Para quem quer descobrir e sentir. Quem quer conhecer outras formas de vida e de pensamento, melhor ou pior.
Quem = serEmot futuro.
O que interessa?
Tensões na mente de serEmot
domingo, março 23, 2008
perspective of life
olhamos para a nossa vida como um caminho, repleto de círculos onde temos pessoas diferentes à nossa volta. são indíviduos que modificam para onde vamos e como vivemos. isso pode ser a melhor benesse do mundo, ou a pior. tudo depende da perspectiva. podemos encarar palavras de uma forma raivosa ou de forma descontraída e até positiva. as mesmas palavras podem significar o mundo ou não significar nada. a perspectiva está na nossa cabeça. e a forma como reagimos também. a perspectiva é a nossa e a de mais ninguém. a pessoa ao nosso lado pode nunca saber porque reagimos assim. certo é que a razão pode muito bem não ser nossa. até porque podemos ter a perspectiva totalmente errada.
long live the right perspective of the aspects of life.
domingo, março 02, 2008
sábado, março 01, 2008
floresta na cidade
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
saudade ii
Esta semana tive um sonho curioso, sobre uma dessas pessoas que ficam na memória e ainda bem por isso. Foi um daqueles sonhos com sensação real. Acordei a pensar se teria mesmo acontecido. Um abraço mostrou saudades e a amizade que sempre existiu e dificilmente se apagará, mesmo que não a veja há alguns anos. Saudades do inconsciente.
saudade
Mas, na verdade, pesando os prós e contras de andar de carro e de transportes públicos não sei que ganharia. Depende do sítio para onde vamos.
terça-feira, fevereiro 26, 2008
how many people in our lives we can depend on?
When you're losin' direction
Baby you can depend on me
For a little love and affection
You can depend on me
If ya feel brokenhearted and you
just can't get started
You can depend on me
Ya know it's never easy and
when you're feelin' blue
There'll be times you feel so empty
Ya sometimes I feel it too
Like sister to brother - father to mother
We live for each other - we're lover to lover
As deep as an ocean - filled with emotion
I'm forever open - can't you see
Baby you can depend on me
Depend on me - depend on me
For someone to rely on and a shoulder to cry on
You can depend on me
If you're in need of some kindness
And you can't seem to find it
You can depend on me
Well there ain't no need to worry
you know we'll get along
Those dark clouds may surround you
But together we'll be strong
Like sister to brother - father to mother
We live for each other - we're lover to lover
As deep as an ocean - filled with emotion
I'm forever open - can't you see
Baby you can depend on me
Depend on me - depend on me
Your love is a guiding light
I've been watchin' it shine - shine on baby
When hard times are all around
And there's miles and miles of
dirty road - depend on me
There's no need to carry that
heavy load - depend on me
When hope is gone and all is lost
Just reach out - take my hand
I'll be there - I'll be your man
Depend on me
regresso às origens musicais... as dos meus 10 anos... BA.
até amanhã... vou dormir o sono dos ensonados
Vi a grande cidade pelos meus primeiros olhos, os mesmos que a viram pelas primeiras vezes. Os mesmos dois olhos curiosos e receosos, que olhavam para tudo com espanto e descoberta. Que desconfiavam das muitas pessoas estranhas que andavam pela noite da cidade. Foi preciso a minha irmã ter comigo para o sentimento invadir-me novamente. Sinto que me revi, que senti como já não sentia há muito tempo. Senti-me mais vivo por isso. O receio e o espirito de descoberta sempre me trouxeram mais vida ao espirito. Talvez outra clarividência. Sinto mais medo de errar, mais medo ao passar pelos locais de sempre, pelas ruas de sempre.
Bastou um pequeno passeio à noite para reaviver sentimentos e olhares tão antigos que até doem. Já fui assim e parece que pude reavivar esse pedaço de mim adormecido. E isso é vida dentro de mim. Sinto-me outra vez mortal, e isso é viver... é poder arriscar.
Parece que foi na maior moca de sono dos últimos anos que obtive o momento de maior clarividência... Estou cheio de sono e meio zonzo (como andei parte do dia), será que estou a delirar? So be it.
