Para quem quer descobrir e sentir. Quem quer conhecer outras formas de vida e de pensamento, melhor ou pior.
Quem = serEmot futuro.
O que interessa?
Tensões na mente de serEmot
quinta-feira, agosto 16, 2007
prego
Regressar de Itália de férias para os hábitos antigos é estranho mas reconfortante. Se não fosse sair muito mais caro, gostaria de ficar mais tempo por Itália. Ver as coisas com mais calma. Um mês inteiro não era nada mal pensado. A rotina voltou, mas a memória de uma viagem inesquecível dificilmente desaparece.
quarta-feira, agosto 08, 2007
holidays
De ida para Itália, as férias chamam. Para quem estiver a ler, aproveitem bem o Verão, já está no final. Mesmo a trabalhar, aproveitem o sossego desta altura. Até.
Voltar a andar de avião... de noite. Ui. Espero sobreviver. Se for esse o caso, cá nos vemos dia 15.
Voltar a andar de avião... de noite. Ui. Espero sobreviver. Se for esse o caso, cá nos vemos dia 15.
segunda-feira, agosto 06, 2007
liberdade das amarras
Domingo à noite. A sensação de não ter trabalhado hoje ou ter de trabalhar amanhã é simplesmente libertadora. Férias sabem bem por isto, especialmente quando estou na terrinha.
domingo, agosto 05, 2007
over there there's some friends of mine
"Well over there there's friends of mine
What can I say, I've known 'em for a long long time
And yeah they might overstep the line
But I just cannot get angry in the same way
Not, not in the same way
Not in the same way
Oh no, oh no no"
Arctic Monkeys, A Certain Romance
dias de praia
Dias de praia. De pensamentos longínquos. De água fresquinha. De limiar da terra. De proximidade com o mar. Dias de praia. De areia quentinha. De sol acolhedor. De suor em bica. De pouca roupa e muitas vistas, para o longínquo e particular.
dormir por dormir
O que é que os homens têm que têm o hábito de dormir, seja em que posição for, em qualquer lado?
É certo que não são todos. Mas conheço uns quantos, da família próxima, que o fazem com grande facilidade. O fenómeno faz-me sempre lembrar uma daquelas séries televisivas que ficam na memória, Cheers, Aquele Bar, com aquela música característica e um Woody Harrelson (que, curiosamente, na série tem o mesmo nome, Woody) que adormecia em serviço e mesmo em pé e tudo.
Neste preciso momento vejo um homem de 48 anos, sentado num cadeira bem dura, com os braços dobrados e debruçado sobre uma mesa, com a cabeça estendida sobre eles e a dormir profundamente. Inicialmente, estava a dormir sentado e com a cabeça completamente torta. À sua frente uma revista chamada Visão e uma bolsa de tabaco, do tipo de enrolar. Quando o chamei e disse para ir dormir para a cama, a cabeça foi projectada para frente da revista que lia anteriormente e sairam uns múrmurios imperceptíveis.
Há 26 anos que conheço este homem, e desde essa altura que ele tem esta tendência de adormecer em tudo o que é sítio, especialmente pelo sofá e a ver tv. Conheço mais uns quantos que o fazem.
Actualmente não sou assim, mas será que vou ser? Assusta-me a ideia... espero não ser, até porque acordar com dores de costas ou de pescoço não é das coisas mais agradáveis. E prezo muito o conforto do vale dos lençóis, o um, o dois ou o três. Prefiro o um e o três. Também tenho apetência para deitar tarde, ficar a ver tv ou pelo sofá, mas para já não tenho qualquer apetência para dormir no sofá, até porque quando começo a ver um filme raramente consigo parar de vê-lo, seja para sair ou para adormecer mesmo ali, vejo mesmo até ao fim. É o poder das histórias... algumas até nem são nada de jeito.
Uma das imagens mais curiosas da minha infância/adolescência é ver uma cabeça de um homem ir caindo à medida que o sono o preenchia, num sofá. No segundo seguinte levantava-a novamente, para voltar a cair de imediato, devagar... repetidamente. Pensava: aqui está o cérebro de um ser vivo, em plena actividade, no entanto, a dormir, insconsciente do que se passa à sua volta. Causava-me estranheza e alguma introspecção.
