terça-feira, abril 01, 2008

remember the days of the old school yard?

Quando vivemos apegados demais a bens materiais somos mais limitados. Facilmente vivemos em maior sobressalto ou mesmo stress. Temos mais a perder e pouco a ganhar. Quem se liberta desse peso monstro sobre os ombros respira com maior fluidez, sente a vida com mais plenitude e menos aperto. Não é tão afectado quando algo corre mal.

Quem me dera ser um optimista. Quanto muito, contento-me com algum positivismo ocasional.

let's make a bite to remember, from january to december

deixar um bocado de vida passear pela nossa boca, maravilhas as nossas papilas gustativas, dar-lhes cor e substância é um dos pequenos prazeres da vida. comer para sobreviver pode ser uma necessidade, mas não há qualquer obrigação quando me delicio com um pedaço de bom caminho que vai de uma bela refeição a um saboroso pedaço de bolo, não muito doce, mas doce o suficiente para me fazer sorrir, enquanto provo de olhos fechados. parece que nos preenche a boca e o espirito por completo.

segunda-feira, março 31, 2008

Tomé, o incrédulo

mundos urbanos cruéis e duros

O acto de um ser humano provocar dor a outro ser humano de propósito ainda é algo que me surpreende hoje em dia, quase 27 anos depois de ter visto a luz do sol pela primeira vez. Se bater noutra pessoa ou matá-la, muitas vezes para não roubar nada ou meia dúzia de euros é desnecessário e cruel, roubar ou estragar o que é dos outros também consegue ser igualmente mesquinho e triste. Ainda para mais quando se ganha pouco ou mesmo nada com isso... só para se deixar marca no dia, semana, mês ano ou mesmo vida de outra pessoa. Essa marca fica e custa passar. É a incompreensão que mais dói. A falta de necessidade de se entrar por ali, partir, estragar, fazer mossa. É ainda um acto cobarde e ainda mais parvo quando não há nada de nada para roubar.

Foi preciso para Lisboa para sentir essa injustiça ignóbil e revoltante na pele. Foram precisos seis anos a viver na capital do país para experienciar isso mesmo de forma directa. Roubaram-me uma scooter nova em 2005. Nunca apareceu. A polícia nunca disse nada a propósito da queixa. Dúvido muito que tenham, sequer, tentado procurar. Foi uma perda que me marcou. Que evitou que me metesse noutra tão cedo. Que me revoltou profundamente contra alguém que não conheço, contra um modo de vida que não compreendo de maneira nenhuma.

Desde então já senti outros efeitos criminosos. Foram desagradáveis e irritantes só não foram mais chatos porque aconteceram em viaturas que não eram minhas. Partiram o vidro de uma porta lateral de um carro que estava a testar numa madrugada em 2007, para roubarem o rádio. Agradeço a todos os santos, se é que existem, pelos sacanas não se terem lembrado (ou não terem tido tempo) para irem à bagageira, onde estava a minha mala cheia de objectos pessoais e ainda o meu computador portátil, onde estava grande parte da minha vida. Acatei o aviso e aprendi a lição. Desde então nunca mais deixei nada de valioso num carro, nem por uma hora sequer. É um alvo fácil para os nojentos que habitam o planeta. Recentemente partiram um vidro pequeno de mais um carro que não era meu junto ao Colombo, enquanto fui lá com a minha irmã (umas duas horas longe do carro). Tentaram espreitar a ver se havia alguma coisa na bagageira... mas não havia nada. Não roubaram absolutamente nada.
Hoje de madrugada foi uma amiga minha que chegou ao carro e deparou-se com o seu Renault Clio já antigo vítima de tentativa de arrombamento da porta. Provavelmente por pé de cabra. Agora não consegue abrir a porta por fora e tem a porta danificada. O que roubaram? Absolutamente nada, até porque não havia nada para roubar.

