Para quem quer descobrir e sentir. Quem quer conhecer outras formas de vida e de pensamento, melhor ou pior.
Quem = serEmot futuro.
O que interessa?
Tensões na mente de serEmot
quinta-feira, junho 05, 2008
africa, africa, africa, africa
viajar no tempo e no espaço *
* Marrocos :: Fes
quarta-feira, maio 28, 2008
o corpo é que paga... por isso há que massajá-lo
O corpo é composto por toda uma complexidade incrível. Quando não temos problemas de saúde, somos novos e embrulhados na rotina de um trabalho e de uma vida temos a tendência de ligar pouco ao corpo na sua essência.
Uma longa e bela massagem serve, por isso mesmo, para relaxar completamente e nos voltar a colocar em contacto com o nosso corpo, dos dedos dos pés, passando pelos gémeos, coxas, dedos, mãos, braços, barriga, costas (de um ponta à outra, ombros...). O mais curioso numa massagem por um profissional é que existem uma espécie de regras implícitas que não nos são explicadas.
Entramos numa sala com luz de intensidade reduzida, com uma mesa, música ambiente e decoração a condizer com o ambiente zen. Dizem para nos despirmos completamente e colocarmos roupa interior fornecida por eles (uma cueca descartável muito fina) e saem da sala. Depois de nos colocarmos em cima da mesa naqueles trajes e com umas toalhas por cima, a massagista entra e inicia a massagem. É mais de uma hora de muitos movimentos para libertar toda a tensão em cada um dos nossos músculos e articulações. Brilhante e relaxante! A regra é ficar quieto e deixar-nos ir... naquele momento. Olhos abertos ou olhos fechados? Não faço ideia, só sei que a massagem vai pedindo aos olhos que se fechem e gozem o momento.
Depois a massagista sai e toca a limpar do óleo que percorreu o nosso corpo e vestir. Ainda há tempo para beber um cházinho oferecido, sem açucar e que amantes de açucar como eu não conseguem acabar de beber - curiosamente o chá de gengibre colocou a voz muito grave, de forma estranhamente agradável!
Ter alguém a mexer no nosso corpo é estranho, mas ao mesmo tempo natural. Estamos expostos e, por isso, existe uma preocupação em manter a privacidade, o distanciamento e o ambiente seguro para que consigamos relaxar completamente. É uma bela experiência!
quinta-feira, maio 22, 2008
sexta-feira, maio 16, 2008
warum?
incomensuravelmente*
É com isto que sonho todas as noites, quero ser este homem.
Quem sabe um dia, um dos putos não se torna o Cristiano Ronaldo e eu possa compensar com muito dinheiro todos os vizinhos que incomodei com a minha estupidez bronca e incomensuravelmente cretina e parva.
Resta-me dormir, ou pelo menos tentar, e sonhar, ou pelo menos tentar, em ser um senhor assim.
* PS: acho que há manifesta falta de tacos de beisebol (pelos vistos em português escreve-se assim) em Portugal! Há pessoas que têm atitudes, seja comandando apenas os seus corpos ou um carro, que revelam clara impunidade no dia-a-dia. Se todo o português, mesmo o pacífico, tivesse um taco de beisebol no carro ou em casa e o usasse, uma vez por outra, num destes indivíduos cretinos talvez esses mesmos sujeitos pensassem duas vezes antes de serem exteriorizarem toda a sua parvoíce. Pelo menos iria passar-lhe pela cabeça:
"Bem, se o semáforo fica vermelho e este gajo tem um taco no carro, estou f*did*!!!"
incomensuravelmente*
É com isto que sonho todas as noites, quero ser este homem.
Quem sabe um dia, um dos putos não se torna o Cristiano Ronaldo e eu possa compensar com muito dinheiro todos os vizinhos que incomodei com a minha estupidez bronca e incomensuravelmente cretina e parva.
Resta-me dormir, ou pelo menos tentar, e sonhar, ou pelo menos tentar, em ser um senhor assim.