Claro que um dos passatempos preferidos era mesmo perturbar este sono profundo de um local pouco próprio. Papéis na boca eram um clássico, tal como passar suavemente com um papel na orelha ou mesmo soprar. As reacções nem sempre eram imediatas, mas quando aconteciam eram ligeiras e despercebidas. Depois exagerava, um papelito a perturbar a pelosidade nasal costumava dar reacções mais energéticas, que se tornavam até em ameaças, e em bastante riso da minha parte. Criancices belas.
É certo que não são todos. Mas conheço uns quantos, da família próxima, que o fazem com grande facilidade. O fenómeno faz-me sempre lembrar uma daquelas séries televisivas que ficam na memória, Cheers, Aquele Bar, com aquela música característica e um Woody Harrelson (que, curiosamente, na série tem o mesmo nome, Woody) que adormecia em serviço e mesmo em pé e tudo.
Neste preciso momento vejo um homem de 48 anos, sentado num cadeira bem dura, com os braços dobrados e debruçado sobre uma mesa, com a cabeça estendida sobre eles e a dormir profundamente. Inicialmente, estava a dormir sentado e com a cabeça completamente torta. À sua frente uma revista chamada Visão e uma bolsa de tabaco, do tipo de enrolar. Quando o chamei e disse para ir dormir para a cama, a cabeça foi projectada para frente da revista que lia anteriormente e sairam uns múrmurios imperceptíveis.
Há 26 anos que conheço este homem, e desde essa altura que ele tem esta tendência de adormecer em tudo o que é sítio, especialmente pelo sofá e a ver tv. Conheço mais uns quantos que o fazem.
Actualmente não sou assim, mas será que vou ser? Assusta-me a ideia... espero não ser, até porque acordar com dores de costas ou de pescoço não é das coisas mais agradáveis. E prezo muito o conforto do vale dos lençóis, o um, o dois ou o três. Prefiro o um e o três. Também tenho apetência para deitar tarde, ficar a ver tv ou pelo sofá, mas para já não tenho qualquer apetência para dormir no sofá, até porque quando começo a ver um filme raramente consigo parar de vê-lo, seja para sair ou para adormecer mesmo ali, vejo mesmo até ao fim. É o poder das histórias... algumas até nem são nada de jeito.
Uma das imagens mais curiosas da minha infância/adolescência é ver uma cabeça de um homem ir caindo à medida que o sono o preenchia, num sofá. No segundo seguinte levantava-a novamente, para voltar a cair de imediato, devagar... repetidamente. Pensava: aqui está o cérebro de um ser vivo, em plena actividade, no entanto, a dormir, insconsciente do que se passa à sua volta. Causava-me estranheza e alguma introspecção.
Claro que um dos passatempos preferidos era mesmo perturbar este sono profundo de um local pouco próprio. Papéis na boca eram um clássico, tal como passar suavemente com um papel na orelha ou mesmo soprar. As reacções nem sempre eram imediatas, mas quando aconteciam eram ligeiras e despercebidas. Depois exagerava, um papelito a perturbar a pelosidade nasal costumava dar reacções mais energéticas, que se tornavam até em ameaças, e em bastante riso da minha parte. Criancices belas.
sábado, agosto 04, 2007
terça-feira, julho 31, 2007
domingo, julho 29, 2007
tardes de verão
Depois de uma tarde de praia uma das sensações mais especiais é fechar os olhos no banho, enquanto o sal sai do corpo, e ver o azul do céu, o azul do mar, sentir o cheiro da praia. Apetecível.
Incrível é também estar deitado na toalha, na praia, e sentir tudo o que se passa à nossa volta, desde o sol e o vento, até às pessoas e as suas conversas curiosas.
PS: esta tarde foi na praia de São Julião, perto da Ericeira
Incrível é também estar deitado na toalha, na praia, e sentir tudo o que se passa à nossa volta, desde o sol e o vento, até às pessoas e as suas conversas curiosas.