Mas qual é a motivação de escumalha que faz isto? O que ganha? Porquê perturbar tanto a vida de quem não se conhece?

segunda-feira, março 24, 2008

rotineiro

custa voltar à vida normal. ao stress diário. à rotina efervescente e desmoralizante.

e que tal mudar de rotina?

domingo, março 23, 2008

woman on the way to men

conheço muitos homens que gostam de deitar tarde e acordar tarde. e muitas mulheres que gostam de deitar cedo e levantar cedo. não sei se é um padrão, mas parece haver um domínio destas características aliado a cada um dos sexos.
há ainda uma tendência para as mulheres serem mais picuinhas com a forma como se fazem determinadas coisas, desde o sexo, onde tem de haver um condição astrológica, meteorológica e psicológica favorável para essa prática, passando pelas panquecas, que só podem ser feitas da maneira que vem na receita antiga e não há mais nenhum modo possível, ou pelas limpezas, onde não basta passar o pano pelo móvel, é preciso tirar tudo de cima dele e esfregar como se ele não fosse voltasse a ficar sujo nunca mais.

girl, you'll be a woman soon

perspective of life

a linha entre a sanidade mental e a demência é tão ténue quanto fácil de transpor, quando se chega a determinados limites. a mulher que matou o marido com um tiro, o marido que matou a mulher com uma faca de cozinha. tudo são casos que pensamos impossíveis no nosso lar, na nossa família. mas com mais um nervo ou menos um nervo podem, um dia, numa hora, num minuto de tensão incrível acontecer.
olhamos para a nossa vida como um caminho, repleto de círculos onde temos pessoas diferentes à nossa volta. são indíviduos que modificam para onde vamos e como vivemos. isso pode ser a melhor benesse do mundo, ou a pior. tudo depende da perspectiva. podemos encarar palavras de uma forma raivosa ou de forma descontraída e até positiva. as mesmas palavras podem significar o mundo ou não significar nada. a perspectiva está na nossa cabeça. e a forma como reagimos também. a perspectiva é a nossa e a de mais ninguém. a pessoa ao nosso lado pode nunca saber porque reagimos assim. certo é que a razão pode muito bem não ser nossa. até porque podemos ter a perspectiva totalmente errada.

long live the right perspective of the aspects of life.

terça-feira, março 04, 2008

sábado, março 01, 2008

floresta na cidade

Correr pela mata, mesmo dentro da cidade, é das sensações mais libertadoras que se podem sentir na grande metrópole. Privilégios mais perto do que possamos pensar.

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

saudade ii

Os sonhos dizem-nos coisas estranhas que estão dentro de nós mas em que não pensamos todos os dias. Passam várias pessoas pela nossa vida, umas de forma breve, outras de forma mais longa. Umas ficam mais na memória com mérito por isso, outras são quase esquecidas ou por não terem sido significantes ou por não merecerem essa memória.
Esta semana tive um sonho curioso, sobre uma dessas pessoas que ficam na memória e ainda bem por isso. Foi um daqueles sonhos com sensação real. Acordei a pensar se teria mesmo acontecido. Um abraço mostrou saudades e a amizade que sempre existiu e dificilmente se apagará, mesmo que não a veja há alguns anos. Saudades do inconsciente.

saudade

Tinha saudades de andar de transportes públicos. De ter aquele tempo para pensar. Para ver os outros. Para ouvir música tranquilamente e sem outra actividade. Para ler. Claro que isto só sabe assim, mesmo bem, por ser uma vez por outra.
Mas, na verdade, pesando os prós e contras de andar de carro e de transportes públicos não sei que ganharia. Depende do sítio para onde vamos.

terça-feira, fevereiro 26, 2008

how many people in our lives we can depend on?




When you're losin' direction
Baby you can depend on me
For a little love and affection
You can depend on me
If ya feel brokenhearted and you
just can't get started
You can depend on me
Ya know it's never easy and
when you're feelin' blue
There'll be times you feel so empty
Ya sometimes I feel it too


Like sister to brother - father to mother
We live for each other - we're lover to lover
As deep as an ocean - filled with emotion
I'm forever open - can't you see
Baby you can depend on me
Depend on me - depend on me



For someone to rely on and a shoulder to cry on
You can depend on me
If you're in need of some kindness
And you can't seem to find it
You can depend on me
Well there ain't no need to worry
you know we'll get along
Those dark clouds may surround you
But together we'll be strong


Like sister to brother - father to mother
We live for each other - we're lover to lover
As deep as an ocean - filled with emotion
I'm forever open - can't you see
Baby you can depend on me
Depend on me - depend on me


Your love is a guiding light
I've been watchin' it shine - shine on baby
When hard times are all around
And there's miles and miles of
dirty road - depend on me
There's no need to carry that
heavy load - depend on me
When hope is gone and all is lost
Just reach out - take my hand
I'll be there - I'll be your man
Depend on me






regresso às origens musicais... as dos meus 10 anos... BA.