* PS: acho que há manifesta falta de tacos de beisebol (pelos vistos em português escreve-se assim) em Portugal! Há pessoas que têm atitudes, seja comandando apenas os seus corpos ou um carro, que revelam clara impunidade no dia-a-dia. Se todo o português, mesmo o pacífico, tivesse um taco de beisebol no carro ou em casa e o usasse, uma vez por outra, num destes indivíduos cretinos talvez esses mesmos sujeitos pensassem duas vezes antes de serem exteriorizarem toda a sua parvoíce. Pelo menos iria passar-lhe pela cabeça:
"Bem, se o semáforo fica vermelho e este gajo tem um taco no carro, estou f*did*!!!"
quarta-feira, maio 14, 2008
massa dorida
O excesso de trabalho tem destas coisas. Só é pena quando estamos a ser explorados.
sábado, maio 10, 2008
olha para mim
Somos assim, como nós. Respira fundo.
sexta-feira, maio 09, 2008
domingo, maio 04, 2008
saber dar
Exemplo disso é a iniciativa do Banco Alimentar Contra a Fome, liderado há seis anos por Isabel Jonet. Ontem e hoje ao passar-se por um hipermercado ou supermercado era fácil encontrar várias mulheres a comprarem coisas apenas e só para o Banco Alimentar, colocando num saco dado à entrada. Curiosamente nos voluntários do Banco Alimentar já se vê mais rapazes ou homens.
sábado, abril 19, 2008
quarta-feira, abril 09, 2008
o ponto de partida :: i need the feeling touch
Este post foi agendado pelo novo serviço do Blogger, pelo que não estou aqui, frente ao computador a partir do momento em que este texto aparece aqui pelo blog (18h25). Estou longe, muito longe, de ecrãs e da vida cibernética. Estarei impregnado em vida, na minha vida. De preferência que não seja enquanto procuro as hortaliças num hipermercado qualquer do nosso país, mas sim numa qualquer ilha paradísiaca e remota como, por exemplo, as Berlengas.
Nestes momentos gosto de me recostar para trás na cadeira da vida e pensar. Pensar no que vou fazer a seguir e porque não cheguei onde queria até ali, àquele momento que não significa nada para mim, mas ao mesmo tempo significa tudo. Esse momento significa que o mundo não pára por nós e os anos também. O fim do meu ano é hoje. O princípio de um novo ano é às 18h25 desta quarta-feira que, por acaso ou nem por isso, é o dia 9 de Abril.
Estou a escrever estas palavras recostado na cama. A lutar com os olhos para se manterem abertos (custa!). Daqui a pouco é uma da manhã do meu dia. A nível legal os 27 já ninguém mos tira, nem que venha agora aqui um carjacker qualquer com uma bela e lustrosa catana e me atire desta para (provalmente ou nem por isso) melhor. Já do ponto de vista teórico só chego aos 27 (que idade tão feia) às 18h25. A essa hora tudo me pode ter acontecido... tudo menos estar aqui, a olhar para isto.
emot,
Pensa (mentos) melhor para mais um ano de vida.
É caso para dizer, hoje é o primeiro dia do resto da tua vida.
PS: Parabéns e obrigado mãezinha por me teres colocado no planeta Terra. Quem sabe se ainda não faço alguma coisa de jeito com os minutos e horas que me restam por aqui.
sábado, abril 05, 2008
i choose the last travelled road
terça-feira, abril 01, 2008
i'm only happy when i'm dancing
Na verdade, o que fizer com os últimos 90 dias do meu fôlego e do meu corpo irão definir a minha pessoa para sempre.
* pergunta de uma vida
remember the days of the old school yard?
Quem me dera ser um optimista. Quanto muito, contento-me com algum positivismo ocasional.
let's make a bite to remember, from january to december
segunda-feira, março 31, 2008
mundos urbanos cruéis e duros
Foi preciso para Lisboa para sentir essa injustiça ignóbil e revoltante na pele. Foram precisos seis anos a viver na capital do país para experienciar isso mesmo de forma directa. Roubaram-me uma scooter nova em 2005. Nunca apareceu. A polícia nunca disse nada a propósito da queixa. Dúvido muito que tenham, sequer, tentado procurar. Foi uma perda que me marcou. Que evitou que me metesse noutra tão cedo. Que me revoltou profundamente contra alguém que não conheço, contra um modo de vida que não compreendo de maneira nenhuma.