Para mal dos meu pecados, o final da noite tinha mais um suplício totalmente anti-sono - sono, aquele que é mais desejado do que um trago de água depois de um banho prolongado no mar, ou da subida de uma montanha, ou mesmo de horas a caminhar no deserto. A bola rolava, mas o corpo não correspondia. Fugia mais rápido do que o habitual. A cabeça não levantava do chão e acabava por se perder, entre a concentração, a bola. Mais cansado, mas talvez menos ensonado. A viagem de volta voltou a ter aquele saborzinho de vida, espalhado por cada metro de asfalto e por cada acorde de viola e cada pedaço de vida mensagens antigas vindas das colunas. Parece o regresso às origens. E é nas origens que está o meu verdadeiro eu. É ali no campo. É ali naqueles sons rocos mas sentidos e que me dão que pensar. É ali naquelas ervas altas balançadas pelo vento, que parecem dançar ao som das palavras que estou eu. Mesmo que vá, metro a metro, pelo asfalto da cidade... a caminho de casa. A caminho do sono tão desejado, tão ansiado... todo o dia. A cabeça já não diz coisa com coisa, o corpo também anda em câmara lenta... vou-me deitar. Será que amanhã conseguirei ser o mesmo rapaz do campo disfarçado pela cidade? Só o tempo o dirá.
Post Scriptum: Pensamos sempre que os acidentes de automóvel acontecem aos outros. As doenças acontecem aos outros. Quando estamos todos num campo a correr atrás da bola e um se magoa a sério... dói ver a dor dele, mas não deixa de lhe doer só a ele. Lamentamos a dor dele, pegamos devagar na trouxa e rumamos tranquilamente para casa. Se tivesse acontecido a nós iriamos estar durante uma, duas, três, quatro, cinco ou quem sabe seis semanas a viver com as consequência de uma queda que resultou mal. E pode acontecer a nós. Está mesmo ali, à espera de poder acontecer. É uma questão de sorte ou azar. Pode ser uma questão de tempo. Será que deixo de arriscar e jogar por causa disso? Não. Mas lá que dá que pensar... dá.
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
mr. morrison
Have you been born yet and are you alive?
Let's reinvent the gods, all the myths of the ages
who are you? *
O que te motiva a levantares-te todas as manhãs e ires fazer o que tu fazes?
O que é que te faz ser quem és?
* have you been born yet and are you alive? let's reinvent the gods, all the myths of the ages
uma questão de aldeia
i like
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
there's something about xmas time
holidays
Será possível viver bem em férias permanentes? Sem dúvida que sim!
Será esse o caminho a tomar? Não, não me parece.
sábado, fevereiro 16, 2008
conhecer (mal) madrid por madrilenos
- Os madrilenos almoçam depois das 14h, disseram-me num restaurante, quando apareci lá às 13h.
- Em Madrid, existe hora de ponta ao final do dia em dois momentos distintos. Um às 15h (de pessoas a entrar na cidade e que trabalham foram dela) e outro às 18h, de pessoas que trabalham dentro da cidade e também fora dela (mais dentro da cidade). Informação carinhosamente dada por um taxista simpático, inteligente e bem vestido (não, não parecia um pedinte, mal educado, bruto, enganador como cá!).
- Os madrilenos há sexta-feira saem directamente do trabalho para fora da cidade, em passeio. "Querem sair logo daqui, não perdem uma oportunidade", disse o simpático taxista a conduzir um carro limpo, com estofos normais e confortáveis, (quem diria, isso existe, hein!).
A praia mais próxima é em Valência, a 400 km. Na Primavera e Verão há enchentes de trânsito para lá. A viagem de auto-estrada demora 3h30, mesmo com trânsito, visto não criar propriamente congestionamento, embora hajam muitos carros.
- Em hora de ponta para dentro da cidade, pelas 15h, do aeroporto à cidade não demora mais do que 20/30 minutos.
- Os madrilenos dormem a siesta na Primavera e no Verão.
Nessa altura, quase todos costumam sair por volta das 15h do trabalho e aqueles que no resto do ano saem mais tarde, também entram mais cedo do que o habitual, muitos por volta das 6h da manhã. Quem diria, hein.
terça-feira, fevereiro 12, 2008
we all deserve to die
There’s a hole in the world like a great black pit
And it’s filled with people who are filled with shit
And the vermin of the world inhabit it
But not for long!