até amanhã... vou dormir o sono dos ensonados

É no dia em que o meu corpo pede mais sono, pede mais descanso, em que a minha mente não raciocina de forma fluída, que me sinto mais vivo e lúcido. A típica noite em branco, de domingo para segunda, que já dura há anos e anos, deu lugar a um dia diferente do habitual.
Vi a grande cidade pelos meus primeiros olhos, os mesmos que a viram pelas primeiras vezes. Os mesmos dois olhos curiosos e receosos, que olhavam para tudo com espanto e descoberta. Que desconfiavam das muitas pessoas estranhas que andavam pela noite da cidade. Foi preciso a minha irmã ter comigo para o sentimento invadir-me novamente. Sinto que me revi, que senti como já não sentia há muito tempo. Senti-me mais vivo por isso. O receio e o espirito de descoberta sempre me trouxeram mais vida ao espirito. Talvez outra clarividência. Sinto mais medo de errar, mais medo ao passar pelos locais de sempre, pelas ruas de sempre.
Bastou um pequeno passeio à noite para reaviver sentimentos e olhares tão antigos que até doem. Já fui assim e parece que pude reavivar esse pedaço de mim adormecido. E isso é vida dentro de mim. Sinto-me outra vez mortal, e isso é viver... é poder arriscar.
Parece que foi na maior moca de sono dos últimos anos que obtive o momento de maior clarividência... Estou cheio de sono e meio zonzo (como andei parte do dia), será que estou a delirar? So be it.


Para mal dos meu pecados, o final da noite tinha mais um suplício totalmente anti-sono - sono, aquele que é mais desejado do que um trago de água depois de um banho prolongado no mar, ou da subida de uma montanha, ou mesmo de horas a caminhar no deserto. A bola rolava, mas o corpo não correspondia. Fugia mais rápido do que o habitual. A cabeça não levantava do chão e acabava por se perder, entre a concentração, a bola. Mais cansado, mas talvez menos ensonado. A viagem de volta voltou a ter aquele saborzinho de vida, espalhado por cada metro de asfalto e por cada acorde de viola e cada pedaço de vida mensagens antigas vindas das colunas. Parece o regresso às origens. E é nas origens que está o meu verdadeiro eu. É ali no campo. É ali naqueles sons rocos mas sentidos e que me dão que pensar. É ali naquelas ervas altas balançadas pelo vento, que parecem dançar ao som das palavras que estou eu. Mesmo que vá, metro a metro, pelo asfalto da cidade... a caminho de casa. A caminho do sono tão desejado, tão ansiado... todo o dia. A cabeça já não diz coisa com coisa, o corpo também anda em câmara lenta... vou-me deitar. Será que amanhã conseguirei ser o mesmo rapaz do campo disfarçado pela cidade? Só o tempo o dirá.





Post Scriptum: Pensamos sempre que os acidentes de automóvel acontecem aos outros. As doenças acontecem aos outros. Quando estamos todos num campo a correr atrás da bola e um se magoa a sério... dói ver a dor dele, mas não deixa de lhe doer só a ele. Lamentamos a dor dele, pegamos devagar na trouxa e rumamos tranquilamente para casa. Se tivesse acontecido a nós iriamos estar durante uma, duas, três, quatro, cinco ou quem sabe seis semanas a viver com as consequência de uma queda que resultou mal. E pode acontecer a nós. Está mesmo ali, à espera de poder acontecer. É uma questão de sorte ou azar. Pode ser uma questão de tempo. Será que deixo de arriscar e jogar por causa disso? Não. Mas lá que dá que pensar... dá.

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

mr. morrison

Have you been born yet and are you alive?

Let's reinvent the gods, all the myths of the ages

who are you? *


O que te motiva a levantares-te todas as manhãs e ires fazer o que tu fazes?


O que é que te faz ser quem és?



