade, em conjunto com todo o álbum. Qualquer fosse o destino tudo estaria bem. O destino foi que o final da canção concretizou-se. É curioso quando ouvimos uma canção e pensamos se o nosso destino, ou de uma determinada relação, será aquele... não sabemos. Ficamos na dúvida. Quando se cumpre, ouvimos a música de forma diferente. Parece que ela acompanhou um processo, uma certa transição da nossa vida.
Ben Harper - Breakin' Down
You don't believe that I love you.
And even if that was true, why just to keep our unhappy home.
I'm gonna try to pretend that I do but (now), I'm breaking down.
I'm breakin' down.
I'm breakin' down.
I'm breakin' down.
My baby, she left me, said she ain't coming back around.
And I'm breaking down.
Oh- I'm breaking down.
And if I thought that it was okay for a grown man to cry, I would have filled up the whole mighty ocean when she said goodbye.
And I'm breakin' down.
Oh I'm breakin' down.
I'm breakin' down.
Oh- Oh- Oh- I'm breakin' down.
You know, my baby, she left me, said she ain't coming back around.
And I'm breaking down.
Oh- one day you said everything was just right.
I don't see how,
I don't see how it changed overnight.
One day you said everything was so strong, the next day you turn to me and say it's been wrong all along.
Oh, one day you said everything was just right.
I don't see how it changed overnight.
One day you said everything was so strong and the next day you say it's been wrong all along.
Oh, and now you won't even look at me.
You pass me by in the street and you won't even speak.
I never, I never, I never meant to cause you any harm.
How could two people start so close and end up so far.
(I'm) Breaking down.
Oh, I'm breaking down.
I'm breakin'
I'm breakin'
I'm breakin'
I'm breakin' down.
I'm breakin' down.
do álbum Welcome To The Cruel World
sexta-feira, junho 08, 2007
is this a meaningful life?
É esta uma vida com significado... para mim?
Para onde estou a dirigir-me? Porque não tomei outras opções mais arriscadas? Qual o futuro que estou a construir? Quem está ao meu lado - que conheci e deixei de conhecer? Onde estão as minhas raízes - e para que servem? Estarei a enganar-me a mim próprio? Alguém me está a enganar? E eu, estou a enganar alguém? Quais as minhas viagens? O que fiz desde que por cá estou - e estou satisfeito? O que quero ainda fazer e não fiz - e estarei a fazer as coisas certas para lá chegar?
Pensa (mentos) Melhor.
E agora, para onde?
blah balh bhla bahl bla bl b ...
Conversa habitual:
"- Olá!
Tudo bem?
- Tudo, e contigo?
- Também.
-Boa.
- Nice.
- E que tens feito?
- Trabalhado e pouco mais. E tu?
- O mesmo, se bem que agora estou a tirar um curso e tal...
- Boa. Que curso?
- Daqueles de correspondência...
- Ah...
- Ah o quê?
- Nada. Pensei que fosse daqueles com professores ao vivo e tal...
- E existem professores, só que enviam as coisas por correspondência.
- Ah, boa.
- Ya.
- Então adeusinho.
- Hasta então.
- Abraço.
- Abraço para ti também.
- Até um dia destes.
- Até."
PERGUNTA:
O que é que eu posso fazer para evitar, a todo o custo, uma conversa circunstancial como esta?
Não se aceitam respostas para lado nenhum.
PROPONHO:
Algo... completamente diferente.
"- Olá!
Tudo bem?
- Tudo, e contigo?
- Também.
-Boa.
- Nice.
- E que tens feito?
- Trabalhado e pouco mais. E tu?
- O mesmo, se bem que agora estou a tirar um curso e tal...
- Boa. Que curso?
- Daqueles de correspondência...
- Ah...
- Ah o quê?
- Nada. Pensei que fosse daqueles com professores ao vivo e tal...
- E existem professores, só que enviam as coisas por correspondência.
- Ah, boa.
- Ya.
- Então adeusinho.
- Hasta então.
- Abraço.
- Abraço para ti também.
- Até um dia destes.
- Até."
PERGUNTA:
O que é que eu posso fazer para evitar, a todo o custo, uma conversa circunstancial como esta?
Não se aceitam respostas para lado nenhum.
PROPONHO:
Algo... completamente diferente.
is there any other thought out there?
Obsessões... não nos conseguimos livrar delas com facilidade. Tudo o que se passa à volta delas incomoda-nos.
Filho: Mãe, porque é que não tiro da cabeça um assunto? Como faço para tirá-lo dos pensa (mentos) melhor?
Mãe: É fácil filho, vai para a piscina...
Filho: Mãe, porque é que não tiro da cabeça um assunto? Como faço para tirá-lo dos pensa (mentos) melhor?