They all deserve to die
Tell you why, Mrs. Lovett, tell you why
Because in all of the whole human race, Mrs. Lovett
There two kinds of men and only two
There’s the one staying put in his proper place
And the one with his foot in the other one’s face
Look at me, Mrs. Lovett, look at you
Though we all deserve to die
Even you, Mrs. Lovett, even I
Because the lives of the wicked should be made brief!
For the rest of us, death will be a relief
We all deserve to die!
lead the way
A estrada pode ter muitos caminhos, mas só eu sei qual é o mais certo para mim.
o que interessa mesmo
O meu irmão mais novo precisa de ajuda a estudar para um teste de inglês? Estou lá, 100% disponível, mesmo por telefone.
domingo, fevereiro 10, 2008
sábado, fevereiro 09, 2008
verdade de 'la palisse'
E ainda bem.
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
domingo, fevereiro 03, 2008
quinta-feira, janeiro 31, 2008
viajar pelo céu
bem-vindos ao xantarim
Naquele meio de homens onde também vão algumas mulheres come-se belos bifes e por um preço muito barato. Um prazer duplo, que fica mais condimentado quando se junta um belo jogo de bola vivo e emotivo e amigos de sempre. É um hábito novo, com um ou dois meses, mas existe a estranha sensação que é um velho hábito. Ainda para mais sabe bem. O templo da janta & bola só acontece de fim-de-semana em fim-de-semana, e ainda bem que assim é para saber melhor ainda. Os sábados à noite, assim, começam começam bem.
domingo, janeiro 27, 2008
sábado, janeiro 26, 2008
there's a whole in the world like a great black pit
There's a whole in the world like a great black pit
and the vermin of the world inhabit it
and its morals aren't worth what a pin can spit
and it goes by the name of London.
At the top of the hole sit the previleged few
Making mock of the vermin in the lonely zoo
turning beauty to filth and greed...
I too have sailed the world and seen its wonders,
for the cruelty of men is as wonderous as Peru
but there's no place like London!
quarta-feira, janeiro 23, 2008
quarta-feira, janeiro 09, 2008
domingo, janeiro 06, 2008
ou não
goodbye
Adeus ao pensamento de um mundo sem trabalho
Adeus à paz de espirito e à liberdade profissional
Adeus aos tempos mortos sem pressões
Adeus às férias
Adeus às minhas doces férias
sábado, janeiro 05, 2008
serserif amit neruf
Mas para quê?!
Quero ser mortal!
Mas porquê?
Quero ser infalível!
Mas para quê?!
Quero ser mais rico!
Mas para quê?!
Para poder ser mais livre.
sexta-feira, dezembro 28, 2007
what can you do
Good ideas can make something completely different
Good ideas can change the world
Good ideas can "save" the world
Good ideas can make the world go round
Good ideas can make a difference
quarta-feira, dezembro 26, 2007
there's something about christmas time
Aquele que está na mente da maior parte das pessoas é o do Pai Natal. O das prendas e o do consumismo desenfreado. O de oferecer algo a alguém por ser familiar ou amigo. E porque não?
O mais longe da vista (tempo), longe do coração é aquilo que lhe deu origem, o nascimento de Jesus Cristo. Ele não nasceu em Dezembro, mas sempre se comemorou nesta altura e por isso a tradição manteve-se.
Eu acrescentaria um terceiro que é óbvio: estar com a família. É uma ocasião em que reunimos a família. Temos tempo para conviver, falar e discutir com pessoas que nos conhecem desde o dia em que nascemos. Que, de uma forma ou de outra, nos acompanharem, mesmo que nem sempre de muito perto ou mesmo que não nos compreendam totalmente.
Este Natal foi mais curto em família. Os primos mais próximos estão em Paris, com os pais que emigraram para lá, as duas primas e respectivos pais ficaram por casa, devido a problemas recentes. Ficaram os avós. E foi bom. Mais calmo do que o habitual, mas ficou o desejo de repetir almoços ou jantares mais vezes durante o ano. E porque não?
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O fascínio pelo Natal tem vindo a decrescer. O que lhe dá maior ânimo ainda são os meus irmãos.