Desde então já senti outros efeitos criminosos. Foram desagradáveis e irritantes só não foram mais chatos porque aconteceram em viaturas que não eram minhas. Partiram o vidro de uma porta lateral de um carro que estava a testar numa madrugada em 2007, para roubarem o rádio. Agradeço a todos os santos, se é que existem, pelos sacanas não se terem lembrado (ou não terem tido tempo) para irem à bagageira, onde estava a minha mala cheia de objectos pessoais e ainda o meu computador portátil, onde estava grande parte da minha vida. Acatei o aviso e aprendi a lição. Desde então nunca mais deixei nada de valioso num carro, nem por uma hora sequer. É um alvo fácil para os nojentos que habitam o planeta. Recentemente partiram um vidro pequeno de mais um carro que não era meu junto ao Colombo, enquanto fui lá com a minha irmã (umas duas horas longe do carro). Tentaram espreitar a ver se havia alguma coisa na bagageira... mas não havia nada. Não roubaram absolutamente nada.
Hoje de madrugada foi uma amiga minha que chegou ao carro e deparou-se com o seu Renault Clio já antigo vítima de tentativa de arrombamento da porta. Provavelmente por pé de cabra. Agora não consegue abrir a porta por fora e tem a porta danificada. O que roubaram? Absolutamente nada, até porque não havia nada para roubar.
Mas qual é a motivação de escumalha que faz isto? O que ganha? Porquê perturbar tanto a vida de quem não se conhece?
terça-feira, março 25, 2008
segunda-feira, março 24, 2008
rotineiro
e que tal mudar de rotina?
domingo, março 23, 2008
woman on the way to men
há ainda uma tendência para as mulheres serem mais picuinhas com a forma como se fazem determinadas coisas, desde o sexo, onde tem de haver um condição astrológica, meteorológica e psicológica favorável para essa prática, passando pelas panquecas, que só podem ser feitas da maneira que vem na receita antiga e não há mais nenhum modo possível, ou pelas limpezas, onde não basta passar o pano pelo móvel, é preciso tirar tudo de cima dele e esfregar como se ele não fosse voltasse a ficar sujo nunca mais.
girl, you'll be a woman soon
perspective of life
olhamos para a nossa vida como um caminho, repleto de círculos onde temos pessoas diferentes à nossa volta. são indíviduos que modificam para onde vamos e como vivemos. isso pode ser a melhor benesse do mundo, ou a pior. tudo depende da perspectiva. podemos encarar palavras de uma forma raivosa ou de forma descontraída e até positiva. as mesmas palavras podem significar o mundo ou não significar nada. a perspectiva está na nossa cabeça. e a forma como reagimos também. a perspectiva é a nossa e a de mais ninguém. a pessoa ao nosso lado pode nunca saber porque reagimos assim. certo é que a razão pode muito bem não ser nossa. até porque podemos ter a perspectiva totalmente errada.
long live the right perspective of the aspects of life.
domingo, março 02, 2008
sábado, março 01, 2008
floresta na cidade
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
saudade ii
Esta semana tive um sonho curioso, sobre uma dessas pessoas que ficam na memória e ainda bem por isso. Foi um daqueles sonhos com sensação real. Acordei a pensar se teria mesmo acontecido. Um abraço mostrou saudades e a amizade que sempre existiu e dificilmente se apagará, mesmo que não a veja há alguns anos. Saudades do inconsciente.
saudade
Mas, na verdade, pesando os prós e contras de andar de carro e de transportes públicos não sei que ganharia. Depende do sítio para onde vamos.
terça-feira, fevereiro 26, 2008
how many people in our lives we can depend on?
When you're losin' direction
Baby you can depend on me
For a little love and affection
You can depend on me
If ya feel brokenhearted and you
just can't get started
You can depend on me
Ya know it's never easy and
when you're feelin' blue
There'll be times you feel so empty
Ya sometimes I feel it too
Like sister to brother - father to mother
We live for each other - we're lover to lover
As deep as an ocean - filled with emotion
I'm forever open - can't you see
Baby you can depend on me
Depend on me - depend on me
For someone to rely on and a shoulder to cry on
You can depend on me
If you're in need of some kindness
And you can't seem to find it
You can depend on me
Well there ain't no need to worry
you know we'll get along
Those dark clouds may surround you
But together we'll be strong
Like sister to brother - father to mother
We live for each other - we're lover to lover
As deep as an ocean - filled with emotion
I'm forever open - can't you see
Baby you can depend on me
Depend on me - depend on me
Your love is a guiding light
I've been watchin' it shine - shine on baby
When hard times are all around
And there's miles and miles of
dirty road - depend on me
There's no need to carry that
heavy load - depend on me
When hope is gone and all is lost
Just reach out - take my hand
I'll be there - I'll be your man
Depend on me
regresso às origens musicais... as dos meus 10 anos... BA.