* have you been born yet and are you alive? let's reinvent the gods, all the myths of the ages

uma questão de aldeia

Os pássaros chilreiam mais alto nas zonas residenciais das cidades. São como aldeias em escala bem maior, com prédios bem maiores, mas com hábitos de aldeias, comércio tradicional mais vivo, padarias em cada esquina. Aqui vive gente. Aqui há de comer. Há de vestir. Há passeios para passear. Passeios que raramente estão vazios. Passeios onde se passeia. Mesmo aqueles que vivem aqui há muito e muitos anos. A vista pode ser a mesma, mas as pessoas vão mudando e dão vida às calçadas, aos prédios, às ruas. Existem milhares de telas, cada uma delas com uma expressividade única, com uma vontade própria. Telas jovens, telas antigas. Cada uma delas com hábitos próprios mas que se vão associando a cada uma das idades. Cada tela antiga é diferente das outras telas antigas, embora cada uma delas pareça ter hábitos semelhantes. Andam quase todos pelos mesmos sítios. Num sítio destes vale a pena sair de casa. Quando saímos, vamos mesmo espairecer. Podemos ir ao jardim, ali ao fundo, à pastelaria dos bolos bons e baratos ao virar da esquina. À lavandaria no canto da rua. À farmácia, no largo em frente. Tudo está ali, à mão de semear. As pessoas vivem e têm uma certa sensação de que não estão sozinhas. Há mais pessoas a viver como elas. E isso é bom. Há mais pessoas a viver como elas. E estão mesmo ali ao lado. Há mais pessoas a viver como elas. E podem-se ajudar mutuamente. Existe um espírito de aldeia, mesmo que não se conheçam os vizinhos, seja do andar de cima ou do prédio em frente. Basta vê-los noutra parte da cidade que há um sorriso cúmplice que diz “tu és dos meus, vives onde eu vivo e onde eu vivo é especial”. Gosto quem me abram a porta do prédio e me cumprimentem com um sorriso. Gosto de me sentar no sofá e pensar… a vida aqui é boa, seja o que for que esteja para lá desta pequena grande aldeia.

i like

Gosto de passear pela cidade. Gosto de observar os movimentos das outras pessoas. Gosto de imaginar as suas vidas, os seus orgulhos e os seus problemas. Gosto de observar e imaginar. Gosto. Passar pelo carro que buzina furioso para o outro que parou na passadeira. Olhar a mãe que ralha com o filho enquanto pega nele, por encher-se de chocolate do bolo que acabou de comer. Passar pela grupo de adolescentes que se diverte com piadas enquanto espera o autocarro. Passar pelo cabeleireiro onde dois homens cortam o pouco cabelo a outros dois homens, enquanto falam e criticam o jogo do Benfica do dia anterior. Passar pelo jardim-escola onde os pais vão buscar as crianças super-excitadas, após um longo dia de trabalho. Passar pelo videoclube onde um casal na casa dos 40 escolhe, entre sorrisos, um bom filme para passar o serão. Passar pelo jardim, onde um jovem casal joga badminton enquanto conta pormenores do seu dia, onde um casal de namorados adolescentes se beija apaixonadamente e numa sofreguidão capaz de assustar os pombos e onde um velhote leva o cão da neta a fazer as necessidades. Gosto quem me abram a porta do prédio e me cumprimentem com um sorriso. Gosto de me sentar no sofá e pensar que vale a pena viver e ver os outros viverem.


beauty is who beauty does

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

free as a bird?


Is it spring yet?
Originally uploaded by Miss Aniela

there's something about xmas time

Curioso como passamos um ano inteiro sem comunicarmos com várias pessoas que passaram pela nossa vida e muitas vezes passamos o ano sem sequer pensar nelas. Chega a altura do Natal, pego no telemóvel ou na agenda e ao passar de nome em nome, vou-me lembrando dessas pessoas. Tudo o que de bom e mau elas significam. A quase todas (menos às que não quero mesmo) tento enviar uma mensagem. É quase uma tradição. Não tem nada a ver com o menino Jesus, muito menos com as prendas, a árvore, as luzes ou o Pai Natal.

holidays

Incrível como em certas alturas só pensamos... não pode ser isto... quero férias... já... quero férias permanentes!!

Será possível viver bem em férias permanentes? Sem dúvida que sim!

Será esse o caminho a tomar? Não, não me parece.

sábado, fevereiro 16, 2008

they gathered to see


They gathered to see
Originally uploaded by Miss Aniela

just for fun


Just for fun
Originally uploaded by Miss Aniela

conhecer (mal) madrid por madrilenos

Informações em Espanha de Espanha e espanhóis dado por madrilenos

- Os madrilenos almoçam depois das 14h, disseram-me num restaurante, quando apareci lá às 13h.