Mãe: É fácil filho, vai para a piscina...
domingo, junho 03, 2007
happy birthday rita
Faz hoje 19 anos que a minha maninha nasceu. Era 3 de Junho de 1988, tinha sete anos e deixei de ser filho único na altura. Foi durante a madrugada que nasceu. Na manhã seguinte, uma quinta-feira, se bem me recordo, fui informado que tinha deixado de ser filho único. Achei estranho e não foi das melhores sensações. Mas... ter irmãos é algo de muito especial. Tenho dois e, embora nem tudo tenham sido rosas, são pessoas "minhas".
Parabéns mana - ou como carinhosamente gosto de a chamar, Rita Parva!
Parabéns mana - ou como carinhosamente gosto de a chamar, Rita Parva!
sexta-feira, junho 01, 2007
perguntas com resposta
Porque é que quando alguém já de idade nos corta o cabelo, fica sempre com um estilo parecido com os anos 50?!
O que é que se diz a uma mãe, quando ela nos pede para a ajudarmos a fazer um blog??!!
O que é que se diz a uma mãe, quando ela nos pede para a ajudarmos a fazer um blog??!!
quinta-feira, maio 31, 2007
um susto
Quando apanhamos um valente susto, nem que seja por instantes, o nosso mundo e perspectiva muda de imediato. Somos atirados para um estado de emergência e pressão incríveis. Hoje aconteceu-me isso, por cinco minutos, mas que pareceram muito mais. Felizmente tudo não passou disso mesmo, um susto.
freddie is in me
uma bola a rolar na minha direcção
É uma sensação incrível, poder voltar a jogar futebol, depois de um longo período de paragem. Entra-se com mais garra, mais vontade. Curiosamente as forças esgotam-se depressa, os músculos também dão de si mais rapidamente. Perde-se depressa o fulgor inicial. Mesmo assim é uma experiência intensa que permite libertar energias e pensamentos, especialmente em alturas como esta, em que muitas mudanças parecem surgir e chatear-nos o pensa (mento) melhor.
quarta-feira, maio 30, 2007
sábado, maio 26, 2007
pregnant
Recentemente, uma amiga ficou grávida quando não o esperava. É estranho acompanharmos a mudança de perspectiva de uma pessoa neste tipo de situações.
sexta-feira, maio 25, 2007
exercício de observação
Um exercício curioso que se pode fazer é imaginar que vida, que empregos, que precupações as pessoas que vão ao nosso lado no trânsito terão. Outro mais completo, é imaginar que profissões têm pessoas com quem estamos a fazer um curso, ou algo em conjunto, antes mesmo de termos coragem de perguntar. Muitas pessoas têm trabalhos diferentes do que a sua cara e postura indica mas é curioso que não costumo acertar... nem fazer grande ideia das possíveis profissões... Especialmente quando são pessoas como aquelas do curso que estou a fazer actualmente.
quinta-feira, maio 24, 2007
domingo, maio 20, 2007
terça-feira, maio 15, 2007
quinta-feira, maio 10, 2007
silence
Silêncio puro. Sinto-me bem nele, neste momento. Nada de palavras faladas, as do cérebro e das teclas bastam, por agora.
sábado, abril 28, 2007
sexta-feira, abril 27, 2007
ponto de paragem ou viragem
Dor que passas pesadamente
brutalmente e ruidosamente
Obrigado por fazeres parar a rotina
indicares o caminho para o meu olhar
mostrares-me o meu mundo passar
me deixares, finalmente, ir para a caminha, sem orar...
Quem dói, sempre alcança
Existem dias em que chegamos a casa com dor de cabeça que nos esgota por completo. Só queremos dormir, mas não consigo. Só penso em descansar, mas estou irrequieto em pensamentos. Levanto-me. Vou à casa de banho. Atiro água fresca à cara, levanto a cabeça e.... pela primeira vez nuns dois anos, olho-me ao espelho. Olho-me, verdadeiramente, olhos nos olhos, sem hipótese de fuga, sem filtros nem indiferença, ao espelho. Estou mais velho, mas o mesmo. Os olhos estão cansados, talvez por ter sido um dia de trabalho complicado, mas são os mesmos. Não consigo tirar os olhos do espelho, de me olhar com atenção. Reparo nas rugas, na barba que poderia estar mais bem feita, e no que me vai pela alma... Passam-se 10 minutos.
Há alguns anos pensaria que poderia ser um ponto de viragem, que algo poderia mudar a partir dali. Hoje é apenas um momento mais lúcido, uma paragem no tempo para olhar... para mim. 26 anos e 18 dias depois.
PS: this one goes out to me, in the future. o meu pai fez ontem, dia 25 de Abril, 49 anos. parabéns pai. infelizmente foi um feriado de exploração, para mim.
brutalmente e ruidosamente
Obrigado por fazeres parar a rotina
indicares o caminho para o meu olhar
mostrares-me o meu mundo passar
me deixares, finalmente, ir para a caminha, sem orar...