até amanhã... vou dormir o sono dos ensonados
Vi a grande cidade pelos meus primeiros olhos, os mesmos que a viram pelas primeiras vezes. Os mesmos dois olhos curiosos e receosos, que olhavam para tudo com espanto e descoberta. Que desconfiavam das muitas pessoas estranhas que andavam pela noite da cidade. Foi preciso a minha irmã ter comigo para o sentimento invadir-me novamente. Sinto que me revi, que senti como já não sentia há muito tempo. Senti-me mais vivo por isso. O receio e o espirito de descoberta sempre me trouxeram mais vida ao espirito. Talvez outra clarividência. Sinto mais medo de errar, mais medo ao passar pelos locais de sempre, pelas ruas de sempre.
Bastou um pequeno passeio à noite para reaviver sentimentos e olhares tão antigos que até doem. Já fui assim e parece que pude reavivar esse pedaço de mim adormecido. E isso é vida dentro de mim. Sinto-me outra vez mortal, e isso é viver... é poder arriscar.
Parece que foi na maior moca de sono dos últimos anos que obtive o momento de maior clarividência... Estou cheio de sono e meio zonzo (como andei parte do dia), será que estou a delirar? So be it.
Para mal dos meu pecados, o final da noite tinha mais um suplício totalmente anti-sono - sono, aquele que é mais desejado do que um trago de água depois de um banho prolongado no mar, ou da subida de uma montanha, ou mesmo de horas a caminhar no deserto. A bola rolava, mas o corpo não correspondia. Fugia mais rápido do que o habitual. A cabeça não levantava do chão e acabava por se perder, entre a concentração, a bola. Mais cansado, mas talvez menos ensonado. A viagem de volta voltou a ter aquele saborzinho de vida, espalhado por cada metro de asfalto e por cada acorde de viola e cada pedaço de vida mensagens antigas vindas das colunas. Parece o regresso às origens. E é nas origens que está o meu verdadeiro eu. É ali no campo. É ali naqueles sons rocos mas sentidos e que me dão que pensar. É ali naquelas ervas altas balançadas pelo vento, que parecem dançar ao som das palavras que estou eu. Mesmo que vá, metro a metro, pelo asfalto da cidade... a caminho de casa. A caminho do sono tão desejado, tão ansiado... todo o dia. A cabeça já não diz coisa com coisa, o corpo também anda em câmara lenta... vou-me deitar. Será que amanhã conseguirei ser o mesmo rapaz do campo disfarçado pela cidade? Só o tempo o dirá.
Post Scriptum: Pensamos sempre que os acidentes de automóvel acontecem aos outros. As doenças acontecem aos outros. Quando estamos todos num campo a correr atrás da bola e um se magoa a sério... dói ver a dor dele, mas não deixa de lhe doer só a ele. Lamentamos a dor dele, pegamos devagar na trouxa e rumamos tranquilamente para casa. Se tivesse acontecido a nós iriamos estar durante uma, duas, três, quatro, cinco ou quem sabe seis semanas a viver com as consequência de uma queda que resultou mal. E pode acontecer a nós. Está mesmo ali, à espera de poder acontecer. É uma questão de sorte ou azar. Pode ser uma questão de tempo. Será que deixo de arriscar e jogar por causa disso? Não. Mas lá que dá que pensar... dá.
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
mr. morrison
Have you been born yet and are you alive?
Let's reinvent the gods, all the myths of the ages
who are you? *
O que te motiva a levantares-te todas as manhãs e ires fazer o que tu fazes?
O que é que te faz ser quem és?
* have you been born yet and are you alive? let's reinvent the gods, all the myths of the ages