PS: esta tarde foi na praia de São Julião, perto da Ericeira
sexta-feira, julho 27, 2007
falar de tudo, quase
Há algumas coisas que se ouvem falar pouco pela Internet e pelo mundo dos blogs, e o os impostos e finanças é uma delas. Poucos falam nas suas declarações de IRS. Curioso.
terça-feira, julho 24, 2007
sábado, julho 21, 2007
sexta-feira, julho 20, 2007
quarta-feira, julho 18, 2007
terça-feira, julho 17, 2007
ecoar
Estou cansado. Quero ir dormir. Mas as palavras ecoam da minha mente para o teclado com algum fervor. Tantas palavras que deixei fugir, tantos sentidos que acabaram para sempre, as palavras escritas poderão ser o último refúgio do homem pensante, o meu é de certeza.
noite, vento, música
Pela noite dentro vagueamos em velocidade pela cidade calma, deserta, escura, misteriosa e intensa. O pé no acelerador diz-nos que somos livres, que não temos limites, fazemos as nossas próprias leis. O vento a passar pelo carro, o rosnar do motor, mostra-nos que somos velozes, ágeis e poderosos. A curva que fazemos a deslizar, rápida e suave, insiste que somos habilidosos e funcionamos por instinto, mesmo sem olhar. Os carros pelos quais passamos, ou não passamos, consoante a nossa vontade, mostram-nos que podemos ser melhores, ir mais além, mas só se quisermos… A música rápida no carro é acompanhada pela nossa voz, entusiasmada, ritmada e com garra. Nós somos como queremos ser e estamos ali, naquele momento, naquela batida, naquele arranque, naquelas palavras, naquela estrada, rua e cidade.
A noite é amiga, protege-nos do supérfluo, traz-nos de volta a nossa essência, quem somos, o que queremos e o que podemos fazer. Indica-nos o caminho para casa, para o pensamento e para a nossa mente. Nada está perdido, nós podemos ser encontrados. Numa música, numa estrada, numa rua ou numa casa. Normalmente somos encontrados sozinhos, vivos ou mortos.
A noite é amiga, protege-nos do supérfluo, traz-nos de volta a nossa essência, quem somos, o que queremos e o que podemos fazer. Indica-nos o caminho para casa, para o pensamento e para a nossa mente. Nada está perdido, nós podemos ser encontrados. Numa música, numa estrada, numa rua ou numa casa. Normalmente somos encontrados sozinhos, vivos ou mortos.
viverrrr
Nada como fazer amor e levar uma bolada nos testículos para nos sentirmos vivos.
Estou vivo! Vou viver!
Estou vivo! Vou viver!
a vela
A vela arde incandescente
Brilha e ilumina a minha mente
Chega a encandear mas não é para sempre
Vela, vela, o que vais fazer a seguir?
O destino está traçado
A vela irá estar acesa um bocado
Até que o fio chegue a pavio
O destino está traçado
Vela, vela, e se tiveres uma ajuda?
Balança, balança pela mão (cantando)
Até que tomba pelo chão
A boneca pintada dá-lhe a mão
E tudo resulta numa explosão
Fogo, fogo até mais não
Arde, arde, sem emoção
Até que desfaz uma criação
Vela, vela, quem te usou?
Foi o fogo e o João.
sábado, julho 14, 2007
praia
Ir à praia é das experiências mais libertadoras e encantadoras da minha vida. Sempre foi um privilégio fácil de ter e que aproveitei minimamente bem.
sol. areia. mar. jogos. raparigas. pouca roupa. longe da rotina. longe da "terra". perto da água.
sol. areia. mar. jogos. raparigas. pouca roupa. longe da rotina. longe da "terra". perto da água.
aos 74 anos todos os santos ajudam, menos na estrada
Hoje um senhor, simpático e simples por sinal, bateu-me no carro (emprestado). Tem 74 anos e a sua carta caduca no próximo ano. Fui apenas um raspão, mas ele acabou por preencher a declaração do seguro, visto haver danos. Acabou por ser ele o culpado e nem argumentou, foi correcto, afável e disponível. Depois de batermos, ele parou um pouco à frente, quando poderia facilmente ter fugido. Foi a primeira vez que preencheu a declaração e a mim foi a primeira vez que ajudei a preenchê-la.
Não demorou muito (uns 30 minutos) e poderia ter demorado menos, não fosse algo lento a escrever, o que é normal aos 74 anos. Comigo no carro e a assistir a isto tudo ia o Gonçalo Sá, que comentou depois comigo "isto é assunto para o teu blogue". Pelos vistos é mesmo!
PS: hoje dei o meu caso pessoal e opinião sobre eleições, para um programa de rádio nacional, pela tarde. Usei um pseudónimo (meramente como precaução, dada a minha profissão). Acabou por ser um favor a um amigo que por lá trabalha, caso contrário dificilmente o faria.
