sábado, janeiro 29, 2005

hipopotamo


Ali vai um hipópotamo bebé a nadar ao lado da mãezinha, no zoo de Berlim. Yo. Hipopotamo, sabe nadar yeah.

Quer dizer, o rabo da mãe está muito virado para aqui, só espero que rabo de hipopótamo não saiba PEIDAR! Brrk....

days of the old school yard

É normal sentirmo-nos frustrados por não conseguirmos superar as nossas limitações, ou por queremos mais do que conseguimos. Mas parece que custa ver pessoas que estão próximas de nós conseguirem algo com que ambicionávamos bastante. Custa. Mas nem por isso temos de ficar com inveja, ciúme ou rancor. Faz parte da vida seguir em frente, procurar e buscar o que pensamos que queremos, mesmo quando as escolhas que nos aparecem pela frente nem sempre são as que idealizámos.

Nada como lutar. Só é pena eu me lamentar e não procurar com vontade e dedicação um melhor lugar para ficar.

Blahs. Remember the days of the old school yard, we used to laugh a lot.

quinta-feira, janeiro 27, 2005

sexta-feira, janeiro 21, 2005

como encontrar a sapiência virginal

Calma. Como encontrar a sapiência de uma criança, que está a descobrir tudo. Que fervilha em sonhos e ideias. Como encontrar as ideias FANTÁSTICAS que tinhamos quando éramos crianças...

quarta-feira, janeiro 19, 2005

por onde?


strange days have found us


Ora aí está um bom título para um livro. Ora aí está algo que me recorda que não correr está na ordem do dia para mim. Não fazer exercício, desporto, competição está completamente a inundar a minha vida. É que, de facto, não tenho tempo, companhia, paciência, dinheiro para estar a fazer exercício, como tanto gostaria.

serEmot em repouso físico e STRESS mental. Como é que se passa de uma situação flat, para uma situação in the crisp of the wave? É complicado meu caro serEmot. Talvez seja preciso um pouco mais audácia e decisões estratégicas e repentinas! Que tal tomá-las? Uhmmm. Não me parece. Porque é que não me parece?!?! O corpo pede. A mente pede. Como diz o Variações: "Quando a cabeça, não tem juízo, o corpo é que paga...!!"
"Se o que tens para dizer não é melhor do que o silêncio, cala-te!"*
Calei-me.


*citação de Miguel Sousa Tavares - Livro fabuloso: Não Te Deixarei Morrer David Crocket.
Eu poderia dizer: não te deixarei morrer serEmot;
talvez sejas tu que me deixas morrer.

"Once
I Had a Little Game
I liked to crawl back in my brain
I think you know the game I mean
I mean the game called 'go insane'

Now you should try this little game
Just close your eyes forget your name
Forget the world, forget the people
And we'll erect a different steeple.

This little game is fun to do.
Just close your eyes, no way to lose.
And I'm right here, I'm going too.
Release control, we're breaking through. " Jim Morrison

domingo, janeiro 16, 2005

sábado, janeiro 15, 2005

Six Feet Under


É incrivel como uma série de televisão nos consegue tocar. Bem lá dentro do nosso âmado. Em aspectos diferentes e importantes. Seinfeld é uma série de culto, que via quando estava no meu segundo ano de faculdade, e me deitava às 3h da manhã para poder vê-la.

Sete Palmos de Terra. (2) Tenho passado os meus serões de sábado a acompanhar dois episódios seguidos, que passam na A Dois. Série fantástica que tem uma capacidade de surpreender fascinante. Aqui estamos a ver vidas de pessoas que, embora aparentemente não tenham nada a ver connosco, acabam por estar relacionadas com a nossa vida em tantos sentidos e formas. A vida é-nos apresentada com esperanças, frustrações, situações embaraçosas, amizade, união e discussão familiar, homossexualidade, morte, infidelidade, morte, depressões, vida, problemas mentais, indecisões pré-universitárias. Enfim. Um sem número de situações e personagens apaixonantes em tantos sentidos. É cativante e até pedagógico, pelo menos para mim.