- Em Madrid, existe hora de ponta ao final do dia em dois momentos distintos. Um às 15h (de pessoas a entrar na cidade e que trabalham foram dela) e outro às 18h, de pessoas que trabalham dentro da cidade e também fora dela (mais dentro da cidade). Informação carinhosamente dada por um taxista simpático, inteligente e bem vestido (não, não parecia um pedinte, mal educado, bruto, enganador como cá!).



- Os madrilenos há sexta-feira saem directamente do trabalho para fora da cidade, em passeio. "Querem sair logo daqui, não perdem uma oportunidade", disse o simpático taxista a conduzir um carro limpo, com estofos normais e confortáveis, (quem diria, isso existe, hein!).
A praia mais próxima é em Valência, a 400 km. Na Primavera e Verão há enchentes de trânsito para lá. A viagem de auto-estrada demora 3h30, mesmo com trânsito, visto não criar propriamente congestionamento, embora hajam muitos carros.



- Em hora de ponta para dentro da cidade, pelas 15h, do aeroporto à cidade não demora mais do que 20/30 minutos.



- Os madrilenos dormem a siesta na Primavera e no Verão.
Nessa altura, quase todos costumam sair por volta das 15h do trabalho e aqueles que no resto do ano saem mais tarde, também entram mais cedo do que o habitual, muitos por volta das 6h da manhã. Quem diria, hein.

...

Cagalhão impertinente.

terça-feira, fevereiro 12, 2008

we all deserve to die




There’s a hole in the world like a great black pit
And it’s filled with people who are filled with shit
And the vermin of the world inhabit it
But not for long!

They all deserve to die
Tell you why, Mrs. Lovett, tell you why
Because in all of the whole human race, Mrs. Lovett
There two kinds of men and only two
There’s the one staying put in his proper place
And the one with his foot in the other one’s face
Look at me, Mrs. Lovett, look at you
Though
we all deserve to die
Even you, Mrs. Lovett, even I


Because the lives of the wicked should be made brief!
For the rest of us, death will be a relief
We all deserve to die!
in Sweeney Todd

lead the way

Quando sentimos, dentro de nós, que algo é certo. Parece que não há grande volta a dar-lhe. É seguir o caminho, com quem nos sentimos bem e à vontade, e por aí continuar.
A estrada pode ter muitos caminhos, mas só eu sei qual é o mais certo para mim.

o que interessa mesmo

Family comes first.

O meu irmão mais novo precisa de ajuda a estudar para um teste de inglês? Estou lá, 100% disponível, mesmo por telefone.

domingo, fevereiro 10, 2008

sábado, fevereiro 09, 2008

verdade de 'la palisse'

Nem todas as mulheres lindas e com corpos voluptuosos aparecem nas revistas.
E ainda bem.

quinta-feira, janeiro 31, 2008

the light of hope


viajar pelo céu

Andar de avião é como entrar numa outra dimensão. Sentimo-nos zonzos lá em cima. Parece que saimos completamente da realidade, do nosso meio, e quando saimos do avião estamos numa outra espécie de realidade que não a nossa.

bem-vindos ao xantarim

Foi preciso chegar a "velho" jovem para passar a ir para o café/restaurante ver a "bola".
Naquele meio de homens onde também vão algumas mulheres come-se belos bifes e por um preço muito barato. Um prazer duplo, que fica mais condimentado quando se junta um belo jogo de bola vivo e emotivo e amigos de sempre. É um hábito novo, com um ou dois meses, mas existe a estranha sensação que é um velho hábito. Ainda para mais sabe bem. O templo da janta & bola só acontece de fim-de-semana em fim-de-semana, e ainda bem que assim é para saber melhor ainda. Os sábados à noite, assim, começam começam bem.

sábado, janeiro 26, 2008

there's a whole in the world like a great black pit




There's a whole in the world like a great black pit
and the vermin of the world inhabit it
and its morals aren't worth what a pin can spit
and it goes by the name of London.

At the top of the hole sit the previleged few
Making mock of the vermin in the lonely zoo
turning beauty to filth and greed...
I too have sailed the world and seen its wonders,
for the cruelty of men is as wonderous as Peru
but there's no place like London!
in Sweeney Todd