Não demorou muito (uns 30 minutos) e poderia ter demorado menos, não fosse algo lento a escrever, o que é normal aos 74 anos. Comigo no carro e a assistir a isto tudo ia o Gonçalo Sá, que comentou depois comigo "isto é assunto para o teu blogue". Pelos vistos é mesmo!
PS: hoje dei o meu caso pessoal e opinião sobre eleições, para um programa de rádio nacional, pela tarde. Usei um pseudónimo (meramente como precaução, dada a minha profissão). Acabou por ser um favor a um amigo que por lá trabalha, caso contrário dificilmente o faria.
sexta-feira, julho 13, 2007
testes e baldrocas
No secundário, os testes que me corriam melhor eram aqueles em que tinha pior nota. Pergunto-me a mim próprio se acontece o mesmo agora, nos tempos de trabalho...
Acho que, um pouquinho, sim.
Acho que, um pouquinho, sim.
terça-feira, julho 10, 2007
voar
Uma semana e uns dias depois da minha primeira viagem de avião, posso dizer:
SENTI-MEEEEE VIVOOOOOOOO!
Mesmo uma viagem pequena, sem grandes sobressaltos, permite sentir a adrenalina e o medo de fazer algo que não é normal para o ser humano, voar.
SENTI-MEEEEE VIVOOOOOOOO!
Mesmo uma viagem pequena, sem grandes sobressaltos, permite sentir a adrenalina e o medo de fazer algo que não é normal para o ser humano, voar.
usurpador ou não usurpador
Quem pensa em estar com uma mulher só pela relação física, mesmo que não tenha continuado por não se sentir bem com isso, é um usurpador (e existem vários tipos)!
Eu já fui um usurpador, mas daqueles que foi durante muito pouco tempo.
Eu já fui um usurpador, mas daqueles que foi durante muito pouco tempo.
duro regresso à realidade virtual
O tempo volta a passar a correr. Depois de uma viagem em que cada hora era mesmo vivida e parecia um dia, voltei ao tempo e espaço onde cada dia parece uma hora. Onde é que está o botão PAUSE?!
sábado, julho 07, 2007
sexta-feira, julho 06, 2007
como te sentes?
Como é que se sentem, quando chegam a casa, aquelas pessoas que bombardeiam as outras, no local de trabalho, com biliões de palavras ao longo de um dia, tem tendência em criar stress desnecessário à sua volta, e fazem questão que todos ouçam as suas muitas palavras, ao falarem extremamente alto. Pessoas estas com opiniões que mais não são do que espaços para encher uma qualquer necessidade de falar, falar, mostrar protagonismo. Como é que elas se sentem? Será que pensam, no final de um dia longo, que cumpriram a sua missão? Ou acreditam que amanhã podem ser mais calmos e calados?
quinta-feira, junho 28, 2007
excess baggage
Por estes dias vou viajar pela primeira vez de avião. Quando digo isto e vejo a reacção incrédula de algumas pessoas sinto-me novamente criança. Talvez aconteça mais porque sou novo, tenho aspecto de viajante. A verdade é que, fora do país, só mesmo Ayamonte, Sevilha e Marbella.
Vou viajar para Barcelona... uma estreia de avião curta. Curiosamente ainda nem sequer pensei bem se terei medo, senão terei. Nem pensei nisso, só as reacções das pessoas que me circundam no trabalho me fizeram pensar nisso.
Como ando muito distante, parece que não sinto tanto quanto sentiria noutras ocasiões.
VOU ANDAR DE AVIÃO PELA PRIMEIRA VEZ
Vou viajar para Barcelona... uma estreia de avião curta. Curiosamente ainda nem sequer pensei bem se terei medo, senão terei. Nem pensei nisso, só as reacções das pessoas que me circundam no trabalho me fizeram pensar nisso.
Como ando muito distante, parece que não sinto tanto quanto sentiria noutras ocasiões.
VOU ANDAR DE AVIÃO PELA PRIMEIRA VEZ
terça-feira, junho 26, 2007
:::::::::: focus ::::::::::::::
Concentração. É impossível escrever bem sem concentração. Preciso de concentração. Mais concentração. Completa e absoluta. Concentração.
domingo, junho 24, 2007
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