Sinopse:
"Sete Palmos de Terra", da autoria de Allen Ball, o mesmo argumentista de "American Beauty", considerada a melhor série de televisão de 2002 e premiada com dois Globos de Ouro, continua no nosso convívio em mais uma série de novos episódios.
Teve um estrondoso êxito nos Estados Unidos e noutros países desde que começou a ser exibida.
Como diz o Washington Post, "Sete Palmos de Terra", incita a uma devoção compulsiva. "Sete Palmos de Terra", é uma série dramática que nos dá uma visão trági-cómica da vida e da morte segundo a perspectiva de uma família americana disfuncional de Pasadena, que possui e dirige uma agência funerária.
"Sete Palmos de Terra" é uma série estranha, densa, profunda e cruzada por uma interessante dose de humor negro.
"Sete Palmos de Terra" fala-nos sobre a vida, apesar de tratar de morte e é brilhantemente escrita e interpretada. [Já está disponível o DVD!!]

Duração: 60 Minutos
Autoria: Allen Ball
Produção: Allen Ball e Robert Greenblat
Realização: Miguel Artete e Daniel Attias
Com: Peter Krause, Michael C. Hall, Frances Conroy, Lauren Ambrose, Freddy Rodriguez, Mathew St. Patrick, Rachel Griffiths

NOTÍCIA
Ball faz funeral a 'Sete Palmos de Terra'
Alan Ball vai pôr um ponto final na série de culto de que é argumentista e produtor, Sete Palmos de Terra. Ball confirmou à BBC que a quinta e última temporada entra em fase de produção na próxima semana. «Se a série é sobre algo, é precisamente sobre o facto de tudo ter um fim», resumiu Ball.

Produzida pela HBO, Sete Palmos de Terra ganhou vários prémios, entre os quais dois Globos de Ouro e seis Emmy, e colecciona uma imensa legião de fãs. A produtora confirmou a morte anunciada da série, mas não diz quando vão ser emitidos os derradeiros episódios.
«Vou sentir saudades de tantos talentosos argumentistas, equipa, actores e vou estar sempre grato à HBO por nos permitir e encorajar a contar a história que concebemos», disse Ball à BBC.
Para além de Sete Palmos de Terra, a HBO Internacional produz séries como Os Sopranos e Sexo e a Cidade.
Sete Palmos de Terra conta a história de uma família de agentes funerários de Pasadena, na Califórnia. Os fãs portugueses podem ver a segunda temporada da série (que a 2: já passou) na Fox, a partir das 21.30 do próximo sábado.

Crítica do Público a Sete Palmos de Terra:
Algures por entre milhões de vivendas, está Chandler à beira da sua piscina com candidatos ao "franchise" do seu negócio piramidal Beauty Vision. No alpendre-gineceu, as mulheres comentam como Chandler é belo: é um adónis perfeito no corpo e no negócio, que sela ali mesmo com um aperto de mão um contrato de "franchise" antes de se lançar à piscina num mergulho perfeito. Não sai dela com vida. Traumatismo craniano. Como Adónis, morre jovem.
E com dívidas. Não deixa dinheiro que chegue para pagar o caixão, muito menos o funeral. Ficamos a saber que o morto era outro, Adónis "renasce" noutra verdade. Nate Fisher, da Fisher & Sons, aceita da viúva incrédula um pagamento do serviço em prestações. Assim começa o 2º episódio de Six Feet Under (Sete Palmos de Terra, RTP2, segundas-feiras). Assim - com uma morte qualquer e um cadáver para tratar - começam todos os episódios.
Nate, o irmão Dave, a mãe Ruth e a irmã Claire são o núcleo de Sete Palmos de Terra. A Fisher & Sons, empresa funerária algures em L.A., também sofreu uma enorme perda. O chefe da família e do negócio, Nathaniel Fisher, morreu violentamente quando ia ao aeroporto buscar Nate para a Consoada. (O 1º episódio, que a RTP não mostrou, começa com essa morte estruturadora da série.)
ver o resto



Outras séries muito boas são Angels in America, 24, Sopranos... entre outras.

sexta-feira, janeiro 14, 2005

Irritante. Quando se está hiperactivo... quer-se fazer, escrever tudo. E o computador fica incrivelmente lento. Pedaços de magia perdem-se, talvez. Muito irritante. Energia desperdiçada.
Aqui fica um post do blog da M. (que não conheço): Pouco de Céu e que me pareceu adequado.