Quem dói, sempre alcança
Existem dias em que chegamos a casa com dor de cabeça que nos esgota por completo. Só queremos dormir, mas não consigo. Só penso em descansar, mas estou irrequieto em pensamentos. Levanto-me. Vou à casa de banho. Atiro água fresca à cara, levanto a cabeça e.... pela primeira vez nuns dois anos, olho-me ao espelho. Olho-me, verdadeiramente, olhos nos olhos, sem hipótese de fuga, sem filtros nem indiferença, ao espelho. Estou mais velho, mas o mesmo. Os olhos estão cansados, talvez por ter sido um dia de trabalho complicado, mas são os mesmos. Não consigo tirar os olhos do espelho, de me olhar com atenção. Reparo nas rugas, na barba que poderia estar mais bem feita, e no que me vai pela alma... Passam-se 10 minutos.
Há alguns anos pensaria que poderia ser um ponto de viragem, que algo poderia mudar a partir dali. Hoje é apenas um momento mais lúcido, uma paragem no tempo para olhar... para mim. 26 anos e 18 dias depois.
PS: this one goes out to me, in the future. o meu pai fez ontem, dia 25 de Abril, 49 anos. parabéns pai. infelizmente foi um feriado de exploração, para mim.
terça-feira, abril 17, 2007
o pormenor
Tenho tantas canetas, lápis e afins, que três porta-canetas bem grandes (não sei qual o nome destas espécies de copos para guardar este material) estão a rebentar pelas costuras.
Só há um senão. Cada vez menos escrevo com canetas e faço-o mais ao computador.
Só há um senão. Cada vez menos escrevo com canetas e faço-o mais ao computador.
sexta-feira, abril 13, 2007
quinta-feira, abril 12, 2007
magia na flor da idade
Na flor (murcha) da idade, aqui estou eu. Oficialmente tenho 26, o 25 morreu. Que interessa?
Ao ver um filme mágico esta manhã, não pude deixar de fazer uma analogia com a minha experiência de infância, em que cresci rodeado de um bosque que, muitas manhãs, tardes e noites era mágico.
Quando é que a magia deixa de existir na nossa vida? Quando deixamos de correr desvairadamente à noite, enquanto atravessamos um bosque escuro, com medo de criaturas que sentimos que existem ali.
Ao ver um filme mágico esta manhã, não pude deixar de fazer uma analogia com a minha experiência de infância, em que cresci rodeado de um bosque que, muitas manhãs, tardes e noites era mágico.
Quando é que a magia deixa de existir na nossa vida? Quando deixamos de correr desvairadamente à noite, enquanto atravessamos um bosque escuro, com medo de criaturas que sentimos que existem ali.
domingo, abril 08, 2007
25 primaveras, quase 26
Aqui estou eu de novo, ainda com 25 anos. Tenho 25 anos. 25. Anos. Mas daqui a pouco essa idade foi-se para sempre. Parece que nem a saboriei. Não a gozei. Foi um ano perdido? Em parte.
Como ultimamente tenho sempre dito que tenho 26 anos, é como se já tivesse mesmo. Amanhã, dia especial, será muito ocupado com trabalho e preocupações. É pena porque sempre me lembro de ter tempo para estar introspectivo no meu dia de anos. Talvez seja para melhor ter muito para fazer e pouco (tempo) para pensar.
Waiting on the world to change
Como ultimamente tenho sempre dito que tenho 26 anos, é como se já tivesse mesmo. Amanhã, dia especial, será muito ocupado com trabalho e preocupações. É pena porque sempre me lembro de ter tempo para estar introspectivo no meu dia de anos. Talvez seja para melhor ter muito para fazer e pouco (tempo) para pensar.
Waiting on the world to change
sábado, abril 07, 2007
26 primaveras
Há várias semanas que, sempre que me perguntam que idade é que tenho, a minha resposta imediata é: 26 anos. Na verdade, faço essa idade na próxima segunda-feira, pelas 18h25, de dia 9 de Abril. O que me leva a dizer essa idade é que desde há algum tempo que a mente pessimista emotense tem-se vindo a tentar habituar aos 26 e, inconscientemente, sempre que me perguntam, sai logo os 26 que ainda estão para vir.
Curiosamente, fui "obrigado" a fazer a festa da família dos meus 26 anos hoje, dois dias antes do dia de aniversário. O que demonstra uma clara tendência de antecipação. Será que algo vai mudar a partir de segunda-feira? Não sei. Muito provavelmente não, mas a esperança existe e custa, uns dolorosos, 750 euros.
Curiosamente, fui "obrigado" a fazer a festa da família dos meus 26 anos hoje, dois dias antes do dia de aniversário. O que demonstra uma clara tendência de antecipação. Será que algo vai mudar a partir de segunda-feira? Não sei. Muito provavelmente não, mas a esperança existe e custa, uns dolorosos, 750 euros.
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