Fabrica de sonhos
Um dia, quando finalmente crescer e me vir confrontada com a triste realidade de que os príncipes não existem e o Pai Natal se resume a um estratégico golpe de publicidade, vou criar a minha FABRICA DE SONHOS. Vou, passo a passo, construí-los e moldá-los. Dar-lhes magia, música e encanto. Vou colori-los de todas as cores e vou voar. Vou sossegar o meu coração junto de estrelas mágicas, nuvens voadoras e circos da lua e do sol. Vou fazer o meu tempo e preenchê-lo de cheiros, sabores, momentos e instantes. Vou semear sorrisos, desenhar afectos e colher abraços. Vou denunciar a felicidade e prender o amor.
in Pouco de Céu

Onde está o festim, que nos prometeram?



Alguém me disse num certo dia de Janeiro, que no Inverno costuma chover. Alguém tem visto chuva?

Eu não. As bonitas e calmas Caldas da Rainha e a poluída e caótica Lisboa não têm visto precipitação. Para o comum dos citadinos é bem bom. Nada de chapéus de chuva, de dias com um trânsito impossível (ele já é por natureza, nas horas de ponta, quase impossível), ruas alagadas, etc. Para a natureza, a agricultura e até para o ser humano na generalidade e na sua essência é prejudicial. Enfim. Chove ou não chove, eis a questão...

"Mais uma coisa: obrigado oh senhor pela luz branca e ofuscante, obrigado oh senhor pela luz branca e ofuscante. Uma cidade ergue-se do mar, eu tenho uma dor de cabeça de divisões, de onde o futuro sou eu."
Jim Morrison

terça-feira, janeiro 11, 2005

Bom dia, serEmot!!



Bom DIA! É tão bom acordar cedo!
Especialmente para uma pessoa como eu, que se não estiver a trabalhar de manhã, tem dificuldades para acordar cedo, e depois sente-se frustrado. Sim, também sabe bem dormir até tarde, mas para mim é muito raro (visto que também é habitual). Prefiro acordar de manhã cedo, mesmo quando não aproveito a manhã como queria. Enfim, vou deitar-me um pouco mais... ihih.

Nada como experimentar o caloroso ninho durante uma manhã, sentir a protecção. Querer que não haja mais nada que não aquilo. Um problema: sentirmo-nos inúteis pode ser muito desencorajador e desmotivante. Não aconselho.

serEmot sleeps in his nest.

cascata venezuelana, mundo perdido


Sugestão do dia. Ir a uma bonita cascata, tomar um banho bem frio e dar uns quantos mergulhos.

segunda-feira, janeiro 10, 2005

Ano ano ano ano ano ano ano... são vários e não param para nós!

2005. O inicio do ano poder ser uma altura de esperança, novas expectativas. Tudo é o mesmo, mas temos consciência que deixámos passar o tempo. Deixámos coisas para trás, ganhámos outras. Este ano não foi propriamente uma altura positiva para mim. Alguma desilusão e frustração não deixam fazer alguma mossa e quando se faz pouco, e a vontade não é muita tudo parece nublado.
Melhores dias virão... afinal, é um novo ano. Este é o primeiro post do ano, todos falam na primeira qualquer coisa do ano...
Para mim, uma boa passagem de ano é aquela que é a duplicar!
Faz-se uma e passado uma ou duas semanas faz-se outra, para estar com outras pessoas com quem não estivémos e dar novo fôlego logo passado duas semanas. Recordo-me quando fiz isso há cerca de três anos, foi muito bom e só não repeti porque poucos normalmente alinham nesta pequena originalidade (se é que há originalidade nisso.....)